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Blog do Franco

  • Plano secreto (meu, não o seu).

    junho 6th, 2025

    A capa que ilustra o post é verdadeira, no sentido que foi publicada— é bom avisar.

    Mas se fosse para colocar aqui todas as capas mentirosas e falsas dessa revista, igualmente publicadas, nós ficaríamos aqui indefinidamente.

    Como nem eu, nem você temos tempo a perder com isso, deixo este exemplo que ilustra o post: um clássico da mentira que acusa o outro daquilo que faz.

    Talvez, na história, o maior caso tenha sido durante o debate de segundo turno entre Lula e Collor, quando o descolorido acusou o Lula de planejar bloquear a poupança de todos — o que foi a primeira coisa que Collor fez após ganhar a eleição.

    O bolsonarismo faz uso dessa estratégia, e nós precisamos nos manter informados para não cair nessas mentiras.

    Por enquanto, a deputada Zambelli diz que vai para a Itália, e outros devem tentar o mesmo assim que puderem.

    E que a vida siga.

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  • Ópera Bufa.

    junho 6th, 2025

    As ameaças de contratos anulados por parte de Trump mereceram uma resposta pesada de Elon Musk, que afirmou que Trump consta nos arquivos secretos do processo de Epstein e, portanto, é um dos acusados de pedofilia do escândalo criminoso liderado pelo falecido empresário.

    Se é verdade ou não, nem sei se o tempo dirá. Após assumir a presidência pela segunda vez, muita coisa vai pelo ralo e dificilmente volta de lá, mas o estrago na briga entre os dois próceres do MAGA chega a um nível baixíssimo, característico de ambos, e deve ser contornado no dia de hoje.

    E por isso escrevo esse post.

    Essa briga não segue. Os interesses de ambos são imensos, já fizeram as respectivas ofensas e manifestações de força, e precisam recuar, pois ambos têm muito a perder.

    Musk, que ontem ameaçou paralisar seu projeto espacial, voltou atrás, e ficamos sabendo que, além de seus famosos satélites Starlink, os satélites militares dos EUA — e de quem mais? — são de sua empresa…

    Panos quentes e o MAGA sobrevive, porque a farsa — digo, o show — não pode parar.

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  • Sobre a pesquisa de hoje.

    junho 4th, 2025

    A rigor, não tivemos nenhuma modificação com relação às anteriores, talvez até de estável com tendência de melhorar possamos dizer.

    Se fazem o de sempre, e na pesquisa a maioria culpa o governo pelo escândalo do INSS, nenhum drama. A quem iriam culpar? E se a questão se resolve nas próximas semanas, como se espera, então mais essa polêmica termina.

    Até a próxima, porque de polêmicas em polêmicas, algumas falsas e outras menos falsas, a coisa segue porque a oposição ao governo é a mídia, o mercado e as fake — a oposição mesmo e os seus representantes que eles carregam variam, vazios de significado próprio e dependem de fatores externos e aleatórios para sobrevivência.

    Observando o último gráfico da pesquisa, que ilustra nosso post — gráfico, aliás, totalmente mal-intencionado, distorcido com pequenas variações estatísticas e mudanças da margem de erro mostradas como saltos ornamentais dignos de medalhas de ouro em Olimpíadas. A verdade é que a soma de aprovação e regular, que sempre foi o critério de avaliação de presidentes e suas administrações aqui e no resto do mundo — e querem ignorar e inovar de uns tempos para cá —, a soma está em 54% contra 43% de negativo e estável nesse patamar. E me parece essa a principal informação contida na pesquisa Quaest que foi divulgada hoje.

    Sempre é bom lembrar que esses outros levantamentos que acompanham essas pesquisas — de grupos e subgrupos, religião, escolaridade, etc. — têm margem de erro próxima de 10% e devem ser observadas com mais cuidado.

    Vida que segue e seguimos confiantes.

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  • Fechem os portões!!!

    junho 4th, 2025

    Essa moça tem uma característica curiosa: ela não consegue disfarçar e esconder as mais ocultas das intenções bolsonaristas.

    Quando ela saiu correndo atrás de um jornalista com uma arma, quando ela invadiu o sistema de controle do CNJ, quando ela conspirou com um hacker para desmoralizar as urnas — todos os seus movimentos espelhavam, de forma caricata e pública, os mesmos que a familícia e a tropa militar promoviam nas sombras.

    Sua fuga para a Europa, de onde não pretende voltar por sua própria vontade, é mais uma antecipação da vontade oculta de todos os demais acusados pela Justiça nesse momento. O que ela faz é mostrar o que todos os demais pretendem fazer assim que a condenação chegar, como foi o caso dela, condenada a 10 anos.

    Bolsonaro tem pronto seu pedido de prisão domiciliar por doenças, etc. Alguns outros, como o general Heleno, até pela idade, devem seguir — e, verdade seja dita, obter a prisão domiciliar. Não sem antes a condenação, bem entendido. O benefício tem critérios nem sempre justos, mas é o que a Justiça brasileira consegue contra os ricos e famosos.

    Zambelli, em seu exagero característico, exala a fúria bolsonarista em essência e nas iniciativas.

    Que a Justiça — e nós também — nos preparemos, porque quem puder, daquela turma, vai se mandar, e quem ficar vai atrás de benefícios como a domiciliar.

    É o que temos. E não deixa de ser inédito: os processos e as prováveis condenações de políticos e generais, dentro da nossa conturbada história, são um feito importante ao afastarmos essa gente de onde nunca deveriam ter chegado.

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  • Lula não ganhou, Bolsonaro que perdeu.

    junho 3rd, 2025

    Não usei a frase do título entre aspas porque ela foi recentemente usada por uma comentarista da GloboNews, mas não é dela, no sentido de autoria. Trata-se de uma ideia corriqueira entre viúvas de uma visão política do tipo PSDB — exatamente a da jornalista, que, não por acaso, tem Aécio Neves como padrinho de seu casamento.

    Frustrações à parte da jornalista, que aparentemente ficou sem opção de voto, uma vez que o padrinho virou pó e o partido está extinto, não tem o menor cabimento a afirmação, sob qualquer análise possível, em qualquer aspecto — inclusive na comparação das administrações Lula com FHC ou qualquer outro presidente do pós-ditadura. E nem antes, na minha opinião.

    Se a jornalista pensa em economia, os números atuais são cada vez melhores e seguem melhorando. Se é honestidade e transparência com a coisa pública, idem. Se é viés democrático e inclusivo, também. Se é por reconhecimento internacional, nem se compara com nada de antes.

    E, se pensa no Bolsonaro para falar de Lula e esquece da história de um e de outro, como se Lula fosse aquele rebotalho autoritário, incapaz e incompetente, que perdeu uma eleição legítima, apesar de tudo que fez… A comparação entre duas personalidades públicas tão dispares, que a jornalista é incapaz de avaliar, mostra o tipo de visão que a infeliz tem — e o quanto mal informados estão os milhões (se bem que em número cada vez menor) que assistem aos seus programas.

    De minha parte, me incomodou a frase, tamanha a leviandade e o total desconhecimento da história recente do país, que ela deveria, ao menos, conhecer.

    Para quem assiste, meus lamentos. Vocês merecem coisa muito melhor.

  • Estilo de negociação TACO.

    junho 3rd, 2025

    Em inglês: TACO trade. Ou, traduzindo, Trump Always Chickens Out, na nossa língua alguma coisa como Trump Amarela Sempre, corre da raia, por aí.

    E dessa vez não sou eu quem está falando, mas o jornal de negócios Financial Times, provavelmente cansado da confusão que o presidente norte-americano promove aparentemente por nada.

    Se a impressão geral sobre os recuos de Trump, depois de prometer o fim do mundo e coisas semelhantes, para os EUA e o mundo, para as pessoas e as empresas, o que se percebe agora é que a coisa vale para tudo mesmo, com a falação descontrolada seguindo sem nenhum objetivo claro ou estratégia, senão chocar e promover desordem social e econômica, onde o próximo capítulo seguramente estará nos índices econômicos e sociais sendo já apurados.

    A alegação de Trump para legitimar as suas ações é que venceu a eleição e continua a desfrutar de apoio popular. Também foi o caso de Mussolini, que afirmou que “a rigor, eu nem sequer era um ditador, porque meu poder de comando coincidia perfeitamente com a vontade do povo italiano de obedecer.”

    Sugerimos em posts anteriores que a estratégia não deveria alcançar resultados importantes. O exemplo de Elon Musk, que semana passada comunicou seu desligamento da administração Trump, depois de prometer economizar US$ 2 trilhões e não obter nem 10% disso — mesmo quase desmontando o serviço público federal e seus programas — deixa evidente o grau de compromisso com metas e propósitos. Isso porque as metas são irreais e os propósitos tão obscuros e enigmáticos que nem seus autores sabem exatamente quais são.

    E a eficácia junto aos parceiros de negócios e interesses dos EUA segue ladeira abaixo, com o adicional de que ninguém mais leva a sério o interlocutor alaranjado, mesmo sabendo o perigo que ele pode representar em termos de desarranjo e problemas globais.

    Até aqui, o TACO venceu.

    Vida longa ao TACO.

  • O sindicato dos politicos.

    junho 2nd, 2025

    Talvez pudéssemos sempre chamar assim as lideranças do nosso Congresso: dirigentes sindicais de interesse próprio em primeiro lugar e de todo o resto em segundo.

    Não estou sendo injusto, porque o pensamento dominante na política é a sobrevivência; mesmo os melhores precisam manter seu lugar nas disputas eleitorais periódicas para seguir fazendo seu trabalho.

    Me peguei pensando nisso nesses dias, porque, se a atuação de Lira e seu antecessor, o malfadado Eduardo Cunha, não deixavam dúvidas sobre suas intenções, o início de Motta segue na mesma direção. Sim, sem dúvidas ele procura distender a relação com o governo, evitar o confronto puro e simples, como estávamos nos acostumando a ver. Mas primeiro grita e depois conversa.

    No Senado, a coisa anda semelhante. Alcolumbre segue seu estilo conhecido, e que Pacheco manteve.

    Estamos falando tudo isso em função da discussão do IOF, quando as manifestações de Motta e Alcolumbre sugeriam um rompimento e medidas contrárias implacáveis. Aos poucos, a retórica — que servia para marcar posição e agradar a base sindical (no caso, os deputados e senadores das casas) — vai cedendo espaço para a negociação, e podemos esperar um acordo nos próximos dias.

    Haddad não precisa necessariamente do IOF; necessita de R$ 20 bilhões para recompor o caixa e cumprir a meta fiscal. De onde vai sair o dinheiro é que estamos descobrindo.

    Eu penso que o IOF de 2025 se mantém na base desejada e nas condições do decreto que provocou toda essa reação. Me parece que para 2026 é que a coisa não se sustenta, com o governo e o Congresso ou solucionando por agora, ou deixando mais à frente, serenados os ânimos e mantidas as condições para a meta do ano.

    Vida que segue.

  • Que rumo tomar?

    junho 2nd, 2025

    A economia brasileira apresentou novo crescimento expressivo em 2024, mais uma vez superando as previsões iniciais.

    Em 2024, o PIB cresceu 3,4%, após altas de 3,2% em 2023 e 3,0% em 2022.

    O crescimento foi bem maior nos últimos três anos do que nos anos imediatamente anteriores à pandemia.

    O PIB está 11% acima do nível em que estava no último trimestre de 2019, antes da pandemia, 8% acima do nível máximo atingido antes da pandemia (2014T1) e 1,5% acima da tendência de crescimento nos três anos antes da pandemia.

    Vendas de veículos novos atingiram, em novembro/24, o maior nível em cerca de cinco anos, na média móvel trimestral.

    Em fevereiro/25, o nível de utilização da capacidade instalada da construção civil atingiu o maior nível em dez anos.

    Volume de serviços e comércio próximos do maior nível registrado da série.

    A taxa de desemprego está no valor mínimo da série histórica.

    Entre set/20 e fev/25, a taxa de desemprego caiu de 15% para 6,4%, maior queda já registrada na série atual.

    A renda disponível das famílias cresceu 22% de dez/21 a dez/24, maior alta de 3 anos da série histórica.

    O crédito bancário como % do PIB está próximo dos maiores valores da história, ao redor de 55% do PIB.

    O crédito às famílias (livre e direcionado) aumentou de menos de 20% do PIB em 2008 para cerca de 35% recentemente.

    E o crédito ampliado às empresas (empréstimos, títulos de dívida e dívida externa) também está próximo ao máximo histórico.

    A concessão de crédito livre para PF (exceto cartão à vista) teve crescimento de quase R$ 14 bilhões de abr/23 a fev/25.

    No ano, o Real acumula valorização de 5,9% em relação ao dólar.

    Mais da metade das despesas dos empreendimentos rurais está ligada, em algum grau, ao câmbio. Dentro dos preços livres, alimentação no domicílio é o grupo mais impactado por uma depreciação cambial. Sendo que a inflação segue desancorada e acima do teto, mesmo com as taxas de juros na lua.

    Considerando a exposição resumida que mostra a exuberância da economia brasileira, está claro que ainda falta enquadrar a inflação de demanda, que, apesar de abaixo da cambial – que deve começar a cair gradativamente com o dólar mais comportado – ainda mostra força para subir 1% no primeiro trimestre, no limite do teto se projetada para o ano.

    A pergunta de um bilhão é: o que fazer, diante do cenário que mostra praticamente todos os setores nas máximas históricas e nosso Brasil ainda com quase tudo por fazer e melhorar?

    E nosso Banco Central já deu a resposta, desacelerando a economia e retirando expectativas de crescimento no curto prazo, cujos efeitos são esperados no segundo semestre.

    Se isso se confirmar, podemos esperar para breve a parada anunciada na elevação de mais juros na Selic e, depois, sim, a queda tão esperada, porque, uma vez alimentada, a expectativa de investimentos volta com força, operando aí – se tudo der certo – em um ambiente sadio e ancorado em inflação dentro da meta, ou quase, e permitindo um crescimento que, para vingar, precisa superar os limites históricos da nossa economia e abrir novos caminhos de prosperidade.

    Percebeu? Chegamos no topo e agora precisamos retomar o fôlego para avançar na caminhada.

    Vai dar certo.

  • IOF.

    maio 30th, 2025

    A polêmica da semana foi o decreto criando novas alíquotas e modificando todas as demais na cobrança do IOF, nosso imposto sobre operações financeiras.

    A novidade de incidir sobre aplicações no exterior não durou 24 horas, porque mexia no fluxo de dólar e não é hora de tratar desse assunto. Foi uma barbeirada tremenda, mas o recuo rápido foi inteligente. Quanto mais rápido se reconhece o erro, melhor — apesar de pegar muito mal.

    O anúncio veio no bojo do bloco de bloqueios no orçamento para cumprir a meta fiscal de déficit zero, ou até 0,25% do PIB. Incluíram o novo IOF para ajudar com R$ 20 bilhões este ano.

    Como tudo que ocorre nessa estação, a gritaria foi geral. O Congresso ameaça devolver o decreto — coisa inédita — e as negociações estão abertas, as usual.

    Vamos ignorar a retórica padrão da negociação política e tentar entender aonde podemos chegar, porque nas entrelinhas da disputa há alguns movimentos dos principais interessados.

    O Congresso deu 10 dias para o governo apresentar uma outra solução sem mudança do IOF, que seja estruturante — nas palavras do presidente Hugo Motta.

    Haddad saiu da reunião com Motta e Alcolumbre reafirmando a incidência do novo IOF, mas deixou uma porta aberta para 2026, assumindo a premente necessidade de R$ 20 bilhões em 2025 para assegurar o cumprimento da meta fiscal. Ontem, no Paraná, reafirmou a disposição de manter o decreto e cobrou responsabilidade e compromisso de todas as instituições.

    Por acaso — ou não — ontem o STF voltou a julgar um processo sobre cobrança de CIDE, e encaminha um resultado, ainda em votação, de resguardar ao Executivo a iniciativa de mudanças tributárias que respeitem as regras. Ou seja, para garantir estabilidade e previsibilidade — que foram palavras empregadas no julgamento de ontem — o STF vai apoiar o governo nas suas prerrogativas de administrar, sobretudo para cumprir a sagrada meta fiscal. Se foi um recado, saberemos. Porque, entre outras coisas, Haddad avisou que, se for o caso, vai judicializar a cobrança do IOF, que já está em vigor. E, como ele parece precisar mais no curto prazo, uma disputa no STF pode ser suficiente para garantir seus objetivos.

    O balcão está sempre aberto para negociações e vamos acompanhar a evolução de mais uma.

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  • Filipenses 3,1.

    maio 29th, 2025

    ¹ Não me aborreço de escrever-vos as mesmas coisas, e é segurança para vós.

    Filipenses 3:1

    Me socorro da sabedoria Paulina para escrever esse post, porque, se estamos novamente disputando a correção das medidas econômicas do governo, com alguns dos nossos assumindo a posição daqueles que boicotam, torcem e distorcem a realidade ao focar em um ponto negativo para esconder os resultados extraordinários, é preciso repetir, repetir e mostrar os números. Eles são a única referência válida, acima de opiniões e cenários negativos que nunca acontecem, senão nos desejos lúgubres e interesseiros dos de sempre.

    Ontem saiu o CAGED de abril, reafirmando o crescimento de nossa economia no seu aspecto mais relevante, com crescimento dos empregados com carteira assinada e melhoria dos salários médios. Na nota que acompanha o informe, ficamos sabendo que todas as regiões do Brasil tiveram aumento de empregados formais, e em todos os setores que são acompanhados no levantamento estatístico oficial. Com destaque para o setor de serviços, o carro-chefe do PIB, e mais uma vez batendo o recorde do mês nos registros históricos do CAGED.

    Levando em consideração que amanhã vamos conhecer o crescimento oficial do PIB do primeiro trimestre, alguma coisa de 1,5% apontando para anual de quase 4,5%, e que o mês de abril — batendo todos os recordes de admissão de novos empregos formais — não entrou nesse cálculo de amanhã, podemos afirmar que o segundo trimestre começou muito forte, o primeiro semestre então está ganho, e as expectativas de crescimento serão todas reavaliadas brevemente para espelhar essa realidade. E não desejos, não mentiras e previsões falsas, não cortina de fumaça — e sim a constatação pura e simples, e numérica, da realidade.

    Que não é nova: a década — como chamam nosso Lula para não falar seu nome — segue repetindo seus números anteriores, e acho até que com muito mais equilíbrio e conhecimento, por sua agora vasta, provada e aprovada experiência, cercado de ministros igualmente provados e que fazem seu trabalho extraordinário parecer simples, quando mostram repetidamente resultados extraordinários como se fossem corriqueiros.

    Não são, nunca foram, e dependemos deles para assim continuarmos.

    Por isso me mantenho nos temas, mostro e destaco os números que importam, não deixo de lado a questão dos juros, mas sem negar os resultados da atual política e seus objetivos de fazer a inflação ir para a meta e deslanchar em 2026 rumo à reeleição que marcará o enterro de uma espécie de fascismo no Brasil, restando o restolho para ser administrado e desaparecido o mais rápido possível.

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