Não vou aqui empilhar números, prefiro salientar o fato de quanto a discussão sobre inflação sumiu dos noticiários, o que geralmente significa algo positivo.
Tanto é que os editores preferem esconder, porque interessa promover aspectos negativos — quando não inventar algum.
Mas procure alguns números recentes: por ora, a pressão permanece no setor de serviços, enquanto o preço dos alimentos segue em queda, acompanhando o câmbio e sua influência nas commodities.
Amanhã saberemos melhor, quando sair o IPCA de junho — na pior hipótese, mantendo a sequência de queda observada nos últimos meses. Sem dúvidas o sacrifício por manter altos juros é enorme, que não seja em vão e acomode a inflação em valores próximos às metas. E, depois, não vá dizer que foi sorte.
Mas o post foi para salientar esse aspecto da cobertura midiática centrada no escandaloso ou negativo — a depender do governo, bem entendido —, quando aí invertem a edição e buscam destacar boas notícias e esconder as ruins. Como fazem atualmente com a Argentina, cada dia afundando mais.
Bom dia e olho no lance.
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Ida ao comício fracassado do Bolsonaro na Avenida Paulista com camisa azul, e não amarela, além do discurso mixuruca, segundo o gado presente, porque não atacou o STF. No dia seguinte, Bolsonaro anuncia cancelamento da agenda de julho e repouso para recuperar a saúde. O Centrão se assanha e pipocam nomes e articulações — Temer incluído — para indicar um nome para concorrer na vaga do futuro presidiário, Tarcísio como a melhor opção. Participações do governador de SP em encontros de empresários, onde expõe programa de governo liberal, seguido de viagem para Lisboa, onde participou como presidenciável em encontros e palestras, na companhia de ministros do STF, Moraes e, com o convite de Gilmar Mendes. E aí começa o revide do Bolsonaro.
Primeiro, vazam uma chapa Caiado–Eduardo Bolsonaro, e o vice-prefeito de São Paulo grava vídeo detonando as articulações de chapas no campo da direita sem ouvir o chefe recolhido, por pessoas que participam até de conchavos com ministros do STF, diz. Que o candidato da direita tem nome, e é Bolsonaro. E mais não disse — e nem foi mandado.
Mais tarde, Tarcísio vaza que, se Lula estiver bem no dia da eleição, ele não vai ser candidato. Como quem avisa que pulou fora — e vocês que se entendam.
Mais ou menos exatamente o que fez Bolsonaro ao se recolher, indicando não estar participando e, muito menos, avalizando os acordos que andam vazando nas suas costas.
O ocaso segue firme na nau sem rumo do bolsonarismo, e acredito cada vez mais que Tarcísio não vai tentar sua sorte. Primeiro, porque nem consegue o apoio do chefe; e depois, enfrentar Lula não é refresco para ninguém — e, sem a base bolsonarista, cada vez mais distante, seria impossível.
Então a direita segue sem candidato, e cada vez mais perdida e desmobilizada.
A ver.
Atualização :
BOLSONARISTAS DE SÃO PAULO AMEAÇAM< ROMPER COM TARCÍSIO E FAZEM CORPO MOLE NA ALESP
Deputados estaduais aliados de Jair Bolsonaro (PL) estão em rota de colisão com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo.
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Além dos cinco países originais e fundadores do bloco, Egito, Etiópia, Irã, Emirados Árabes Unidos e Indonésia foram incluídos, e entre os chamados parceiros estão Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda e Uzbequistão.
Dispensa comentários a diversidade e o alcance da iniciativa.
Mas não querem se apresentar como contraponto aos EUA de Trump, enquanto tentam emplacar políticas públicas, acordos e compromissos opostos.
Então, fica difícil não serem observados com desconfiança — para falar o mínimo — por parte da atual liderança do Norte. Tanto que nem terminou o encontro que estão realizando no Rio de Janeiro e já sofrem ameaças de 10% adicionais nas tarifas previstas anteriormente no comércio com os EUA de Trump.
A carta do encontro saiu, com ênfase no multilateralismo, defesa da integridade dos povos, da paz e da natureza. Importante frisar que não são só a favor da paz — que, em certa medida, todos somos — mas contra a guerra, que parece o mesmo, mas é muito mais.
E criticam a inoperância dos atuais arranjos multilaterais, ONU sobretudo, paralisada pelos vetos e incapaz de mediar os conflitos mundiais atuais.
Não tem sido fácil conseguir avançar em negociações políticas inclusivas no atual cenário mundial; incertezas econômicas afligem e agitam.
E, enquanto digladiam interesses comerciais das grandes potências, o BRICS tenta construir pontes — onde nosso Lula é figura ímpar e relevante diante das disputas — porque consegue reunir interesses e legitimá-los, enquanto negociam formas de convivência pacífica e proveitosa através deles e por eles.
E assim vamos tentando arranjar um mundo em mudanças constantes, permitindo formas de progredir sem fazer do vizinho um inimigo.
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É cheio de defeitos, anda contaminado pelo golpe de 2013 na Dilma, turbinado por um desgoverno miliciano incompetente, obrigado a ceder o orçamento para sobreviver e agora enfrentando um líder capaz e com disposição e programa por cumprir. E que tem lado, e não é dessa turma aí não.
O atual governo Lula assumiu nessas condições: sem orçamento por cumprir, sem maioria legislativa e, apesar do pragmatismo do presidente Lira da época em aceitar negociar um orçamento bem elaborado e com folga suficiente por se cumprir, depois veio a sequência de ameaças de todos os tipos, inclusive a implantação de semipresidencialismo para o Congresso assumir de vez – em mais um golpe – o comando nacional.
Esse semi aí é que é o problema, porque se, por um lado, o Congresso elege nesse modelo a direção do governo com um primeiro-ministro, por outro, não permite ao presidente eleito a dissolução do Congresso, como acontece em todos os regimes parlamentaristas, convocando novas eleições para deputados e senadores nos momentos de perda de maioria. Mas como não acredito que estamos nesse caminho por enquanto – é um desejo antigo do PSDB e da imprensa golpista e agora de parte do centrão (a extrema-direita acho que não topa) – então deixemos a discussão para quando e se chegarmos lá.
O interesse é observar que, enquanto dizem que o tipo de coalizão de governo atual acabou – e já ouvi isso dezenas de vezes em várias outras ocasiões –, expressam não a realidade, mas um desejo difuso e que atinge todos os matizes políticos, de um extremo ao outro. Podemos ver declarações nesse sentido toda hora; evidente que nas horas de crise aumentam, como se estivessem trazendo algo novo ou alguma solução.
E aí está o nó: não tem outro modelo além desse, no horizonte.
Em um país enorme e fragmentado em dezenas de partidos, associados em interesses paroquiais na sua maioria, poucos com visão nacional, se por um lado torna penoso suscitar e manter acordos nacionais, por outro os permite, porque mesmo dentro de uma pretensa facção partidária convivem frentes totalmente distintas, porque são fiéis a seus interesses municipais e do estado onde operam líderes regionais, e não seguem líderes nacionais nem acordos nacionais, se por algum motivo colidem com os paroquiais. E assim convivem bem, e temos vários exemplos de ministros de partidos que votam contra o governo, ou votam divididos, e a vida assim segue.
É o ideal? Não é, claro que não. Mas essa característica peculiar da vida nacional permite ao governo de plantão a flexibilidade necessária para conciliar interesses e obter eventuais maiorias.
O que está acontecendo agora é que o centrão estava tentando emplacar candidatura própria. Na impossibilidade de Bolsonaro e com a fragmentação do campo – que já era grande, com risco de aumentar – buscaram a saída de sonhar com um candidato de centro próprio. Precisavam de uma bandeira e, enquanto namoravam com as bandeiras do extremismo, onde muitos deles foram eleitos, passaram a buscar uma e encontraram no corte de gastos e na proibição de novos impostos uma potencialmente forte.
Isso até o governo emplacar a sua, que já havia tentado antes, durante a discussão das desonerações no ano passado, e que agora tomou rumo com a defesa de isenção para menor renda, compensadas por cobrança dos mais ricos. E isso não veio de agora: ainda na campanha para se eleger em 2022, Lula insistia que colocaria o rico no imposto de renda e o pobre no orçamento. O pobre já está no orçamento e falta incluir o rico no IR.
E vai ser a bandeira de 2026.
E, encerrando, permite sonhar com um Congresso mais equilibrado, rompendo a maldição de Ulisses, que previa, a cada eleição futura, um Congresso pior.
Quem sabe?
Quanto a coalizões, seguem com qualquer um no poder, até que se consiga um arranjo melhor. Que, no fundo, é uma coalizão com esse nome ou um ainda por inventar.
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Muito cedo para afirmações definitivas sobre a reação que abalou as estruturas do Congresso conservador e impermeável às demandas sociais. Os últimos dias mostram uma avalanche nas redes sociais sobre as últimas posições assumidas pelos deputados, e eles sentiram a pressão, que ainda não sabemos até onde vai.
Ninguém espera uma revolução, mas, ao decidirem proteger os maiores privilegiados e colocarem em risco o sustento fiscal do programa social do governo, foram confrontados e mostram preocupação com a sequência do debate distributivo, da luta social, de quem paga a conta do Brasil, que tomou as redes e ameaça tomar as ruas.
Eu acompanhando o início do debate da derrubada do IOF pelo Congresso, com a desculpa esfarrapada de contenção de cobrança de impostos, muito semelhante a uma anterior logo na virada do ano sobre as desonerações das folhas de pagamento. O governo foi também derrotado na ocasião e reverteu, negociando a volta das cobranças escalonada a partir de 2026. Agora a coisa caminhava semelhante, com acordos anunciados até a decisão afrontosa de Motta. A reação do governo foi duríssima, apontando o dedo para o Congresso que não apenas tenta impedir o governo de governar, não apenas tenta impor um programa derrotado nas eleições, mas proteger os ricos e cobrar dos pobres o equilíbrio fiscal.
O fato é que estamos no meio do turbilhão, sem uma resposta para os desdobramentos dessa disputa. Não é ainda um confronto, e ninguém em sã consciência deve querer. É preciso aproveitar o momento e assumir as bandeiras de justiça social e mostrar quem faz e quem não faz, quem paga e quem não paga. E, sobretudo, quem protege essa situação de injustiça tributária histórica.
Nesse sentido, é bom deixar claro que são essas as bandeiras de agora e de amanhã. E serão as bandeiras para a disputa eleitoral de 2026, quem vai defender os ricos e a injustiça social e tributária, que tenham a coragem de fazê-lo — o que me parece improvável.
Mas, se um arrefecimento e acordos serão inevitáveis, porque ainda temos pautas importantes por votar, o fato de deixar o Congresso menos à vontade para afrontas é, sem dúvida, um precioso rescaldo dos últimos dias.
E aqui tomo uma percepção genial que me contaram: e se o governo, em sã consciência, deixou o barco correr e usou o IOF como isca para o centrão liberal morder? Porque, na ocasião da votação das desonerações, o governo também não cedeu, mas se viu sozinho na disputa. Dessa vez, não: o debate ganhou a militância e pode ganhar as ruas. Dia 10 próximo teremos uma visão sobre isso. Mas, no mínimo, estamos numa outra posição, num outro momento. Dias atrás, quando Motta ameaçava colocar em votação a anistia aos golpistas, qual era a nossa defesa contra isso? Senão negociar, beneficiar e ceder, e ceder. Dessa vez, a ameaça parece mais pender para o lado de quem a faz. Porque uma decisão afrontosa dessa envergadura vai, no mínimo, provocar reação — a essa altura, imprevisível. E medo e imprevistos não é exatamente o que a classe política gosta de enfrentar.
Não é uma coisa importante?
Penso que sim, e abre mil possibilidades para 2026.
Finalizando, o governo, aproveitando a onda — ou surfando na que criou — muda seu slogan de “União e Reconstrução” para “Justiça Social” e, assim, vai para a disputa na eleição.
Nos conformes.
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Na esteira da confusão com as alíquotas do IOF, parece que todos decidiram tirar os coelhos das cartolas e a coisa anda muito diferente. O governo entendeu o recado do Centrão, na direção da disputa eleitoral antecipada, e embarcou na canoa com proposta de agenda ousada, totalmente indesejada pelo Centrão por vários motivos.
Primeiro porque reinaugura a fase “nós contra eles”, o PT sai da defensiva e passa a defender bandeiras importantes e factíveis. Depois, porque o Centrão tem trauma de quando chegamos nessa fase da disputa: quando Lula saca o “nós contra eles”, a coisa não costuma correr bem para eles.
No Congresso, os bombeiros trabalharam bem nos últimos dias e, discretamente, a rotina começa a voltar. Ontem, tanto Senado quanto Câmara aprovaram projetos sem fazer barulho ou causar confusão. Alcolumbre reconheceu o direito do Executivo buscar justiça no STF e batalhar por suas prerrogativas. Motta, se fica em silêncio, é porque concorda e prefere ainda esperar. Todos têm algumas pautas para entregar: isenção do IR até 5 mil e regulamentação da Tributária. O pano de fundo do julgamento permanece. Num certo sentido, o Centrão se assanhou com a queda de popularidade e impedimento próximo do Bolsonaro e pode ter tentado colocar as mangas de fora — sem sucesso. Nem a imprensa acreditou e segue investindo no candidato bolsonarista, de preferência o Tarcísio, de SP.
Não podemos nos prender na retórica da bancada bolsonarista e muito menos no programa liberal derrotado. Ambos estão tentando emplacar teses contra as verdadeiras reformas. Ao indicar suas próprias bandeiras, claramente e na direção correta, o governo incendiou a militância, que reage com empenho, abandonando a defensiva e acreditando nas novas possibilidades abertas.
Como a economia vai se ajustando, podemos ver os resultados reais e positivos começando a fazer parte da rotina de todos nós, com inflação de alimentos mais baixa, combustíveis, a vida retornando a níveis melhores — no lazer, nos negócios, na esperança. Se faltava uma razão para investir no futuro, não falta mais. As propostas podem ser alcançadas, e o Centrão, quando voltar, abandonará suas ilusões. Parte volta para o barco para sobreviver, e os acordos para a eleição deslancham, diminuindo a pressão no Congresso.
E emendas saindo para cada um fazer suas campanhas… é o jeito.
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Renovamos as siglas. Os antigos BBBs — aquelas bancadas Bíblia, Boi e Bancos, temáticas e que diziam controlar o Congresso Nacional e voltaram a ser chamadas de centrão — ainda com a falsa pretensão de mandar no Brasil — foram atualizadas.
Mas vamos ao início.
O governo decidiu aumentar alíquotas de IOF para evitar cortes no orçamento e manter a trajetória fiscal programada desde 2023, resumindo as várias novas diretrizes. Nosso Congresso, enquanto decidia acumular salários de si mesmos de outras fontes e aumentava o número de deputados sem necessidade — a decisão do STF foi para atualizar a representatividade proporcional da casa, segundo o crescimento populacional, sem necessariamente incluir outros, senão redistribuir: aumenta ali e diminui aqui. E, exatamente para não diminuir aqui, eles aumentaram ali e acolá. Mas, na sequência do aumento de gastos nas decisões, decidiram também não aceitar a mudança das alíquotas propostas pelo governo, alegando evitar aumento de impostos — e derrubaram a medida, dando início à campanha eleitoral.
Sim, porque estamos tratando disso: o centrão, que nem candidato oficial tem, resolveu antecipar o discurso eleitoral na base da contenção de gastos e proibição de aumento de impostos. Para tanto, exorbitou de suas atribuições e ilegalmente cancelou a decisão do governo.
Que, por sua vez, compreendeu com o que estava tratando e promete reagir, não somente recorrendo ao STF para recompor suas prerrogativas, como também ir a público disputar a questão fundamental sobre quem paga e quem não paga imposto no Brasil — onde há um mundo de distorções históricas que podem ser melhor equacionadas e que nossa classe política nunca quis. Como fazem agora ao proteger Bancos, Bilionários e Bets – os novos BBBs.
E também aceitou o convite do Congresso para o debate e recebeu de bandeja um tema árido, mas propício e — até aqui, após iniciativas de vários ministros, com destaque para Haddad — parece comandar as ações e incomoda com o carimbo nos defensores de bilionários.
Evidente que não é bom esse tipo de disputa. Se era inevitável daqui a alguns meses, na esfera da eleição, antecipar foi a maneira da oposição de atrapalhar e ganhar espaço enquanto define seu candidato.
Como teremos até setembro a atenção total no julgamento dos golpistas, a manobra eleitoral pode ficar meio escondida e favorecer o diálogo. As pautas do ano ainda pendentes são a isenção do IR para quem ganha até 5 mil e a regulamentação da reforma tributária. Penso que ambas assumem caráter suprapartidário, e todos podem tirar suas casquinhas eleitorais com a aprovação. Paralisar o Legislativo não interessa no momento. Talvez a insegurança da oposição quanto à disputa esteja no fundo do atual estresse.
Mas mostra o que veremos no próximo ano: uma acirrada e paralisante disputa pelo poder. Mas, quando chegarmos lá, conversamos.
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Entenda, não estou dizendo que a direita acabou, mas esse movimento meio amalucado chamado bolsonarismo.
A sequência foi fatal: perder a eleição no exercício do mandato, fracassar ao tentar dar um golpe de Estado, responder processo por roubo de joias e, na iminência de condenação pesada — com todos os seus principais líderes — pelo golpe fracassado. Agora a disputa por sua herança, porque quem tem dois neurônios tem pressa em apontar um nome, sem melindrar o futuro condenado. A indefinição, nas vésperas das campanhas — que a direita tenta antecipar exatamente para forçar a definição do nome — é fatal para a disputa, sem considerar o crescente sucesso das políticas econômicas do atual governo, colocando a cada dia mais brasileiros empregados e mais crescimento geral do país.
Os governadores presentes o fazem somente para angariar simpatias próprias e, a contar com o visto ontem, nem devem retornar nos próximos, se próximo houver.
Não tem uma única estatística atual da nossa economia sem ultrapassar os desgovernos passados, e estamos ultrapassando índices de 2013, quando derrubaram Dilma e inauguraram essa era de terror e derrota geral.
E, quanto ao ato de ontem, nem o Nikolas, nem Michele compareceram, no mínimo escancarando mais uma das múltiplas divisões potenciais no movimento declinante
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Em 2025 estamos com inflação de 5,2%, desemprego de 6,2% e PIB 2,4%…só a Selic a 15%….e vai cair mais rápido do que imaginado e com a ajuda dos EUA. ( depois explico)