
Além dos cinco países originais e fundadores do bloco, Egito, Etiópia, Irã, Emirados Árabes Unidos e Indonésia foram incluídos, e entre os chamados parceiros estão Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda e Uzbequistão.
Dispensa comentários a diversidade e o alcance da iniciativa.
Mas não querem se apresentar como contraponto aos EUA de Trump, enquanto tentam emplacar políticas públicas, acordos e compromissos opostos.
Então, fica difícil não serem observados com desconfiança — para falar o mínimo — por parte da atual liderança do Norte. Tanto que nem terminou o encontro que estão realizando no Rio de Janeiro e já sofrem ameaças de 10% adicionais nas tarifas previstas anteriormente no comércio com os EUA de Trump.
A carta do encontro saiu, com ênfase no multilateralismo, defesa da integridade dos povos, da paz e da natureza. Importante frisar que não são só a favor da paz — que, em certa medida, todos somos — mas contra a guerra, que parece o mesmo, mas é muito mais.
E criticam a inoperância dos atuais arranjos multilaterais, ONU sobretudo, paralisada pelos vetos e incapaz de mediar os conflitos mundiais atuais.
Não tem sido fácil conseguir avançar em negociações políticas inclusivas no atual cenário mundial; incertezas econômicas afligem e agitam.
E, enquanto digladiam interesses comerciais das grandes potências, o BRICS tenta construir pontes — onde nosso Lula é figura ímpar e relevante diante das disputas — porque consegue reunir interesses e legitimá-los, enquanto negociam formas de convivência pacífica e proveitosa através deles e por eles.
E assim vamos tentando arranjar um mundo em mudanças constantes, permitindo formas de progredir sem fazer do vizinho um inimigo.
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