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Blog do Franco

  • Guerra e paz.

    abril 14th, 2024

    O Irã respondeu ao ataque à sua embaixada na Síria com drones e mísseis direcionados para a base dos aviões no deserto do Neguev, em Israel. A base de onde partiram os aviões que destruíram a embaixada e mataram 6 generais iranianos que lá estavam.

    Após essa blitz relativamente contida e anunciada, até navios de guerra dos EUA estavam deslocados para a região, sabendo do ataque, o Irã comunicou que encerrava a operação de autodefesa.

    Israel convocou uma reunião de emergência na ONU, sim, onde eles mesmos não respeitam nenhuma decisão, e vamos aguardar até o fim do dia o que vai acontecer.

    O mais provável é que mais sanções do G7 sejam anunciadas e o isolamento do Irã com o Ocidente se aprofunde.

    O preço do petróleo subiu de véspera porque todos sabiam do ataque. Provavelmente amanhã cairá para os valores anteriores, que estavam altos.

    Israel recebeu uma represália pela primeira vez na história diretamente em seu território do Irã, sem dúvida nenhuma por conta da região manchada de ódio e sangue pelo genocídio do povo palestino. O mundo multipolar também tem culpa do ataque, no sentido do enfraquecimento da pax americana. Um novo arranjo estratégico multipolar está em ajustes e até lá a coisa vai ser perigosa, conflituosa e imprevisível.

    Biden está recuperando o espaço perdido nas pesquisas e pode estar ligeiramente à frente agora. Voltar a falar e participar de guerras é tudo o que ele não precisa, mas Netanyahu é muito mais aliado de Trump do que dele. Embora Trump não apoie guerras, o principal motivo que o levou à vitória na disputa anterior.

    Acho que ficamos assim por enquanto, mas se tem um assunto que sempre quero encerrar e não acerto previsão é quando falamos de guerras. Não consigo penetrar na cabeça de quem atira bombas.

  • Nosso Norte é o Sul.

    abril 13th, 2024

    Reparou quem está no centro do mundo? Já fui parte de países subdesenvolvidos, em seguida de países em desenvolvimento e agora sou o sul global. Prefiro assim.

    Novo mapa do IBGE.

  • Qual é mesmo a missão do Banco Central?

    abril 13th, 2024

    “Garantir a estabilidade do poder de compra da moeda, zelar por um sistema financeiro sólido, eficiente e competitivo, e fomentar o bem-estar econômico da sociedade. “

    (Missão do Banco Central)

    O problema é que a atual presidência esqueceu da missão e fala de tudo, menos do seu quadrado.

    Múltiplos foram os alvos nos últimos meses, ajustados conforme o objetivo de controle da inflação se aproximava da meta, e a cada ajuste o banco incluía novos objetivos e debates estranhos, sempre na desculpa para manter os mais altos juros do mundo.

    E crescentes! Os juros reais no Brasil estão subindo em 2024, a queda da taxa Selic está inferior à queda da inflação no ano, por mais incrível que pareça.

    Já se falou de desafios externos, pressões de serviços, desemprego e commodities, os desafios fiscais, a reforma tributária e o ciclo lunar. Tudo bem, se é assim que o Banco Central vai atuar daqui para frente, o que ele tem a dizer sobre como aumentar o crescimento do PIB e diminuir o desemprego? Como estimular o investimento produtivo e privado no Brasil? Como fazer os bancos baixarem os juros de agiota praticados no Brasil?

    Para as questões relevantes não tem e não quer ter respostas. Fica só empurrando com a barriga justificativas cretinas enquanto exige fiscal equilibrado, mas o que desequilibra é exatamente o pagamento do serviço dessa taxa de juros criminosa.

    Se observarmos os lucros das empresas que se dizem imprensa no Brasil – rádio, televisão, jornais e revistas – constatamos que o lucro vem apenas da tesouraria, ou seja, na aplicação de dinheiro. A atividade dessas empresas é deficitária. Desconfio que o mesmo se pode dizer dos bancos no Brasil, particulares e públicos, pois sem o rendimento das aplicações no tesouro direto essa turma de delinquentes não consegue resultado lucrativo algum.

    E, ainda por cima, estamos na batalha por superávit fiscal primário, enquanto o superávit total sofre horrores pagando 500 bilhões este ano de serviço da dívida pública. No passado pagou 800 bilhões. Essa derrama parece não incomodar ninguém, porque vai para o bolso do 1% e dos bancos. Mas é nosso flanco mais frágil no atual momento econômico e pode servir mais à frente de desculpas para tentarem frear o investimento público, que é uma fração desse volume indecente de dinheiro jogado fora. O culpado por essa vergonha é a taxa Selic mais alta do mundo.

    Até quando?

  • Nosso exército Brancaleone.

    abril 12th, 2024

    A comitiva de desajustados deputados em passeio dominical nos EUA, com direito a coletiva de imprensa improvisada na calçada, após encontro com alguns pares congressistas igualmente inexpressivos entre Republicanos, teve supostamente o objetivo de levantar sanções contra o Brasil, segundo o grupo de desmiolados por conta de uma ditadura vigente no país.

    Primeiro, é importante destacar que quem gosta de promover ditaduras são eles, que por sinal estão quase todos os deputados turistas incluídos no levante e na micareta fascista do dia 08/01 ainda em investigação.

    Segundo, o partido atualmente no poder nos EUA não é o Republicano, derrotado por Biden do partido Democrata. Portanto, do congresso, é improvável que promovam sanções contra quem quer que seja sem o apoio do executivo.

    Terceiro, é difícil imaginar iniciativa mais inútil do que viajar mundo afora inventando sandices contra seu próprio país, uma espécie de ajuntamento Guaidó, que não faz nenhum arranhão nas nossas relações internacionais além do riso que deve provocar em quem tem o azar de tomar conhecimento da presepada.

    Por último, fica o registro de mais uma bobagem, que nossa imprensa declaratória e isenta faz questão de nos informar, talvez porque também estejam entupidos de boas notícias e do nosso progresso econômico, e preferem sempre olhar para o outro lado para não precisar informar corretamente nossa população dos nossos reais interesses e dos resultados positivos que estamos novamente alcançando.

  • De Lira.

    abril 11th, 2024

    O presidente da Câmara perdeu as estribeiras e começou a ofender e atacar publicamente o ministro Padilha, que é o articulador político do governo no Congresso.

    O motivo de tanta ira de Lira é a derrota da votação de ontem na Câmara, quando a maioria dos parlamentares optou por manter a prisão do miliciano acusado de mandar matar Marielle.

    Lira fez de tudo, juntamente com seu grupo, os bolsonaristas incluídos, para libertar o miliciano, em vão.

    A conta da derrota foi toda para Lira, que atingiu até seu candidato à própria sucessão, algo mais que relevante considerando que o próprio Lira anda tomando café frio ultimamente.

    A reação furiosa ainda não repercutiu, mas acontecerá em breve. O presidente Lula elogiou publicamente seu articulador agora à tarde também, garantindo que Padilha tem uma missão difícil, mas a cumpre muito bem e continuará.

    Eu penso que fica nisso, uma briga meio na base pessoal, algo que Lira fez questão de assinalar e deixa assim uma porta para isolar o conflito.

    Padilha é o futuro, Lira vai ficando para o passado.

    Dizem que a disputa em Alagoas, reduto eleitoral de Lira, também não anda boa, com seu rival Renan Calheiros – e o filho, ministro, Renan Júnior – vão fazer 60% das prefeituras do estado. A turma de Lira não chega a 30%.

    É esperar para ver.

    Tem mais, com relação à sucessão da presidência da Câmara, o candidato de Lira perde força junto com seu padrinho e o pastor do Republicanos cresce nas apostas. Nem Lira nem os bolsonaristas querem o pastor na liderança da Câmara.

    Ou seja, motivos para tamanha fúria não faltam, o que parece faltar é força para mudar o quadro de decadência.

  • Sem máscaras.

    abril 11th, 2024

    Ontem foi uma oportunidade para observar os rigores dos justiceiros encastelados na Câmara dos Deputados. Próximos dos dias de votação sobre a proibição de qualquer quantidade de posse de maconha como crime, eles votam pela soltura do suspeito de assassinar a vereadora Marielle.

    Na comissão, ainda foi possível ouvir alguns argumentos inacreditáveis, sugerindo que assassinos não pegos em flagrante têm direito a responder em liberdade. Mesmo quando se trata de um crime de tamanha gravidade, cometido por alguém com poderes enormes tanto para fugir quanto para intimidar e obstruir os inquéritos, como, aliás, fez durante anos seguidos.

    Até o filho 02 do presidente precisou gravar um vídeo defendendo a soltura do criminoso, ausente do plenário em mais uma daquelas viagens internacionais obscuras, precisou romper o silêncio para dar satisfação às suas bases, todas esperando o apito do cachorro sobre como proceder.

    Não sai barato essa defesa aberta de um criminoso tão perigoso e audacioso. O caso é de conhecimento amplo e impacto, os deputados e seu líder, Arthur Lira, promoveram mudanças regimentais de última hora para evitar exposição demais, como a diminuição do tempo de debate e de falas, inclusive dos líderes do plenário. A coisa precisava ficar na moita, mas nem assim conseguiram. Mais uma vez o governo, que enfrentou a questão e escalou seus principais articuladores, quis manter Brazão na prisão. Até porque o bolsonarismo queria mandar recados ao STF e ninguém aguenta mais recados dessa gente.

    Quem anda perdendo o rebolado é Arthur Lira. Apesar de seguir manobrando sem critério e limites, vai perdendo no voto e suas teses estão ficando pelo caminho. Só lhe resta o extremismo de direita; em seu estado, o adversário são os Calheiros, pai senador e filho ministro, que ocupam o centro e centro-direita, até flertando com a centro-esquerda. Lira já vê o fim do seu túnel, com as eleições municipais no segundo semestre e a paralisia quase total do parlamento, faltam apenas algumas poucas semanas para seu poder acabar. Parece que já começaram a servir o café mais frio para ele.

    O bolsonarismo deve enfrentar mais um ponto de fragilidade agora. Brazão deve pegar uns 100 anos de cadeia e só vai restar a delação e acordos. Cobras e lagartos são esperados. Isso se coisa ainda pior não sair da boca imunda do miliciano assassino. A votação de ontem que manteve a prisão do bolsonarista Brazão foi mesmo um recado, para os Bolsonaros e Liras, que o tempo não corre mais a favor deles, muito pelo contrário.

  • Bateu, levou.

    abril 9th, 2024

    A mudança na orientação das atitudes do governo em relação às críticas e às mentiras contrárias está tomando corpo de forma inédita neste episódio envolvendo o Moska.

    Até a reação do STF, embora mais contida, não deixou sem resposta a sequência de impropérios do bilionário maluquinho.

    Havia uma posição antiga de deixar sem resposta os ataques dos adversários durante os períodos entre as eleições. Responder a acusações ou tentativas de polemizar era encarado como uma oportunidade para os críticos se destacarem, mas ao responder, o governo colocava-os na defensiva, uma posição indesejada e rechaçada.

    Isso mudou.

    E é interessante notar que quem levantou essa bandeira foi o então presidente Collor, enxovalhado e atacado por tudo e todos. Ele lançou a máxima do “bateu, levou” no trato dos debates públicos.

    Talvez porque o resultado tenha sido o fim do governo Collor, deixando a impressão de que essa tática não era lá muito recomendável.

    O que não está acontecendo agora.

    Com as fábricas de ataques a mil por segundo, atraindo até mesmo interesses de bilionários desocupados, a situação tomou outro rumo e os governos atacados resolveram responder no mesmo tom e no mesmo momento.

    Tempora, mores.

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  • O PL 2630 pousou no Moska.

    abril 9th, 2024

    O atual levante fascista contra o governo brasileiro e seu poder judiciário continua, enquanto o cerco vai se fechando inexoravelmente contra os golpistas. Era esperada uma reação, mas não era esperado que ela viesse de fora, do bilionário fascista dono do X, que aproveita seu alcance descomunal para fazer seus movimentos.

    O objetivo não está claro; há quem ache que são interesses econômicos frustrados, outros que ele está atacando a China através do Brasil, alguns acham que ele está querendo atingir Biden. E há quem pense que ele quer proteger seu aliado periférico do bolsonarismo agonizante exatamente pelas mãos da justiça.

    Como o maluco começou falando do ministro Moraes e agora incluiu o presidente Lula nos ataques, pode ser mesmo um apito geral do fascismo mundial e uma manifestação de uma personalidade irresponsável que adora uma polêmica para se distrair nos dias entediantes.

    Seja qual for o motivo, ou a soma deles, a nossa turma interna amoitada no PIG aproveita para tentar ressuscitar o PL 2630, aquele das fake news que anda esquecido porque incluiu um monte de coisa que não deveria, que discutimos aqui, e acabou na gaveta por excesso de esperteza.

    Não por acaso, tentam emplacar, usando os interesses inconfessáveis do Musk como biombo para seus próprios interesses igualmente inconfessáveis.

    Não vejo por parte do Congresso nenhum entusiasmo; o ano é curto em prazo por conta das eleições municipais, e o governo apressou a regulamentação da reforma tributária aprovada no ano passado, que é uma prioridade. A matéria chega na Câmara semana que vem e deve monopolizar a atenção.

    O Pachecão não perde a oportunidade e diz que algum dia faremos esse controle das redes sociais. De fato, o mundo todo discute o melhor caminho. E certamente ele não passa por incluir na nova regulamentação um monte de interesses para facilitar a tramitação e aprovação da lei. No caso brasileiro, o resultado foi o oposto, e para ressuscitar o PL 2630 no futuro, penso que só será possível se desdobrar o projeto em uns 3 ou 4, cada qual tratando de um assunto específico.

    O Moska continua atacando; efetivamente, nenhuma ameaça foi cumprida. É sim um momento de reagir não só a ele, mas ao conjunto fascista que tem mais uma micareta convocada para dia 21 no Rio de Janeiro.

    Falta concluir o trabalho e mandar o chefe para a cadeia. E, sobre isso, até agora, falta saber a conclusão do despacho do MP sobre a estadia do ex-presidente na embaixada da Hungria. Ao menos uma torna eletrônica precisa ser adotada. Depois que ele fugir, não adianta.

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  • O rio corre para o mar.

    abril 8th, 2024

    A virada para 2024 e a convicção de que mais uma vez Lula e seu governo estão atendendo às verdadeiras necessidades do povo reacenderam as chamas dos conservadores, agora aliados aos fascistas.

    O conservador é aquele que está satisfeito, tem sua vida resolvida ou encaminhada e prefere mantê-la assim; qualquer sombra de mudança é vista como uma ameaça e ele a rejeita.

    O fascista abrange diversos tipos, incluindo o conservador, mas é mais promovido por oportunistas que veem a chance de ascensão que normalmente não teriam. Eles desequilibram o jogo para cavar crises, e se não conseguem, ninguém ganha, o que para eles é um consolo.

    Um governo como o de Lula é inclusivo, proporciona oportunidades, e a ascensão ocorre quando essas oportunidades são aproveitadas. O que a maioria das pessoas precisa e não tem é uma oportunidade.

    Outra crença do conservador é em bloquear oportunidades, vistas como uma grande ameaça.

    Quando um governo como o atual se estabelece, é justo que a pessoa pense que melhorou de vida por mérito próprio, pois é exatamente isso. Ninguém é capaz de resolver todos os problemas; um bom governo é aquele que não fornece todas as soluções, mas sim abre caminhos para que cada um trace o seu próprio percurso.

    Por isso, o governo de Lula sempre tem êxito e os outros não. Abrir caminhos é crucial, pois a quantidade de potencial acumulado nas vidas é inesgotável. Uma avalanche se forma e transforma a contribuição individual em progresso coletivo.

    Posteriormente, parece mágica, brotando sem que se saiba de onde, porque na verdade não vem de um lugar específico, mas de todos.

    Esse segredo é conhecido, inclusivo e eficaz, mas ninguém o implementava antes, e aí reside a razão dos acertos anteriores e atuais.

    Funciona porque a vida quer dar certo, a juventude quer viver e conquistar; quando de alguma forma é possível enxergar o horizonte, caminhar até ele torna-se um instinto.

    Estamos novamente no caminho certo, as comportas da nossa criatividade, disposição e possibilidades estão mais uma vez se abrindo, embora ainda não completamente, o que depende mais do esforço coletivo em aproveitar o momento do que de uma decisão adicional do governo.

    Em seguida, certa ingratidão é normal, pois o mérito é próprio, uma vez que alguém tenha ajudado no começo. Mas deixemos isso para outra discussão; por enquanto, aproveitemos e sigamos o nosso próprio caminho, trabalhando e permitindo que todos façam o mesmo.

    Não há nada a conservar do modelo anterior, nenhum benefício na ação destrutiva do fascismo. O que funciona é viver e deixar viver, permitindo e proporcionando vida.

    Essa é uma fórmula infalível para progredir; testada, aprovada e reincidente.

  • A Moska.

    abril 8th, 2024

    O bilionário australiano não defende a liberdade de ninguém, exceto a sua própria e a do seu grupo, quando se trata de manipular, transgredir, desrespeitar limites e impor uma falsa realidade que os favoreça.

    Eles mentem tanto quanto necessário para sustentar suas falsas teses e interpretações dos fatos. Promovem o ódio, o racismo, e são os plutocratas de um mundo idealizado onde eles ditam as regras e nós obedecemos, consumindo seus produtos.

    Buscam alinhar um discurso fascista global enquanto afirmam defender a liberdade. Agredir e confrontar qualquer pessoa, instituição ou país que se oponha às suas perversidades é o mínimo que fazem.

    Enquanto no Brasil avançamos na economia e refazemos os processos e projetos necessários para o nosso desenvolvimento soberano, o fascismo se ocupa em tumultuar, tentando perturbar a paz e o equilíbrio necessários nos debates onde as decisões são tomadas. O que eles pretendem é desgastar, remover o elemento racional da base onde as transformações pacíficas e consensuais são construídas. Preferem sempre a disputa baseada no ódio e no rancor, pois é assim que conseguem disseminar suas ideias nocivas.

    É isso que estamos testemunhando, e isso não é algo novo. O Brasil vem enfrentando esse tipo de guerra desde pelo menos 2008, com o escândalo do mensalão, passando por 2013 e o movimento “não vai ter copa”, até a Operação Lava Jato. Conseguimos reagir quando começamos a entender melhor os mecanismos dessa guerra híbrida, também porque algumas instituições anteriormente cooptadas passaram a encarar com desconfiança e agora estão em combate aberto. Além disso, passaram a sofrer ameaças do monstro que ajudaram a criar.

    O “Moska” do Twitter, agora “X”, é um agente de destruição de reputações, um general do caos, aliado a todos os extremistas de direita no mundo. Age apenas de maneira deletéria, engajada, parcial, excludente e elitista. Um plutocrata engajado, abertamente contra um mundo mais justo e multipolar. Um verdadeiro lixo.

    Quando o Brasil entra no radar e nos interesses desse grupo, temos a oportunidade de entender melhor as práticas desses liberais, e o resultado é sempre um choque de interesses. Eles querem tudo, enquanto nós só queremos cuidar bem do que é nosso, sem interferências.

    O bolsonarismo é nosso lixo, de certa forma precisamos continuar limpando, pois o líder está inelegível e a caminho da prisão. A pressão contra os criminosos deve continuar, impedindo que eles destruam nossa convivência e nossa prática democrática inclusiva.

    Eles não nos permitem paz, não aceitam a tranquilidade. Que a espada da lei imponha limites a essa fúria destruidora.

    Defender a justiça, a democracia, e continuar impondo a derrota e a lei ao lixo fascista.

    Não é um passeio, mas estamos progredindo.

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