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Blog do Franco

  • Sua excelência, o fato.

    novembro 25th, 2023

    Há um desacordo entre a pauta do STF e do Senado. Na Câmara, não fossem os inúmeros processos do Lira, que o obrigam a pisar em ovos com a justiça, a disputa seria integral entre a Câmara, o Senado e o STF.

    Se o fascista tivesse sido reeleito, o Executivo estaria não apenas incluído na disputa contra o STF, mas liderando o ataque, com Moraes como alvo preferencial.

    As bancadas, tanto no Senado quanto na Câmara, teriam número suficiente para um ataque contundente. A vitória do Lula desmobilizou a maioria mais interessada em cargos, vantagens e poder, permitindo até agora uma tensão reprimida que agora, por interesses internos de disputa da futura presidência no Senado, mostra um pouco da bagunça que seria a relação entre os poderes se outro ocupasse a cadeira de presidente.

    Lula, à sua maneira, entende e sofreu a extrapolação de leis, o ativismo do STF, que passou da fase de interpretar a lei para legislar por conta própria. Atualmente, Barroso como presidente seria, por si só, um desastre hermenêutico, ele que se vê como o procurador geral da República e ministro do STF, entre outras alucinações. Conter o STF dentro de suas atribuições não é uma má ideia, infelizmente motivada pelos motivos errados. Zanim foi uma nomeação nesse sentido, e o novo ministro mostra que não vai inventar leis, mas aplicá-las, sejam boas ou ruins. Que se mudem as ruins no legislativo, ou que sejam cumpridas. Ponto.

    Senadores bolsonaristas buscam um candidato para a próxima presidência da casa e são o fiel da balança na disputa pelos votos internos na próxima eleição. Daí os acenos dos candidatos a presidência do Senado, tendo como alvo o STF, que reage sabendo do tamanho do rabo que está à mostra.

    Existe também uma diferença entre o projeto de governo vitorioso e o projeto legislativo vitorioso. O que pode ser visto até como uma certa defesa dos contrapesos das instituições, com os vetos mantendo a balança de poder equilibrada, parece, porque em alguns momentos, balança perigosamente e pode desandar.

    Nada disso é bom; o legislativo brasileiro é um desastre, mas nem sei dizer se é o pior de nossas instituições. Se eles brigam, nem tão ruim é, verdade seja dita. O presidente Lula assiste de fora ao desatino, servindo como lugar de equidistância e equilíbrio. Isso lhe favorece, embora não favoreça o Brasil.

    Que nem entre na equação na disputa pelo poder, que tem uma lógica própria, uma conta de somar e multiplicar, a partir dos grupos eleitos, nomes que as pessoas, após a eleição, nem sabem dizer mais quem foi, segundo pesquisa recente. Que repete as anteriores, sem nenhuma novidade.

    Enquanto temos nosso Lula para segurar as pontas, vamos levando.

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  • Me adianta ” El Agnaldo”.

    novembro 24th, 2023
    Foto por Karolina Grabowska em Pexels.com

    A palavra ‘Agnaldo’, para os argentinos, representa o equivalente ao nosso décimo terceiro salário.

    Peço que pesquisem os motivos.

    Esta postagem destaca o desespero dos funcionários públicos, que temem não receber do futuro governo e solicitam antecipação do pagamento ao governo atual.

    Não tenho a resposta, mas sei que não pode demorar.

  • Feudalismo nunca existiu.

    novembro 23rd, 2023
    Foto por Phil S em Pexels.com

    Conheço a tese de que o Feudalismo ensinado nas escolas, na verdade, nunca existiu. Refiro-me ao Feudalismo restrito, que afirma a paralisação completa do comércio entre os povos, feudos e pequenas comunidades. Ainda não havia a formação dos estados nacionais, nem a sua mais completa tradução.

    O que de fato existia eram comunidades, povos, tribos e cidades-estado, e entre todos esses, a paralisação completa da troca comercial nunca ocorreu. Ela foi restrita, diminuiu e mudou, mas continuou.

    Essa lembrança me ocorreu devido às movimentações em virtude da manifestação do líder argentino que ameaça romper relações comerciais e políticas com o Brasil. O governador da Província de Buenos Aires chamou o embaixador brasileiro para conversar, indicando a importância da manutenção de acordos e parcerias. Da mesma forma, o presidente brasileiro, Bolsonaro, pretende levar governadores de seu grupo político, como São Paulo, Santa Catarina e Goiás, para a posse de Milei, buscando firmar parcerias sem a participação do governo Lula.

    Inicialmente, essas movimentações me preocupam, indicando um enfraquecimento dos estados nacionais e das políticas públicas estratégicas. Pode até ser verdade, mas pensando melhor, acredito que os laços econômicos devem sempre ser fortes e fortalecidos. Eles podem até resistir a barreiras ideológicas momentâneas e equivocadas.

    Assim, deixa rolar. Cada um que se vire como pode. Essas ações podem ajudar a combalida economia argentina a sobreviver e, posteriormente, superar o desastre atual.

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  • Lula! Não vá. Manda a Resistência.

    novembro 23rd, 2023

    Ofendido repetidamente e de forma agressiva pelo indivíduo escolhido o futuro Presidente da Argentina. Por um breve e tumultuado período, penso. Nosso Presidente Lula, em hipótese alguma, deveria comparecer à posse do alucinado portenho, mesmo que o desequilibrado peça desculpas.

    Aliás, tais desculpas já foram impostas como condição para qualquer diálogo pessoal no futuro.

    Estão dizendo que Alckmin irá representar o Brasil na posse que ocorre no próximo dia 10, mas tenho uma sugestão diferente, considerando a proximidade do maluco argentino com animais, vivos e mortos.

    Sugiro enviar a cadela Resistência, que foi adotada naquele período nefasto quando Lula estava preso nas masmorras de Curitiba.

    A escolha da enviada será de acordo com o personagem em questão.

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  • Previsões, para 2023.

    novembro 23rd, 2023

    Observando a pesquisa realizada entre os operadores do mercado financeiro no Brasil, que ilustra o Post, nota-se que, no início de 2023, 73% deles esperavam uma recessão no país ao longo do ano. Mesmo diante da realidade atual, com um crescimento projetado de 3%, 27% dos especialistas econômicos persistem na ideia de que 2023 terminará em recessão.

    Bem, pensar que em um grupo financeiro de elite, um terço acredita nisso, mostra a cretinice reinante.

    Mas há mais, e eu preciso de outra imagem para continuar.

    Leia atentamente e tente entender, pois parece que, além dos gênios econômicos, o Brasil convive com o jornalismo de contradição, que consegue incluir todas as possibilidades, excludentes entre si, em uma mesma manchete. Evidentemente, assim, não informam nada e ninguém; antes, confundem. E parece ser exatamente essa a intenção.

    Estamos recebendo notícias de assédio pesado em redações de jornais no Brasil, algo que não é surpresa para muitos. A contratação de processos na justiça do trabalho e a exposição da tragédia em nossas redações, entretanto, não deixam de chocar. Se você não sabe, saiba, a indústria de fake news e ataque ao governo, inventando os maiores absurdos e mentiras, age dentro das redações pelas chefias editoriais. Que foram parar na Justiça do Trabalho.

    Quanto aos sábios da economia, parecem ser os únicos que leem e acompanham os jornalistas das manchetes acima. No lugar deles, também estaria completamente perdido quanto aos verdadeiros fatos e acontecimentos atuais.

    Sugiro a eles e a todos que busquem garimpar a boa informação e tentem averiguar, confrontando o narrado com a realidade.

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  • É nosso.

    novembro 22nd, 2023

    A reunião de ontem com o Presidente da Petrobras, Prates, Lula, Haddad e o Ministro da Indústria, pouco destacada, me pareceu de vital importância.

    Foram avaliados quatro pontos: preço brasileiro dos combustíveis, investimentos prioritários em petróleo e gás, conteúdo nacional nas compras e distribuição de dividendos dentro das práticas comuns do setor.

    “Preço brasileiro” significa que a Petrobras ainda está cobrando caro pelos nossos combustíveis e não tem acompanhado a queda do preço do barril no mercado mundial, nem a queda da cotação do dólar. Aqui o cuidado é fundamental; quanto mais baixo for o preço do nosso combustível, mais a inflação vai ceder e o Banco Central, com a política do Bolsonarismo, vai baixar os maiores juros do mundo. Remover a trava dos juros é fundamental para o crescimento do Brasil.

    Rever a política de investimentos está relacionado à urgência do país em realizar grandes negócios. A Petrobras é a principal empresa brasileira, e seus investimentos fazem muita diferença nos rumos gerais da economia. Quanto mais e melhor investir, mais o Brasil cresce.

    A compra de conteúdos nacionais é a tentativa de retomar estaleiros e serviços específicos da cadeia de petróleo e gás, que estão parados desde o golpe em Dilma. Não é possível ficarmos gastando com empresas estrangeiras e deixarmos as nossas paradas. Além disso, é uma promessa de campanha que funciona e emprega muita gente na indústria.

    Por fim, a política de continuar distribuindo R$ 20 bilhões em dividendos e perdendo capacidade de investimentos com essa maluquice. As maiores empresas de petróleo do mundo não distribuem mais de R$ 8 a R$ 10 bilhões, e a Petrobras não tem motivo para continuar favorecendo acionistas minoritários e deixando de lado seus investimentos.

    Foi uma reunião muito importante e tratou de temas muito sérios que precisam de resposta imediata. Para o atual presidente da Petrobras, Prates, foi uma espécie de aviso. Ele entendeu tanto que volta na semana que vem com todo o plano de negócios para discutirem juntos no Planalto.

  • Milei : mais pra Collor do que pra Bolsonaro?

    novembro 22nd, 2023

    Eu percebo no atual presidente da Argentina mais semelhanças com Collor do que com Bolsonaro. Ele não possui histórico partidário, não tem apoio das forças armadas, não conta com o respaldo de igrejas evangélicas, e veio da TV, onde era analista de economia. Não é um ignorante e tem práticas de ocultismo em seu currículo. Tudo semelhante a Collor.

    Seu autoritarismo é diferente do Bolsonaro; não tem proximidade com milícias ou crime organizado, e não enfrenta acusações de corrupção, rachadinhas ou posse de patrimônio incompatível com sua renda.

    Assim como Collor tinha seu PC Farias como homem da mala e chefe de seu esquema, Milei ainda não assumiu, então falta surgir esse tipo de parceiro para ele. Talvez seja a irmã; vamos aguardar.

    Milei propõe um tratamento de choque na economia, e alguma espécie de confisco ou quebra de contratos é provável. Ele diz que não, mas anunciou a paralisação de todas as obras no país e o fim dos repasses obrigatórios para as províncias, que são os estados por lá. Isso me parece uma quebra de contrato bastante séria.

    Ele aparenta ter apenas um plano para seu governo: a dolarização. E ele fala em seu próprio nome quando se refere a temas econômicos, dispensando o “Posto Ipiranga” típico de nosso ex-presidente.

    Collor falava em bala de prata quando se referia ao seu plano econômico e promoveu uma abertura econômica destrambelhada, iniciando o ciclo de destruição industrial que só foi parcialmente revertido no primeiro governo de Lula.

    O que de Milei percebo em seu início pode valer também para o que prevejo em seu fim. Dificilmente ele terminará seu mandato.

    Nosso ex-presidente, apesar da preguiça e incompetência, se agarrou ao cargo, entregou tudo para o centrão e foi vender jóias e andar de moto. Chegou ao fim de seu mandato mantendo seu eleitorado, que quase o reelegeu.

    Vamos ver o que acontece.

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  • Drible da vaca.

    novembro 21st, 2023

    A ilação é complicada, mas irresistível.

    O governo teve o ano inteiro para concluir o acordo entre o Mercosul e a União Europeia, afirmou que ia fazê-lo, mas não foi adiante e acabou por não ser realizado.

    O prazo final é 10 de dezembro, quando o novo governo argentino assume, e aí nenhum tratado será assinado. Assinará, o novo presidente Argentino, apenas com os EUA, caso Trump retorne; somente com o Brasil em 2034, se Bolsonaro voltar; com Bibi de Israel, aí sim, estará liberado desde já.

    Não é para lamentar o fato do acordo entre Mercosul e UE não ter sucesso, pois já falamos algumas vezes sobre o tratado e nunca me convenci de que seria um bom negócio. Eles vendem computadores e máquinas, enquanto nós exportamos banana, soja, um pouco de carne e talvez frango. Isso não é vantajoso.

    Devido a uma série de obstáculos e imposições por parte dos europeus, especialmente em relação às metas ambientais, o Brasil rejeitou a proposta. Lula reclamou publicamente da iniciativa, chamando-a de pouco amigável, e a assinatura foi sendo adiada, atrasada, reiniciada, e agora, na véspera do novo governo argentino assumir, há essa correria, mas parece que nada vai acontecer.

    Lula ligou para a Europa, agendou reuniões, e diz que tem pressa. Alguma coisa me diz que há um dedo oculto, uma intenção escondida, de nunca assinar esse acordo nas condições atuais. Talvez, um acordo futuro, com condições melhores, ainda possa ser avaliado.

    Agora acabou, e me fica a impressão de que nosso Lulinha, enquanto acelera o BRICS a mil, estava freando esse outro acordo com os europeus.

  • A volta dos que não foram.

    novembro 21st, 2023
    Foto por Miguel u00c1. Padriu00f1u00e1n em Pexels.com

    O PIG está de volta, o Partido da Imprensa Golpista, criação do saudoso Paulo Henrique Amorim, está de volta, sem nunca ter ido.

    A cobertura do genocídio na Palestina dá o tom geral da índole da nossa imprensa parcial e desumana.

    E concordo com a expressão que descreve o jornalismo do PIG como de implicância, que depois escala para os ataques e segue com mentiras e apoio a golpes.

    Em resumo, não aceitam, não querem e preferem derrubar tudo, mesmo que afundemos todos.

    Por exemplo, é o que acontece agora na Argentina, que chamam de libertário, liberal ou de direita, um sujeito e um futuro governo claramente extremista e fascista.

    Observo mais uma vez que isso nos dará a oportunidade de conhecer os efeitos nefastos de políticas liberais radicais, sustentadas a baionetas e violência. Alguém espera que as medidas que serão tomadas por lá sejam impostas na conversa?

    E não é só isso. Uma inspiração pela Escola Austríaca de economia, totalmente alucinada, será implementada e aviso que fracassará. Depois, vão dizer que não foi bem feito, não foi bem implementada, faltou isso ou aquilo. Preferem ficar com a teoria, impossível de ser executada, mesmo à força, do que com os resultados desastrosos que ela apresenta.

    Enfim, sobre os países desenvolvidos, ricos e saciados nos seus dias, eu sempre que tenho oportunidade relembro que só têm o que têm, vivem na riqueza e na fartura porque são colonizadores e ladrões das riquezas alheias. Atualmente, disfarçam e formam alianças militares de armas, exatamente como sempre fizeram. Um país viver de trabalho e desenvolvimento, como a China faz atualmente, sem invadir e saquear, me parece um feito inédito na história do mundo.

    Vamos em frente, defendemos o nosso governo com convicção e serenidade; as propostas da oposição são inferiores e os resultados, idem. A imprensa defende o rentismo, os altos juros, as tarifas altas de serviços essenciais como água e luz, ao mesmo tempo que sonega e protege quem não paga imposto de renda e investe no exterior.

    Estão em cima de Dino, inventando escândalos; quando eles não existem, eles inventam. E agora estão dizendo que o PT e o Lula perderam as eleições na Argentina. Alucinados de ódio e preconceito. A saudação de Lula pela vitória e que não citou o nome do Milei, esta sendo criticada dia e noite. E fingem não perceber que Biden, até agora, não mandou nenhuma mensagem para o novo Presidente Argentino.

    Quando a bomba Argentina explodir, porque garanto que vai, fazem que não é com eles.

    Só que a gente não esquece.

    Enfim, eles têm um lado e inventam. Nós também temos e espalhamos a verdade.

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  • Divide et impera.

    novembro 20th, 2023

    Na semana que se inicia com a expectativa da provável indicação de Paulo Gonet como o novo Procurador-Geral da República (PGR), apoiado por Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, e de trajetória conservadora conhecida, é notável a quantidade de pessoas reclamando, principalmente nas hostes progressistas.

    Embora seja comum que qualquer nomeação para qualquer posição provoque críticas, uma nomeação tão importante como a de PGR provoca muito mais.

    Os exemplos de surpresas em nomeações e alianças políticas são tão numerosos que suspeito que achar e citar exemplos de fidelidade e coerência perca fortemente de goleada.

    É disso que tratamos: de conveniência, de acordos, de alianças, de política aplicada na veia. A garantia nesses casos, permitam-me dizer, é relativa, para não dizer quase nula.

    Ao observar a atual composição do STF, lembrando quem nomeou quem, uma rápida reflexão sobre os julgamentos da última década e suas consequências , é reveladora.

    Lembremos que Gilmar Mendes e Alexandre Moraes foram nomeados por FHC e Temer, respectivamente, para citar apenas dois exemplos. Ah, Toffoli foi nomeado pelo Lula. Fux pela Dilma, etc

    Claro que todo o cuidado deve ser tomado, sem ilusões, na escolha de cargos tão importantes, e é isso que todos tentam fazer na medida do possível.

    No caso de Gonet, outra característica do Lula sobressai, e aqui ele não inova, apesar de não vermos a aplicação dessa prática com a devida inteligência, por essas bandas: divida e impere!

    Essa recomendação vem de longa data e, acreditem, funciona.

    Isso também se aplica, sem entrar no mérito da questão, do orçamento cada vez mais robusto nas mãos do Congresso. Com Dilma na presidência, o orçamento dos congressistas era de 8 bilhões, com Temer foi para 13 bilhões, com Bolsonaro para 30 bilhões e agora querem chegar a 40 bilhões. É uma quantia significativa que pode se transformar em fonte de corrupção, chafariz e outras práticas questionáveis. No entanto, observe bem, se essa gente está à venda, vamos comprar e fazer as reformas que o Brasil precisa.

    É uma crua, nua e dura realidade. E só mudará se o conjunto da sociedade alterar os critérios de escolha dos congressistas, ponto. Se é que tem algum. Outro ponto.

    A vitória do fascismo na Argentina mostra os perigos que rondam nossos países, considerando sempre a diversidade e distintas orientações e interesses políticos que a cada eleição parecem pender para o lado mais conservador, ao menos por hora, a única maneira de manter o comando das ações é sair na frente, antecipar tendências, somar e dividir na hora e na necessidade certa. Exige uma disposição e arte disponível para poucas pessoas, e temos essa pessoa no nosso governo.

    As opções disponíveis são limitadas, mas existem, com um pouco de atenção podemos notar as novas e promissoras lideranças surgindo. Na Argentina também, o recém eleito governador da província de Buenos Aires é jovem e tem futuro, ainda mais diante do previsível desastre contratado.

    Gonet está recebendo uma chuva de críticas quanto a sua indicação, vamos ver a decisão do Lula e se uma outra opção aparece. De qualquer maneira, o sucesso de um governo depende de do somar. Repare, como os liberais e direitistas não fazem e por isso fracassam, preferem governar para os seus e aí não progridem, porque ficam limitados e travados. Travando o crescimento e limitando o progresso.

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