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Blog do Franco

  • Tariflávio Rachadinha Bolsomaster.

    junho 3rd, 2026

    “Imbecil. Ele não sabe que não vai prejudicar o Lula, ele vai prejudicar o povo brasileiro, vai prejudicar os empresários brasileiros, vai prejudicar o agronegócio”. (Lula sobre Flávio Bolsonaro, o traíra, e o Tariflávio)

    Não bastassem os 25% de tarifas de importação de produtos brasileiros para os EUA, acordamos com mais 12,5% a título de uso de trabalho forçado na produção do que vendemos para o gigante do Norte.

    E não reconhecem nenhum esforço de nossa parte para superarmos esse flagelo de exploração humana que ainda existe no nosso Brasil.

    Mas que está distante da maioria dos produtos de exportação e nem de longe seria motivo de sanções dessa natureza.

    Mas não estamos sozinhos nessa nossa empreitada com os alucinados do Norte: 60 países estão nessa nova lista de sanções que podem se somar, no nosso caso, aos 25% anunciados para 15 de julho.

    Trump ameaça impor tarifas a parceiros comerciais, incluindo Reino Unido e Canadá, alegando “trabalho forçado”. A proposta de taxas de 10 a 12,5%, que também incluiriam a UE, Taiwan e Austrália, permitiria contornar os limites impostos pelos tribunais.

    O objetivo do governo Trump é superar a era da globalização, quando o que se pregava, inclusive aqui entre nós, com todas as forças e circunstâncias, era a imperiosa decisão de terceirizar a produção onde a mão de obra fosse mais barata e produtiva. Foi assim que a China se fez, e o arrependimento bateu nos capitalistas mundiais, que agora tentam reverter o estrago, sem a menor chance de sucesso.

    Mas insistem. Sobretudo os EUA de Trump, que não lidam lá muito bem com a realidade e, ao impor tarifas mundo afora, provocam, evidentemente, inflação no seu país e desabastecimento. E eles que se virem com isso por lá, porque só piora: a balança de comércio deficitária, que deveria passar a superavitária, não muda — não mudou até agora — e sem perspectiva de mudar.

    Hoje deveremos repercutir mais esse anúncio de novas tarifas e estamos, juntamente com o mundo, cada vez mais convencidos de que os EUA não são parceiros de acordos legítimos, nem honestos nas avaliações. Basta lembrar que os dados de desmatamento usados para justificar as tarifas de 25% são da época do desgoverno Bolsonaro.

    Desonestos, mentirosos, desleais e arrogantes.

    Em todo o caso, parece haver uma divisão no governo Trump: se, por um lado, o presidente tenta se aproximar de Lula e do nosso governo e preferir negociar, por outro, o grupo ligado ao secretário Rubio trabalha contra o Brasil e as democracias latino-americanas, preferindo lidar com lacaios ideológicos que vão, um a um, afundar seus respectivos países.

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  • EUA e novas tarifas impostas ao Brasil.

    junho 2nd, 2026

    “Imbecil. Ele não sabe que não vai prejudicar o Lula, ele vai prejudicar o povo brasileiro, vai prejudicar os empresários brasileiros, vai prejudicar o agronegócio”. (Lula sobre Flávio Bolsonaro, o traíra, e o Tariflávio)

    No que os nossos embaixadores chamam de extorsão no mesmo dia que os europeus anunciam que estão convencidos da necessidade de acesso a toda a tecnologia eletrônica moderna sem depender dos EUA, mais uma vez o Brasil é agraciado com tarifas.

    O prazo para negociar e contestar a decisão é até 15 de julho, no contexto da tal investigação da já conhecida Seção 301…, que eles usam quando querem e contra quem escolhem. Por isso, a nossa diplomacia não tem nenhuma esperança de reversão na decisão.

    Os principais temas levantados na investigação incluem: comércio digital e ordens judiciais sobre plataformas, preferência ao Pix no mercado de pagamentos, tarifas favorecidas a México e Índia, falhas no combate à corrupção, proteção insuficiente à propriedade intelectual, barreiras ao etanol e desmatamento ilegal.

    Nesse caso das tarifas, não somos particularmente únicos. A falta de critérios e parcerias dos EUA está disseminada e não tem limites; age contra tudo e contra todos conforme seus interesses, nem sempre muito claros.

    Eu acho que nem eles mesmos sabem bem o que estão fazendo: vivem um caos trumpista, aleatório, centralizado e que vai e vem quando pressionado.

    Nossa diplomacia vai cumprir todas as exigências e, no final, as tarifas devem acontecer.

    Quanto às implicações internas e eleitorais, mais uma ação destrutiva sobre nós deverá ser comemorada pelo bolsonarismo desesperado e, mais uma vez, a candidatura do Flavinho bolsonarinho vai afundando mais um pouco. E, sobre a imposição de novas tarifas, se concretiza o ataque ao Pix, que será um canhão nos pés dos fascistas.

    Parece que, depois de perder aqui, Flavinho bolsonarista deve se candidatar a alguma coisa nos EUA, com mais chances de ganhar alguma coisa lá do que aqui.

    A lista de exceções de tarifação parece estar mantida e nem todos os setores serão igualmente atingidos.

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  • Pesquisas e bolhas.

    junho 1st, 2026

    Hoje saiu mais uma pesquisa, nessa enxurrada interminável — e nem começamos ainda o período eleitoral.

    O instituto Real Big Data é o responsável por essa e, segundo consta, é ligado à Rede Record e, consequentemente, à Igreja Universal.

    Os números vão saindo e confirmando a tendência de queda do Flavinho bolsonarinho e a consolidação do presidente Lula em todos os cenários. Então, não estamos diante de nenhuma surpresa com mais essa pesquisa. Mas é sempre bom observar que a realidade impõe, digamos, sobriedade nessa turma e evita a tentação de manipular resultados.

    Hoje mesmo acordamos com denúncias de fraudes na apuração da Colômbia. Os números até agora divulgados são de apuração paralela e contestada pelo governo, num cenário semelhante ao da Venezuela. Fazem isso na América Latina praticamente em todos os países; mesmo aqui no Brasil, e com urna eletrônica, eles atribuem erros e não reconhecem eleições. Imagina por aí afora, no modelo tradicional? Imagina se não tivéssemos as nossas urnas eletrônicas para nos proteger e garantir o resultado?

    Por isso atacam as urnas eletrônicas.

    A fraude é a razão de ser dessa gente, além da corrupção.

    Nossa eleição já nasce em cenário conturbado, com a decisão dos EUA sobre PCC e CV, atendendo aos desejos de pressionar sempre. Flavinho bolsonarinho tenta surfar no que pode ser mais um tremendo tiro no pé de sua campanha.

    O atual ministro da Fazenda, Dário Durigan, avisou que vai aos EUA apurar os limites dessa decisão estapafúrdia e tentar alguma coisa para amenizar os riscos sobre nossa economia.

    Os bancos brasileiros estão preocupadíssimos com os riscos e anunciam ações conjuntas com o governo federal.

    Como no caso das tarifas, essa iniciativa dos EUA contra nós vai trazer problemas e isolar ainda mais o bolsonarismo na sua bolha de alucinados.

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  • Acertaram uma.

    maio 30th, 2026

    O editorial do Estadão merece registro, apesar dos pesares.

    Porque a motivação não está na condenação da candidatura flavinho bolsonarista fascista em si, mas na impossibilidade deles escolherem candidatos viáveis e sonham com a falsa terceira via, aquela que destrói as conquistas sociais sorrindo.

    O desespero da direita não diminui. Na votação consagradora, quando aprovaram o fim da escala 6×1 com mais de 470 votos, pressionando o Senado para repetir a façanha, evidentemente, para atingir tal aprovação, as bancadas de todos os partidos precisaram votar a favor, mostrando a rasteira ideológica que o governo aplicou com a iniciativa. E, excluído o PL fascista, que também votou a favor do fim do 6×1, a aprovação com tamanha margem, em matéria de apelo social tão relevante e até então inatingível, mostra que temos espaço para negociar no Congresso, mesmo com conservadores.

    Porque podemos pensar além da disputa eleitoral, evidente nos cálculos, mas ultrapassada por decisões coletivas dessa monta, perenes e de impacto para lá de relevante: histórico.

    A verdade é que a oposição está desistindo de disputar a Presidência. Sem candidatos com um mínimo de condição para fazer frente ao presidente Lula, se desmancham em acordos partidários que buscam manter posições de seus chefes e fazer bancadas. Mesmo a candidatura bolsonarista, como repeti inúmeras vezes, nunca vislumbrou a vitória, mas manter o legado do chefe preso nas mãos da familícia. O crescimento da candidatura chegou a enganar alguns mais afoitos, mas o tempo se encarregou de colocar as coisas no lugar, e a campanha nem começou.

    A aproximação de Caiado e Zema é mais um exemplo do desespero. A tese de Caiado sempre foi pulverizar os votos no maior número de candidatos possíveis em primeiro turno, evitando a polarização e a vitória de Lula. Segundo afirmava, qualquer um da direita que passasse para o segundo turno venceria Lula. Os fatos não acompanharam o chute do velho líder da UDR e ele mesmo se vê na necessidade de criar fatos para tentar manter a própria sobrevivência. Quem não gostou da nova ideia foi o partido dele, o PSD, que na marra decidiu nomear Kassab para vice na chapa com Caiado e encerrar essa conversa com Zema. Evidente que na decisão não entra nem uma sombra de disputar a Presidência com Lula, mas de preservar os caciques e as bancadas, e nada mais. Caiado é recém-chegado no PSD e estão mostrando para ele quem manda.

    A pressa é tanta que prometem indicar Kassab ainda neste sábado e nem vão esperar a volta de Portugal do nomeado.

    Por que tanta pressa?

    Não sabemos, mas fica claro o quanto as cabeças andam trombando por aí.

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  • Deu a louca nos EUA?

    maio 29th, 2026

    Não foi loucura, mas uma ação contundente para interferir na nossa economia, visando as eleições, acrescentando incertezas às empresas que investem aqui e deixando uma ameaça pairando no ar.

    Quanto à atitude de Flávio e Eduardo Bolsonaro, não vejo outra coisa além de traição à pátria; é crime. E o que dizem nossas autoridades?

    ( A antiga Lei de Segurança Nacional foi revogada e substituída pela Lei 14.197/2021, que passou a tratar dos crimes contra o Estado Democrático de Direito no Código Penal. Nesse novo contexto, atos realizados no exterior que busquem interferir no Brasil podem ser enquadrados como atentado à soberania. O artigo 359-I prevê pena de 3 a 12 anos para quem submeter decisões nacionais à influência de governos estrangeiros ou facilitar essa dominação sobre o país, suas instituições ou empresas.)

    A efetividade da decisão de tornar PCC e CV como grupos terroristas ainda está por vir. Podemos assistir a sanções às empresas que supostamente se beneficiam de dinheiro dos criminosos. Podemos ver aumento do risco país, do custo do seguro para quem investe ou sanções a pessoas, além das empresas. Podemos até ver barcos bombardeados na costa.

    Pergunto-me, a exemplo das tarifas alucinadas do início do governo do lunático dos EUA, quando o Brasil foi premiado com as maiores tarifas do mundo: para quê? Isso apenas afetou o comércio com os EUA, que nem de longe são nosso maior parceiro comercial, e provocou inflação no café e na carne nos próprios EUA.

    Aqui, não melhorou a imagem dos Bolsonaros; serviu, como deve acontecer agora, para manter o gado agitado e unido, enquanto no restante do eleitorado perde votos.

    Pergunto-me o que pensa a Faria Lima dessa medida que põe em risco as empresas e os negócios brasileiros, sobretudo os bancos.

    Pergunto-me o que pensam os militares diante de ameaças dessa natureza, até mesmo de bombardeios em nossa costa.

    A resposta deve seguir o padrão de não agitar o maluco do norte e viver a vida sabendo que temos um adversário sem nenhum pudor e indigno de qualquer confiança, agindo contra nós. E, internamente, derrotarmos esse grupo de entreguistas e traidores para, em seguida, judicializar essas atitudes e levá-los às grades.

    Até lá, manter a cabeça focada nas eleições e pensar como será a relação com os EUA nos próximos anos de Trump.

    Confiar, nunca mais. Foi feita uma tentativa de dialogo que fracassou.

    A propósito, faltou enquadrar as milícias na decisão; esse grupo armado é tão perigoso quanto os outros. E mais ideológico, o que, para quem está agindo com seriedade, seria uma característica decisiva para enquadrar um grupo como terrorista.

    Mas não estamos lidando com seriedade, e sim com traidores de um lado e colonizadores alucinados do outro.

    Todo cuidado é pouco, mas vamos colocar cada um no seu devido lugar: no lixo da história.

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  • Recuando os “alfis” para evitar a catástrofe.

    maio 27th, 2026

    Na defensiva, o candidato do fascismo, após a foto com o presidente Trump, que nem se levantou e não houve aperto de mão registrado num encontro de 5 minutos, está inteiramente necessitado de segurar seus radicais, ou gado, e evitar uma sangria que comprometa a herança deixada pelo pai presidiário.

    Se ele faz esse movimento de radicalizar e retomar o discurso extremista é porque alguma pesquisa interna avisou que, além dos indecisos, também parte de seu eleitorado supostamente cativo andou mudando de opção.

    E isso é tudo que ele não pode deixar acontecer.

    A questão das bancadas, os acordos partidários, a vitória decisiva no Senado, tudo vai sendo deixado de lado na necessidade de cuidar de seu quintal eleitoral, ou curral, se preferir, porque importa sobreviver e não ganhar.

    A federação PP, PL e União foi para o espaço, porque a expectativa de vitória de Lula vai se consolidando e os partidos tendem a liberar bancadas para acordos regionais, para sobreviverem e elegerem bancadas.

    Na medida em que Flavinho Bolsonarinho radicaliza o discurso, vai afastando o eleitor que ele precisaria para ganhar a eleição, exatamente o contrário do que ele está fazendo agora para evitar a sangria.

    Mais: o PL acaba de abraçar o projeto que acaba com a jornada 6×1 no Brasil, mostrando o quanto a sobrevivência eleitoral importa mais do que qualquer outra coisa nessa altura do campeonato.

    Que, a rigor, nem começou.

    Se 71% querem o fim da jornada 6×1, essa parada está decidida.

    OBS : O termo “alfes” talvez tenha sido uma confusão auditiva com “halfs” (os médios do meio-campo). No futebol antigo brasileiro, era muito comum dizer:

    “os dois halfs”, “o center-half”.

    A pronúncia abrasileirada de “halfs” acabava soando algo como “ráfis”, “alfis” ou “alfes” dependendo da região e da época.

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  • IDHM inédito e a razão de nossas escolhas.

    maio 27th, 2026

    Os dados consolidados do PNUD desenham com precisão o tamanho do fosso cavado pela gestão anterior, evidenciando como o Brasil empobreceu em termos de bem-estar e despencou de forma contínua no ranking mundial de nações. Tendo como ponto de partida o ano de 2018 (período pré-Bolsonaro), quando o país ostentava um IDH de 0,762 na 79ª posição global, o primeiro ano de mandato, em 2019, já acendeu um sinal de alerta ao registrar uma perda imediata de cinco posições, jogando o país para o 84º lugar com um índice estagnado em 0,764. Nos anos seguintes, o tombo nominal tornou-se inevitável: em 2020, o indicador recuou para 0,758 mantendo a mesma colocação e, em 2021, sofreu o segundo recuo consecutivo ao atingir o piso de 0,754, fazendo o país amargar a 87ª posição. Ao final do ciclo, no ano de transição em 2022, embora o índice tenha ensaiado uma reação isolada para 0,760 (posteriormente ajustado retroativamente pelo Radar IDHM para 0,788), a inércia do desmonte bolsonarista consolidou a pior marca histórica do Brasil no ranking da ONU, empurrando a nação para a incômoda 89ª colocação mundial.

    Os três pilares da tragédia bolsonarista

    A derrocada do IDH no governo anterior operou por meio de um ataque sistemático às bases que sustentam o índice: longevidade, renda e educação.

    Encolhimento da vida (Saúde)

    O factor mais brutal para o tombo estatístico do Brasil foi o colapso do subíndice de longevidade. A condução negacionista da pandemia de Covid-19 pelo Palácio do Planalto, marcada pelo atraso deliberado na compra de vacinas e pelo deboche da crise sanitária, resultou em mais de 700 mil mortes e provocou um recuo inédito na expectativa de vida ao nascer do brasileiro. Em 2019, a média nacional era de 75,3 anos; em 2021, o indicador desabou para 72,8 anos. A perda de 2,5 anos de vida fez o país retroceder ao patamar de 2008, apagando treze anos de conquistas em saúde pública de uma só vez.

    Fome como política de Estado (Renda)

    No pilar socioeconômico, o desmantelamento das redes de proteção social e a precarização do mercado de trabalho empurraram o Brasil de volta ao Mapa da Fome da ONU, registrando a marca de 33 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar severa. O abocanhamento do orçamento pela lógica do teto de gastos reduziu o IDH Ajustado à Desigualdade (IDHMAD) para a casa dos 0,591 em 2021. Na prática, quando a desigualdade era colocada na conta, o Brasil de Bolsonaro era rebaixado diretamente para a categoria de “médio desenvolvimento”.

    Apagão educacional (Educação)

    Sob a gerência de ministros da Educação que priorizaram a guerra cultural em detrimento da gestão pública, o MEC abandonou estados e municípios durante o fechamento das escolas na pandemia. A ausência de suporte para o ensino remoto e a falta de políticas de busca ativa provocaram uma evasão escolar em massa e a estagnação do aprendizado, cujos impactos atingiram majoritariamente as populações negra e parda, paralisando os ganhos que vinham sendo aferidos desde 2012.

    ( Revista Fórum )

  • Sobre os ( eternos) derrotados .

    maio 26th, 2026

    O PSDB é, dentre os partidos do centrão, a maior vítima da polarização política no Brasil.

    Mesmo admitindo a inexatidão da palavra que, por interesses midiáticos e políticos, aninha o PT erradamente na extrema esquerda enquanto corretamente coloca o PL na extrema direita.

    O PT é a social-democracia brasileira, jamais foi um partido extremista.

    Mas, voltando ao PSDB, considero-o a maior vítima porque era quem disputava a presidência e as preferências no Brasil e, embora perdendo seguidas, jogou democraticamente. Isso até a chegada à liderança de Aécio Neves. É verdade que José Serra, na sua campanha derrotada, flertou com as fake news, sempre apoiado pela imprensa golpista. Perdeu, mas inaugurou a prática nacional, que depois chegou onde chegou com a chegada das redes sociais.

    Aécio, por sua vez, rompe a tradição tucana de perder e aceitar a derrota e inicia o movimento para o golpe legislativo na Dilma. Ajudados pelo PIG e pelo vice-presidente do MDB, conseguiram, e depois nunca mais conseguiram nada e mal se reelegeram.

    Lançaram a semente da negação e da antipolítica oportunista, falsamente religiosa e popular. E estamos onde estamos, enfrentando essa gente da pior espécie.

    Enquanto isso, os tucanos surgem aqui e ali. Falaram em Aécio retornar na esteira da derrota anunciada do Flavinho Bolsonarinho, ainda por acontecer. Mas ele mesmo desiste porque aprendeu com as derrotas até onde pode chegar.

    Outros da direita do tipo centrão insistem, mas devem colher migalhas de votos por aí, enquanto atacam tudo e a todos sem ninguém para lhes fornecer um espelho.

    Repare na imagem que ilustra o post como o animador de auditório, que andou aparecendo falando as besteiras de sempre atacando o bolsa família com análises mentirosas e preconceituosas, busca a porta de saída, enquanto o candidato derrotado contempla sua derrota. A imagem imortaliza ambos no caráter e nos destinos.

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  • O passado é a roupa velha que não serve mais.

    maio 25th, 2026

    O que podemos compreender dos tempos atuais é o quanto a sociedade vive espasmos entre passado e futuro; enquanto alguns países trabalham por um amanhã melhor, outros fazem o oposto e, no caso dos EUA, na expectativa de seguir saqueando e impedindo o progresso e, assim, manter privilégios.

    A prática do uso dos canhões, que aterrorizou e moldou nos séculos as fronteiras e a participação no butim das nações, não serve mais. Apesar da aparente eficácia nos dias atuais, não é de jeito nenhum o caminho de amanhã.

    O exemplo chinês de planejamento e eficácia estratégica, privilegiando a paz, contrasta com a política dos canhões dos séculos anteriores.

    Por aqui, a votação do fim da semana de trabalho 6×1 é o nosso passo para um futuro melhor. Décadas de aumento de produtividade do trabalho não serviram para amenizar a carga sobre a classe trabalhadora, servindo da mais-valia que cria as condições de bilionários e agora inéditos trilionários no mundo.

    E a concentração de riqueza não traz melhora nas condições de vida, mas o oposto.

    Na semana, vamos acompanhar essa batalha no Congresso, porque vivemos tempos de certa explicitação de ideias e projetos. O PL, partido do fascismo, não esconde sua preferência em manter ou até aumentar a carga sobre o trabalhador, embora sem poder insistir na referência ao modelo fracassado Milei aqui ao lado, na Argentina. E, apesar dos resultados destruindo empregos, rendas e a indústria, preferem isso a reconhecer a hora de superarmos essas limitações e promover uma sociedade mais justa.

    Por mais distante que pareça, a verdade é que estamos sempre renovando escolhas que definem anos e décadas futuras, eventualmente séculos.

    Estamos em um desses momentos aqui no Brasil, e para nós as escolhas fazem diferenças enormes.

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  • Não desista!

    maio 23rd, 2026

    Vá visitar o Trump, se mexa homem!

    Hoje é dia de fazermos um apelo, solidários ao candidato de oposição bolsonarinho. Reconhecemos que os tempos têm sido difíceis para ele, mas contamos com a resiliência e ambição da familícia para manter o operador financeiro de todas as falcatruas, para ser derrotado na disputa para o cargo maior.

    Sim, porque, para nós, agora, o melhor é deixar o miliciano cambaleante até a eleição.

    Quem me acompanha aqui sabe da minha posição: sempre achei que Flavinho bolsonarinho não disputava para ganhar do Lula, mas para herdar e manter o legado na família.

    O fato da candidatura ter crescido, segundo as pesquisas, e até pretensamente ameaçado a posição de reeleito do presidente Lula, foi um bônus imprevisto e provocou frenesi na imprensa, no mercado financeiro, no agronegócio e na imprensa entreguista e golpista. Todos, evidentemente, aliados no atraso da nossa gente e na entrega das nossas riquezas. E, quando se depararam com essa possibilidade de coroar mais uma vez um miliciano no Executivo do país, deliraram com as possibilidades infinitas de seguirem nos saques seculares.

    Mas agora reconhecem que a coisa era arriscada demais, o sujeito tinha rabo comprido e há quem diga que vem muito mais coisa por aí, inclusive vídeos.

    A familícia não se comove com os apuros dos eventuais parceiros e segue na sua trajetória custe o que custar. Quem quiser seguir na canoa deles que siga, tanto faz, porque não vão mudar a candidatura em nenhuma hipótese.

    O legado está garantido porque o terço fiel de eleitores pensa como eles.

    Já as bancadas que sonhavam dá para a gente enxugar bastante, seguindo na divulgação dos feitos criminosos e na oportunidade de aumentar a bancada de apoio ao governo na próxima administração.

    Essa é a principal tarefa dos progressistas: eleger Lula e a maior bancada possível.

    Bolsonarinho não está morto e isso não é uma notícia ruim, acredite. E, portanto, exige atenção e combate.

    Seguimos.

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