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Blog do Franco

  • Dia do único debate nos EUA.

    setembro 10th, 2024

    O debate entre Kamala Harris e Donald Trump certamente marcará um momento decisivo na corrida presidencial dos EUA, dado o cenário polarizado e a ausência de outros encontros programados antes das eleições de novembro. As negociações entre as campanhas foram tensas, o que culminou neste único embate, tornando-o crucial para ambos os lados.

    Nos EUA, assim como no Brasil, o valor dos debates eleitorais tem sido questionado. Com os candidatos mais focados em repetir discursos previamente preparados do que em interagir de forma genuína, os debates acabam servindo mais para criar manchetes do que para esclarecer questões. Mesmo assim, são oportunidades importantes para perceber a postura dos candidatos sob pressão.

    A substituição de Biden por Kamala Harris, uma questão que Trump certamente tentará explorar, reflete o desgaste de Biden e suas dificuldades cognitivas, que se tornaram um tema incômodo para os democratas. Trump, por outro lado, deve usar seu estilo combativo e direto para tentar desestabilizar Harris, principalmente pelo fato de estar atrás nas pesquisas, embora por uma margem estreita.

    O fator “guerras” é, de fato, uma questão delicada. Trump, em seu primeiro mandato, apresentou uma postura menos intervencionista em comparação a administrações anteriores, enquanto Harris, e o partido democrata de forma mais ampla, tendem a seguir uma linha mais tradicional em política externa, o que inclui o apoio a conflitos e alianças estratégicas pelo mundo.

    Será interessante ver como Harris lida com a retórica de Trump e quais são suas propostas para lidar com questões globais, inclusive com o impacto que isso pode ter no Brasil, especialmente em áreas como comércio, clima e relações internacionais.

    Aguardo para ver as repercussões, o debate em si muitas vezes oferece menos clareza do que o pós-debate e as narrativas que surgem nas horas e dias seguintes.

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  • Os seis gigabytes do Glenn e da Folha.

    setembro 10th, 2024

    Parece que as denúncias prometidas por Glenn Greenwald e publicadas pela Folha não tiveram o impacto esperado, especialmente no contexto político e jurídico brasileiro. A promessa de uma “montanha de informações” que traria grandes revelações sobre o Ministro Alexandre de Moraes e o Supremo Tribunal Federal (STF) acabou gerando mais barulho do que substância, e os supostos escândalos não trouxeram provas contundentes que pudessem realmente abalar as instituições.

    Essa postura de Glenn, frequentemente alinhada com uma visão liberal absoluta da liberdade de expressão, o coloca em uma posição de confronto com instituições que, no Brasil, têm sido fundamentais para combater a desinformação e proteger a democracia, sobretudo em momentos críticos como as tentativas de golpe e a propagação de fake news pelas redes bolsonaristas. Ao que parece, Glenn falha em contextualizar as lutas locais e as especificidades da política brasileira, adotando uma visão mais globalista e descolada da realidade. Além de muita arrogância.

    Enquanto isso, a Folha, conhecida por sua posição crítica ao governo e às instituições estabelecidas, viu nessa parceria com Glenn uma oportunidade para abalar o cenário político e promover uma narrativa de excessos por parte do STF. Porém, ao invés de revelações escandalosas, o que foi entregue acabou reforçando a narrativa contrária, expondo uma falha ao tentar pintar o STF e o ministro Moraes como vilões do momento.

    O papel de Glenn no apoio indireto a visões de extrema-direita, como as de Trump, evidencia suas motivações pessoais, o que fica ainda mais claro quando se observa o cenário dos EUA, onde ele parece negligenciar os perigos do fascismo crescente para defender suas convicções libertárias. Sua incapacidade de reconhecer o papel de Trump na polarização e radicalização política, tanto nos EUA quanto no Brasil, mostra uma visão distorcida da realidade.

    No fim, o resultado foi uma “montanha” de expectativas que não entregou nada significativo, reforçando o enfraquecimento do bolsonarismo, especialmente com o baixo engajamento nas ruas e na Paulista. A estratégia da extrema direita, de tentar se reorganizar através de escândalos fabricados ou ampliados, parece ter atingido seus limites, e o “mito” continua a perder terreno, sem perspectiva clara de futuro.

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  • A Semana de 60 dias.

    setembro 10th, 2024

    A semana realmente será decisiva, com a agenda cheia de pautas importantes a serem resolvidas antes que o Congresso entre em recesso para focar nas eleições municipais. O esforço concentrado busca atender três frentes cruciais:

    1. Regras de Emendas: A proposta que visa regulamentar as emendas parlamentares, eliminando as emendas secretas, é fruto da pressão do STF, especialmente sob a condução do ministro Flávio Dino. A nova regulamentação impõe maior transparência, exigindo que a origem e o destino das verbas sejam claras, com prestação de contas detalhada. Este projeto visa moralizar o uso das emendas e destravar os recursos que foram bloqueados até que haja garantias mínimas de transparência.
    2. Reforma Tributária: A regulamentação do segundo Projeto de Lei Complementar (PLP) da reforma tributária, já aprovada no Senado, encontra-se pendente de votação dos destaques na Câmara. A Câmara, no entanto, adiou a apreciação até que as questões envolvendo emendas fossem resolvidas. Agora, com a possibilidade de avanços no tema das emendas, os deputados parecem dispostos a avançar na reforma, fundamental para simplificar o sistema tributário e promover uma reestruturação na arrecadação de impostos no Brasil.
    3. PL da Desoneração: Essa pauta, que envolve a reoneração dos 17 setores da economia que foram beneficiados pela desoneração da folha de pagamentos, também está sendo pressionada pelo STF e pelo ministro Dino. A medida prevê o retorno escalonado da contribuição patronal à previdência, buscando corrigir um cenário de 10 anos de isenção que resultou em uma perda de R$ 27 bilhões anuais. As empresas de comunicação, em particular, têm feito forte oposição à medida, mesmo que sejam frequentemente as primeiras a defender a austeridade fiscal em outros contextos.

    Após essa semana intensa, os parlamentares retornarão às suas bases para focar nas eleições municipais, e a votação das pautas pendentes provavelmente será empurrada para novembro. O cenário político vai se aquecer, e será interessante observar como os partidos e suas alianças emergem desse processo eleitoral e quais efeitos isso terá nas votações de novembro e nas negociações futuras.

    Agora, resta acompanhar as movimentações e ver quem tem mais garrafa para vender.

  • Milei x Maduro.

    setembro 9th, 2024

    Na última sexta-feira, surgiu a notícia de que o governo de Nicolás Maduro estaria cercando a Embaixada da Argentina na Venezuela e, ao mesmo tempo, retirando do Brasil a responsabilidade sobre a proteção dessa embaixada. O que passou despercebido por muitos é que, no mesmo dia, a Argentina comunicou que havia solicitado um mandado de prisão contra Maduro no Tribunal Penal Internacional (TPI), acusando-o de crimes contra a humanidade.

    Em resposta, o governo venezuelano revogou a custódia brasileira sobre a embaixada argentina, alegando que essa representação diplomática estaria sendo usada para “atividades terroristas”. O Brasil, diante dessa situação, manteve uma postura vacilante frente ao cerco imperialista, o que obrigou Caracas a endurecer sua postura com o governo Lula. Nesse sentido, Maduro se sente justificado em suas ações.

    O governo brasileiro reafirmou sua disposição de proteger a Embaixada da Argentina. No entanto, a embaixada teve sua energia elétrica cortada e foi cercada pelo exército venezuelano, supostamente de olho em seis cidadãos venezuelanos procurados pela justiça e que estariam refugiados na sede diplomática.

    Posteriormente, a energia foi restabelecida, e o cerco foi suavizado, provavelmente em resposta a algum pedido de mediação feito pelo Brasil. Enquanto isso, o suposto presidente eleito Edmundo, após semanas de desaparecimento, pediu asilo à Espanha e fugiu para o país europeu. Aparentemente, essa fuga contou com o conhecimento e a concordância de Maduro, que aproveitou para se livrar de um possível “Guaidó 2.0”, demonstrando que Edmundo nunca teve real interesse em governar. Ele foi, na verdade, apenas uma marionete de Corina, que, impedida de se candidatar por uma condenação por crime contra a pátria, encontrou em Edmundo um substituto temporário.

    O fim de semana foi marcado por agitações, com o presidente argentino Javier Milei fazendo aparições midiáticas para parecer que está governando, quando, na prática, parece mais focado em destruir o que resta da Argentina.

    Maduro, por sua vez, continua cada vez mais isolado internacionalmente, uma situação que não favorece nem a ele, nem à Venezuela. No entanto, pode haver planos em curso envolvendo a China e a Rússia, que permanecem desconhecidos para o público em geral.

    O Brasil segue envolvido em um delicado impasse diplomático com a Venezuela, sem adotar uma postura clara, e parece, até o momento, confortável em continuar nesse estado de indefinição, sem morder nem assoprar.

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  • Mudança no Câmbio Flutuante?

    setembro 8th, 2024

    O Banco Central informou na penúltima  quinta-feira que daria início, a partir de sexta-feira, e nos dias seguintes, a leilões diários para a rolagem de 15,1 bilhões de dólares em swaps cambiais tradicionais que expiram em 1º de novembro, em um total de 302.008 contratos.

    No contrato de swap cambial tradicional, o título paga ao comprador a variação da taxa de câmbio acrescida de juros. Em troca, o BC recebe a variação da taxa Selic. A operação equivale à injeção de dólares no mercado futuro.

    José Kupfer, veterano analista da economia brasileira, escreveu em sua coluna – citando o economista e professor Gonzaga Belluzzo – que no comportamento esquizofrênico do câmbio no Brasil: “o rabo abana o cachorro”!

    Ele explica.

    O mercado futuro de dólar na bolsa brasileira está entre os três maiores do mundo, enquanto o volume de negócios em ações na mesma bolsa não fica nem entre os 20 maiores do mundo.

    E, evidentemente, a posição que movimenta esse mercado futuro do dólar, composto por cobras e lagartos – nacionais e estrangeiros – é infinitamente superior ao Bovespa.

    Dinheiro futuro,  ressalte-se, com as posições de compra e venda liquidadas ao sabor do freguês, motivadas por especulação e nada mais.

    Tamanho volume de recursos acaba condicionando a taxa de câmbio, quando o normal, e o que acontece em todo o mundo, seria o contrário: a taxa de hoje condicionar a futura e não a futura condicionar a presente.

    O fenômeno provoca uma variação que coloca a moeda brasileira sempre entre as que mais caem no mundo em momentos de stress, e depois é aquela que mais valoriza no instante seguinte.

    Desde 2002 o BC não intervinha, deixando o câmbio com o Dólar flutuar livremente e favorecendo a especulação que correu solta, como vimos.

    A mudança já espelha a nomeação do futuro presidente do Banco Central?

    Tomara que sim.

  • Tratamentos distintos.

    setembro 7th, 2024

    Louvamos o tratamento justo, duro e célere do nosso STF em relação ao fascista bilionário e sua rede social propagadora de mentiras, desobediência e afrontas.

    Mas não podemos nos esquecer da morosidade, leniência e contabilidade política equivocada e covarde dos mesmos agentes no STF e na PGR quando chamados a se manifestar sobre os crimes contra a democracia, sem mencionar os crimes contra a vida durante o período da pandemia da Covid-19 — crimes cometidos por fascistas brasileiros, bolsonaristas e também falsos religiosos.

    Hoje mesmo, reeditam a micareta fascista e golpista, com os mesmos argumentos, em plena véspera de eleição, servindo ao propósito sempre presente de reagrupar tropas e colher frutos em votos e posições. O que não deveriam estar fazendo, se o tratamento dispensado ao sabotador externo fosse o mesmo. E não foi esse o crime que tornou inelegível o chefe? E podem repetir livremente?

    Qual a razão?

    Só encontro cálculo político, análise das nuvens e trovoadas, pitadas de covardia e conveniências, além de outros fatores desconhecidos.

    Ou seja: não existe justificativa razoável.

    E o mal está feito. Não fosse o presidente Lula e sua condução — novamente — certeira dos rumos da vida nacional, e seu sucesso, sobretudo econômico, estaríamos mais uma vez enfrentando uma campanha extremamente opressora e violenta. Muito mais do que estamos assistindo, com o fascista nas cordas, mas ainda tendo coragem e espaço para promover micareta no Sete de Setembro e tentar uma posição mais confortável.

    Inaceitável.

    Ao mesmo tempo que reconhecemos a postura tomada quanto aos abusos e crimes externos, devemos exigir o mesmo tratamento para os inimigos da democracia internos. Na realidade, são os daqui que promovem os maiores e verdadeiros estragos.

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  • Queda na Balança de comércio.

    setembro 7th, 2024

    Importações

    As importações cresceram 13,0% frente a agosto de 2023, com destaque para o aumento de 150% no volume de gás natural importado, além de 50% para o carvão. Motivadas pela atividade agroindustrial robusta, houve aumento no volume importado em todos os principais insumos para a agropecuária e indústria de transformação, enquanto as variações de preço foram difusas, com inseticidas apresentando queda de 35% e maquinário elétrico apresentando alta de 35%. Veículos deixaram de ser uma pressão tão relevante nas importações, mas o volume continua robusto.

    Exportações

    As exportações reduziram 6,5% frente a agosto de 2023, com destaque para o milho, que teve forte queda de volume e preço contra o ano anterior, enquanto os volumes de soja e petróleo apresentaram mudança discreta. Na outra ponta, percebemos um aumento significativo nas exportações de aeronaves e combustíveis, enquanto houve destaque para a apreciação do café e da celulose. Em termos gerais, houve queda de preço na maioria dos minérios e bens agropecuários, enquanto a alteração de volumes exportados ficou difusa.

    A consequência dos números acima tem sido a queda do superávit no balanço de comércio externo, agora abaixo de U$ 5 bi mensais, apontando para U$ 80 bi anuais, longe dos U$ 100 bi do ano passado.

    Mas, se observados além dos números, tem muita notícia boa acontecendo. Se por um lado a queda dos preços das commoditties  prejudica o resultado do comercial, por outro permite a queda da inflação. E essa tem sido nossa batalha maior interna, para superar o Banco Central e seus maiores juros do mundo. E, passamos a comprar bens de capital, industrial, recuperando a sucata do nosso parque e sinalizando recuperação do setor. Excelente notícia.

    Mantidas as reservas e seguindo recuperando nossas indústrias, podemos conviver tranquilamente com superavits mais modestos. Sim, seguimos com a conta de serviços e remessas de lucros muito deficitária com exterior, por isso não podemos abrir mão da corrente positiva de comércio.

  • Não parece, mas é.

    setembro 5th, 2024

    A previsão inicial para o resultado eleitoral das esquerdas nas próximas eleições municipais não era das mais animadoras. O consenso era que o objetivo principal seria recuperar terreno perdido, e isso já estaria bom.

    As alianças e escolhas foram conduzidas por esse prisma, digamos, conformado, aceitando como relativamente assentada a atual divisão de opções eleitorais que prevaleceria.

    Mas a situação não seguiu exatamente assim. Com o governo e o presidente Lula gradativamente recuperando índices de aprovação, enquanto o bolsonarismo segue na direção contrária, sem líder e sem perspectivas de curto prazo, o cenário mudou.

    Sim, continuamos divididos, e provavelmente assim permaneceremos. A dúvida é em que patamar.

    A imagem que ilustra o post não leva em consideração as alianças da esquerda, e elas foram muitas, em parte devido à arrancada inicial modesta. No entanto, a reta final pode trazer surpresas. Mesmo que haja poucas vitórias majoritárias, isso não deve obscurecer a provável recuperação de eleitores e vereadores Brasil afora, que são as verdadeiras bases para construir a vitória presidencial em 2030. Além disso, essas eleições vão calibrar o comportamento político até lá.

    Sucessão na Câmara, no Senado e no Banco Central, com o Brasil em crescimento sustentável, é a receita para a vitória futura, que começa agora.

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  • Previsão ou Manipulação?

    setembro 5th, 2024

    Uma das tarefas do próximo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, será colocar o chamado Boletim Focus em seu devido lugar. Ao invés de ser tratado como um oráculo econômico, como atualmente, deveria ser encarado como algo mais parecido com um jogo de apostas, uma Bet, cheio de chutes, mas com pretensões e objetivos claros.

    Um desses objetivos é orientar seus próprios investidores, que, se ainda não perceberam, estão sendo manipulados constantemente pelas previsões erradas. O propósito é manter seus recursos nos bancos, e nunca na economia real.

    E é justamente para isso que servem essas previsões furadas: desviar a riqueza do país para a especulação.

    Pode parecer exagero, mas uma análise dos balanços das empresas – bancos, hospitais, hotéis, supermercados, e até casas de negócios menos formais – revela que aproximadamente 70% das receitas vêm de títulos e apenas uns 30% da atividade-fim dessas empresas. Isso se repete praticamente em todos os setores!

    Ambos os lados – empresas e investidores – mostram resistência em abandonar essa facilidade de ganhar rios de dinheiro sem fazer nada. Porque, em uma economia saudável, com juros normais, os bancos precisariam ir a campo, arriscar, emprestar, financiar, estudar projetos e realmente participar da atividade econômica real do país. Sinceramente, creio que os bancos não estão minimamente preparados para isso. E imagine essa leva de bancos de aplicativos, que nem possuem agência física e só vivem de juros de 500% ao ano, enquanto captam dinheiro a 10%.

    Quanto ao futuro da PEC 65, que busca dar autonomia total ao Banco Central, o mais provável é que não tenha futuro. Afinal, você consegue imaginar este Congresso entregando o comando autônomo do BC a um indicado por Lula para os próximos – digamos – 10 anos?

    Nos próximos dias, teremos a reunião do Copom, e as últimas tentativas de boicotar o Brasil seguem na pauta, com pretensões de aumentar os juros, já que, para eles, um crescimento de 3% ao ano parece excessivo. Dizem que Galípolo não vai participar da próxima reunião, alegando sua condição de indicado. Não aceito essa justificativa, pois me parece uma covardia. Ele prefere continuar um jogo de esconde-esconde com sua posição, esperando ter a maioria. Adiar o embate inevitável é um erro, mesmo que a estratégia seja fazê-lo gradualmente e sem estresse. Quanto mais cedo essa disputa começar, melhor. E, com a economia crescendo e engrenando, o momento parece ideal.

    Vá a luta, Gabriel!

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  • E o PT? E o Lula? ( E o PIB?)

    setembro 3rd, 2024


     CRESCIMENTO ECONÔMICO
    (destaques)

    – Consumo das famílias: +4,9%
    – Indústria: +3,9%
    – Serviços: +3,5%

     IBGE

    Eu prometi não ficar apontando toda hora as melhorias da economia, porque daqui para frente isso vai ser rotina. Mas episódios relevantes merecem atenção.


    É a 14ª alta do PIB seguida comparando com ano anterior. A última queda foi no quarto trimestre de 2020 (-0,3%).

    A divulgação do crescimento do PIB no primeiro semestre de 2024 é um deles. Enquanto a imprensa especializada e oligopolizada prefere ser “surpreendida” praticamente todos os dias por números ascendentes e positivos da nossa economia, este pobre escriba percebe uma realidade distinta e previsível.

    Esse filme já vimos, e ninguém morre no final; muito pelo contrário.

    O setor de serviços, que é responsável por 67,6% do nosso PIB atual e estava estagnado por falta de consumidores, está cada vez mais dinâmico. Para saber o porquê, basta observar o crescimento da massa salarial, do nível de emprego, da arrecadação, do aumento de investimentos internos e externos, da balança comercial, etc. Ora, se todos esses indicadores crescem, como esperar algo diferente para a economia como um todo? Onde estaria a surpresa? Senão na má vontade e na tentativa de conter o crescimento com expectativas negativas? Esse é o jogo deles, e o nosso nem é agir na direção contrária e se iludir, mas sim divulgar a realidade.

    E a realidade nem é novidade ou inédita, repete o caminho das gestões anteriores, até de forma mais comedida e experiente, mas firme nos objetivos de crescimento.

    O novo salário mínimo acima de R$ 1.500 para 2024 está previsto, com aumento real. Exatamente o que não fizeram nos últimos anos da “ponte para o fracasso” e dos fascistas que nos desgovernaram. Considerando que metade dos nossos assalariados ganha até dois salários mínimos mensais, e agora sem recolher o IR, é por demais evidente que esses acréscimos na renda se transformarão em consumo. A surpresa seria se não se transformassem.

    Muita coisa aprendemos no primeiro governo do Lula, que ele repete agora. Talvez uma das principais e mais relevantes seja essa valorização constante do salário mínimo, ano após ano. O que se sabia e dizia antes do primeiro governo do Lula é que aumentar o salário mínimo quebraria a previdência e as prefeituras do interior, além de causar desemprego em massa. E o que acontece é o oposto, inclusive com relação à previdência, que ainda usam como argumento para combater o aumento do SM nos dias de hoje. E onde está o déficit? Nas pensões de militares e do Judiciário, onde ninguém quer mexer.

    Vida que segue.

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