Essa foto acima é do dia em foi inaugurado um busto do ex -deputado Rubens Paiva, no salão da câmara . Bolsonaro passou pelo local e diante dos parentes convidados para a homenagem, cuspiu no busto .
Enquanto o Brasil comemora a vitória do Globo de Ouro de melhor atriz de Fernanda Torres, fazendo o papel da Eunice, esposa de Rubens Paiva e contando sua história, que é a história do nosso Brasil, no ano em que Bolsonaro e generais serão presos por continuarem querendo cuspir em todos nós, é bom deixar o registro.
Parece que demos uma volta no rumo da história no nosso Brasil. É bom ficar atento e forte, mas agora é comemorar.
O Guaidó 2.0, mais um “presidente fake” venezuelano, Edmundo não-sei-o-resto, anda por aí afirmando que retornará ao seu país para assumir a presidência no próximo dia 10 de janeiro.
Esse personagem permaneceu escondido em um local não divulgado durante todo o período de apuração dos resultados das eleições na Venezuela. Enquanto isso, governo e oposição disputavam as narrativas e os rumos políticos do país. Curiosamente, Edmundo não apareceu, e quem enfrentou a situação nas ruas foi Corina. Concordemos ou não com suas posições, a coragem foi demonstrada por ela.
Não vou me alongar relembrando todos os acontecimentos naquele momento, mas é preciso destacar que Edmundo, com uma ordem de prisão em aberto e na condição de fugitivo, dificilmente retornará à Venezuela no dia 10, como promete. Duvido. Vamos esperar para ver, ou não.
Enquanto isso, outro tema no cenário internacional é a Síria, onde diplomatas alemães e franceses, após visitas recentes, declararam esperar “um período inclusivo e pacífico” sob o novo governo. Sei que a linguagem diplomática, por necessidade e princípio, tende a suavizar os cenários, mas acho que exageraram.
A tomada de poder por um grupo de características semelhantes ao Talibã, num país completamente dividido por facções extremistas e interesses estrangeiros — como os da Turquia, possivelmente de Israel, entre outros —, faz com que qualquer ideia de uma “transição pacífica e inclusiva” pareça ilusória. Isso sem mencionar o ex-líder Bashar al-Assad, atualmente refugiado na Rússia, que ainda pode ter algum recurso para movimentar no tabuleiro.
Por fim, fica o habitual desabafo quanto à cobertura internacional da nossa gloriosa imprensa: segue o padrão de sempre. Não informa. Pior, desinforma.
Em poucos dias o novo Presidente dos EUA assume, mas é difícil imaginar que tal decisão não tenha passado pelo crivo de Trump.
O fato é que os arautos do livre mercado não permitem que os japoneses comprem sua indústria de aço, o liberalismo só presta quando é a favor e nunca contra.
Não que não soubéssemos disso, mas é sempre bom não deixar passar quando acontece.
Enquanto isso, por aqui no Brasil, embarcamos em todas as ondas que vem do Norte. A última foi a tal globalização que agora parece que virou pó. Sempre promovida pelos interesses distintos dos nossos, sempre apoiados por certa mídia e mercado financeiro. Nunca ouvimos um reconhecimento dos erros, jamais uma palavra de análise histórica . E estão todos por aí papagaiando as mesmas coisas, embora diferentes. Se me entendem.
Então ficamos assim, os japoneses não vão poder comprar a siderúrgica por interesse estratégico nacional dos EUA, e nós, quem diria, finalmente poderemos nos espelhar neles?
Déficit fiscal praticamente Zero – 0,1% do PIB para ser exato – enterra o discurso da turma financista, imprensa golpista e oposição ociosa.
Quanto a saída de U$ 25 bilhões em dezembro, uma impressão: estão mandando os lucros polpudos de 2024 para a Matriz e aproveitam para derrubar as próprias ações que irão recomprar . Enquanto espalham boatos de que o Brasil está bichado e vão embora. E tem gente que acredita!
Olho no lance, minha gente, deixemos de lado nossa ingenuidade.
2025 parte com previsão de crescimento de 2,5%. 2023 partir de 0,7% e 2024 de 1,5%.
Precisa dizer mais ?
Imagino que no fim do ano mais “ surpresas” aguardam.
O Ipea divulga uma importante pesquisa que atualiza os efeitos do Bolsa Família na economia e na vida das pessoas.
Impressiona que 46,8% dos lares brasileiros sejam amparados pelo auxílio. O mais relevante, no entanto, é que o estudo demonstra que o programa não afeta diretamente os níveis de emprego — uma distorção frequentemente proclamada —, mas eleva o rendimento médio das camadas populares. Isso ocorre porque o auxílio estabelece uma base mínima de negociação: pagar menos do que o valor recebido do governo torna-se inaceitável para os trabalhadores, o que parece óbvio.
Essa pode ser a razão da resistência e fúria contra o programa por parte de alguns setores. A insistência em falsos dilemas, como o argumento de que os beneficiários “preferem não trabalhar”, é apenas uma tentativa de justificar o desconforto de quem agora precisa pagar mais pelos serviços que utiliza.
Outro dado revelador é que jovens estão retornando à escola, a quantidade de pessoas atendidas volta mais rapidamente ao mercado de trabalho, e a economia melhora. Isso acontece porque distribuir um pouquinho para muitos é muito mais eficiente do que concentrar recursos em poucos.
Quem conhece regiões dominadas por latifúndios percebe que elas frequentemente produzem miséria, em contraste com áreas de pequenos proprietários, onde a produção é feita com muito esforço, mas acompanhada de dignidade.
Os benefícios do programa são inúmeros. Vou deixar um link para acompanhar os principais, conforme citados em reportagem do Terra:
Enquanto a direita lança uma candidatura mais furada que a outra, dia sim e no outro dia também, seguimos firmes com a candidatura de Lula em 2026.
Na verdade, é ainda muito cedo para falar disso — ao menos publicamente —, mas parece que, na ausência de assunto neste início de ano, vamos por aí mesmo.
Lula é candidato.
Adversário não temos. 2025 será o ano de enterrar Bolsonaro e o bolsonarismo, conflagrando a direita em múltiplas e fracassadas aventuras. Todo mundo sabe disso, e especular agora é apenas uma forma de manter o balcão de negócios em dia, salvar candidaturas ao Legislativo ou, na falta de algo melhor, simplesmente ocupar o debate público.
A questão da idade, que poderia ser um empecilho, sob o ponto de vista do próprio Lula, não é. Ele repete há décadas que vai viver 120 anos e não diz isso por acaso. Nem vou listar as inúmeras iniciativas já tomadas neste início de 2025 que apontam claramente para a decisão de enfrentar mais uma eleição. Difícil seria apontar algum indício na direção contrária.
Quem não tem candidato — ou tem candidatos demais, inviabilizando qualquer nome em tais circunstâncias — é a direita.
Se há alguma dúvida, ela se refere ao cenário depois de 2030, não porque a idade de Lula pesaria ainda mais, mas porque a Constituição não permite mais de dois mandatos consecutivos para um presidente.
O Ano Inicia com o Debate sobre o Caminho do Governo Lula
O ano começou com mais um falso dilema: para qual direção o governo Lula penderá neste terceiro e decisivo ano do mandato? Para a direita, o centro ou a esquerda?
Cenário 1: À Direita
A aposta seria seguir nas mãos do Centrão. O argumento utilizado pelos críticos é que, sem as emendas parlamentares, o governo acabará cedendo ainda mais espaços no Executivo, abrindo novos ministérios ou secretarias para acomodar aliados.
Cenário 2: À Esquerda
A alternativa seria enfrentar o Legislativo com apoio popular direto: povo nas ruas, em manifestações, pressionando o Centrão e exigindo mudanças estruturais.
Cenário 3: Ao Centro
A hipótese mais provável é manter o atual rumo, promovendo reformas dentro dos limites impostos pelo modelo eleitoral brasileiro, que privilegia a reeleição de quem já detém mandatos. Isso vale para políticos de esquerda também.
Inclusive, tem-se falado sobre mudanças na eleição para o Senado, sugerindo limitar o voto a apenas um candidato nas duas vagas para senadores em 2026. A ideia parece interessante, mas aguardemos o debate.
Para Onde Vai o Governo Lula?
Lula sempre se mostrou um social-democrata. Já o PT é mais difícil de qualificar, pois abriga quadros bastante diversos. No entanto, há um movimento claro de aproximação da social-democracia na maior parte do partido.
Por muito tempo, as resistências ao reconhecimento de Lula como um líder equilibrado, democrático e com prioridades sociais eram atribuídas ao preconceito ou à defesa do PSDB, que por anos foi o queridinho da imprensa e dos analistas políticos.
No entanto, a ascensão do bolsonarismo revelou algo diferente: a preferência de muitos setores está no conservadorismo extremo, anti-trabalhista e contrário a qualquer resquício de modernidade. Esses grupos preferem o fascismo explícito a uma social-democracia alinhada ao povo.
O PSDB, que muitos associavam à social-democracia, mostrou, em retrospecto, que sua principal contribuição ao Brasil ficou no Plano Real. E mesmo esse marco só se sustentou pela estabilidade e pelos avanços econômicos promovidos depois nos governos Lula. Sem a visão desenvolvimentista de suas administrações, o plano teria fracassado – um caminho similar ao que se vê na Argentina com as políticas de Milei.
A Demonização do PT e a Persistência de Lula
Muitos analistas ainda situam Lula e o PT na extrema-esquerda, algo que não condiz com a realidade. Esses mesmos analistas sonham com uma “terceira via” que inclui figuras como Tarcísio de Freitas, alinhado ao bolsonarismo, numa clara tentativa de barrar Lula.
Quando dizem que o brasileiro é conservador, referem-se principalmente ao Congresso, cuja composição reflete a realidade de reeleições automáticas, falta de renovação e interesses lobistas. No entanto, a eleição de Lula também mostra um tipo de conservadorismo brasileiro mais voltado à busca de segurança econômica, com viés social-democrata.
A esquerda, no Brasil, muitas vezes apoia Lula pelo voto útil, mesmo que parte desse grupo critique constantemente o candidato e suas decisões.
Conclusão
Mudar para permanecer o mesmo.
Lula e seu governo não estão mudando de direção. Permanecem onde sempre estiveram: promovendo conciliação, enfrentando a direita conservadora (ontem) e agora a direita extremista. A governabilidade no presidencialismo brasileiro exige negociação constante com o Congresso – um Legislativo conservador mais pela dinâmica eleitoral do que pelo perfil ideológico dos eleitores.
O governo atual caminha para consolidar a social-democracia como força dominante no Brasil. Lula vence porque suas propostas atendem às demandas de um grupo majoritário favorecido por suas políticas.
O PT enfrenta mais dificuldades em momentos de prosperidade econômica, quando parte da população tende a esquecer a origem de suas conquistas, com ainda muito a ser recuperado após os governos de Temer e Bolsonaro, Lula continua como favorito para 2026. E, após seu ciclo, a social-democracia poderá encontrar novos nomes para manter-se como força política vitoriosa.
Os dois primeiros anos de Lula: Arrumação, Planejamento e Caminho para a Colheita
O atual mandato do presidente Lula reflete o que vimos em sua trajetória anterior: um primeiro período voltado à arrumação da casa e ao planejamento de médio e longo prazo, preparando o terreno para colheitas que ocorrem na segunda metade de cada ciclo. Este início de governo já trouxe realizações significativas, que muitas vezes passam despercebidas em meio ao discurso de crise permanente.
Apesar das constantes tensões com o Congresso, o governo avançou em áreas estratégicas, ainda que sob duras negociações. O fato é que 93% dos projetos de lei enviados ao Legislativo foram aprovados – uma marca histórica que supera qualquer administração anterior.
Reformas e Retomada Econômica
A aprovação da reforma tributária foi um divisor de águas. Aliada à retomada dos investimentos, já visível na criação de empregos e na elevação das rendas, mostrou-se essencial para reconstruir as bases econômicas do país. A desconfiança inicial, vinda até de antigos aliados de Lula, está perdendo espaço para resultados concretos e crescentes.
Agora, o foco se volta ao equilíbrio fiscal. Aqui, o ministro Fernando Haddad tem conduzido ajustes que visam alinhar as despesas obrigatórias ao novo arcabouço fiscal. Embora mudanças nos critérios de saúde e educação ainda causem receios, é evidente que tais reformas são essenciais para preservar o orçamento e manter a capacidade de investimento público.
Essas medidas são sempre pontuais e sujeitas a revisões futuras. No entanto, se mudanças precisam ocorrer, é preferível que sejam conduzidas por Lula e Haddad, figuras historicamente comprometidas com o social, do que por uma direita insensível às necessidades da população.
O Crescimento como Solução Sustentável
O crescimento do PIB é o único caminho realista para resolver nossas mazelas sociais. Sem ele, continuaremos presos a um ciclo de baixos salários e limitada capacidade de consumo, característica de uma economia que atende a uma minoria.
Os primeiros sinais de mudanças positivas já aparecem: um número crescente de trabalhadores têm pedido demissão para buscar melhores condições ou remunerações, um reflexo direto de um mercado mais aquecido. Esse movimento não é trivial. Ele representa um deslocamento do poder, que começa a equilibrar-se entre empregadores e trabalhadores.
Obstáculos Políticos e Sociais
É fato que os setores conservadores, representados por grande parte do Centrão, resistem. Deputados e senadores seguem alinhados aos interesses dos mais ricos e privilegiados. Contudo, eles são sobreviventes políticos e sabem se reposicionar conforme as demandas da sociedade e o sucesso de políticas populares.
Os desafios também estão no campo da reconstrução do apoio social. A classe média e até setores populares foram cooptados por ideias conservadoras e até extremistas durante a última década, o que torna o resgate desse público uma tarefa árdua, mas não impossível.
Um Futuro Promissor
As próximas etapas do mandato atual devem repetir o que vimos no segundo mandato de Lula: colheitas que consolidem o progresso alcançado até aqui. A perspectiva é de “oito anos em quatro”, e caso Lula opte por disputar a reeleição poderemos ter “16 anos em oito”, ou, quem sabe, até mais, conforme as bases sólidas hoje estabelecidas floresçam plenamente.
Estamos diante de um cenário desafiador, mas promissor. O equilíbrio global exige uma postura firme e ajustada às constantes mudanças do contexto internacional. A colheita pode não ser instantânea, mas os sinais indicam que a caminhada está na direção certa.
Amazônia tem menor taxa de desmatamento em 9 anos.Taxa de desmatamento caiu 77,2%% no Pantanal e 48,4% no Cerrado.
Ponto fundamental: o governo Lula encontrou o país destruído: Entre 2015 e 2022, a taxa média de crescimento do PIB foi 0,4%, com desemprego e pobreza crescentes. Bolsonaro deixou um rombo fiscal: rombo de R$ 800 bilhões em 4 anos, sem jamais cumprir o Teto de Gastos.
Estima-se déficit primário de R$ 55,4 bilhões para 2024.Se considerar R$ 20 bilhões de recursos empossados. Mais gastos de R$ 40 bilhões do Perse e Desoneração da Folha, despesas que não foram o governo que criou, mas o congresso, 2024 teria superávit fiscal.
Inflação abaixo das expectativas do mercado. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi de 0,34% em dez. e ficou 0,28% abaixo do resultado de novembro (0,62%). Acumulado de 4,71% em 2024. As expectativas do mercado: alta inflacionária de 0,45% e 4,82%.
Foram várias reformas e programas estruturais criados e aprovados pelo governo que garantem ao país crescimento de longo prazo e retomada da indústria: Mercado de carbono, Lei do Hidrogênio de Baixo Carbono, Lei do Combustível do Futuro, Nova Lei de Informática, Programa Brasil Semicondutores, Programa de Mobilidade Verde e Inovação (MOVER), Marco de Garantias, Regime Especial da Indústria Química (REIq), Brasil Mais Produtivo, Programa Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA), Lei do Combustível do Futuro, Plano Mais Produção, Debêntures de Infraestrutura e Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel. Esses programas são instrumentos de políticas públicas de Estado, para que o país matenha a retomada do crescimento econômico de longo prazo e fortalecimento da indústria.
As “estatais que dão prejuízo”, de acordo com Folha de São Paulo e Globo são obviamente empresas cuja função não é prioritariamente gerar lucro.
1. Emgepron, a mais deficitária, está construindo navios de guerra para Marinha. +
2-Correios é a segunda mais deficitária, mas tem prejuízos concentrados na atuação em regiões remotas do país, tanto com correspondências, como está menos comum, quanto com entregas.
Diminuir esse prejuízo implicaria na prática em isolar algumas regiões do país.
3-Emgea, a terceira mais deficitária, atua principalmente junto à Caixa em programas habitacionais. Além disso, compra e gere ativos para União de acordo com o interesse de projetos dos demais Ministérios.
4. Infraero, que até seria dispensável citar, é essencial para segurança aérea e a conexão das cidades do país e da cadeia logística de suprimentos. É a empresa que garante rotas inclusive para onde não há interesse da aviação comercial.
5-Dataprev faz o armazenamento e gestão de documentos e arquivos públicos, e teve gastos recentemente mais concentrados em processos de digitação e facilitação eletrônica do acesso de usuários a mais serviços públicos pela internet.
Em 2 anos, vejam resumo de algumas grandes conquistas para o povo brasileiro do governo @LulaOficial e @geraldoalckmin:
1. Crescimento do PIB em 2024 de 3,2% e em 2024 3,5%.
2. Taxa de desemprego 6,1%, menor taxa da história.
Segue 🧶
3. A massa de rendimento real foi novo recorde, chegando a R$ 332,7 bilhões.O rendimento real habitual de todos os trabalhos (R$ 3.285).
4. Crescimento da indústria de 3,6% em 2024, maior em 10 anos.
5. Crescimento de 75% do emprego na indústria, destes 55% são jovens.
Resultado de política industrial da Nova Indústria Brasil (NIB):
Segmentos de alta tecnologia crescem 5%, acima da indústria de transformação,que vai crescer 3,6%.
Esse crescimento é resultado de medidas da NIB,como linhas de crédito do Plano Mais Produção.
7. A taxa de investimento como proporção do PIB em 18%.
8. O Brasil se tornou o 2° maior receptor de investimentos estrangeiros diretos do mundo em 2024.
9. Investimento em infraestrutura saiu de R$ 188 bilhões em 2022, para R$ 260 bilhões em 2024.
10. Com o Plano Mais Produção, a Nova Indústria Brasil (NIB) disponibilizou R$ 507 bilhões de crédito para investimentos.
BNDES, FINEP, EMBRAPII, CEF, BB, BASA e BNB, estão juntos para estimular uma Indústria Mais Inovadora e Digital, Exportadora, Verde e Competitiva.
11. BNDES aumentou o volume de Desembolso de R$ 98 bilhões em 2022, para R$ 148 bilhões em 2024. O crédito para a indústria cresceu 262% em 2024.
12. Com a Nova Indústria Brasil (NIB), Novo PAC e PTE, o setor privado já anunciou investimentos de R$ 2,3 trilhões.
13. Finep bateu recorde e ultrapassa R$ 10 bi em financiamentos
Recursos financeiros liberados pela Finep em 2024 representam o dobro do montante financiado em 2023
O desempenho também representa um crescimento três vezes superior em relação ao resultado de 2022.
14. Com a NIB estimulando a agroindústria, a taxa de crescimento da groindústria teve o melhor resultado em 14 anos, crescimento de 4,2% em outubro,e 2,7% no acumulado.
15. Linhas branca e marrom,registraram o maior crescimento da produção e vendas nos últimos 10 anos, 25%.
16. Com o Mover, programa da NIB, o setor automotivo bateu recorde nas vendas, crescimento de 15% em 2024. A produção cresceu 11%, maior crescimento dos últimos 10 anos.
17. Máquinas e equipamentos estão puxando o crescimento industrial, crescimento de 8,3% em 2024.
18. O setor de bens de consumo duráveis cresceu 9,8% em 2024. São mais bens como automóveis, geladeiras, TVs, fogões, máquinas de lavar, etc, chegando ao povo.
19. No ranking mundial de produção industrial, o Brasil avançou 30 posições, saltando de 70° para 40°.
20. Varejo chega ao fim do ano com alta de 12,2% nas vendas na comparação com 2023:
Entre os itens mais procurados estão: os eletrônicos (alta de 25,9% nas vendas ante 2023); os brinquedos (+24%) e as roupas e os acessórios (+13%). Setor alimentar, 18,4%.
21. Depois de mais 40 anos, foi aprovada a Reforma Tributária, que estimula investimentos e exportações.
Estima-se que a reforma gerará um crescimento adicional da economia de 12% a 20% em 15 anos. Hoje, esses 12% representariam R$ 1,2 trilhão a mais no PIB de 2022.
22. Taxa de pobreza caiu para mínima histórica,27,4%.
23. A taxa de miséria caiu para a mínima histórica.Parcela de brasileiros miseráveis caiu para 4,4%
24. Amazônia tem menor taxa de desmatamento em 9 anos.Taxa de desmatamento caiu 77,2%% no Pantanal e 48,4% no Cerrado.
25.Ponto fundamental: o governo Lula encontrou o país destruído:
Entre 2015 e 2022, a taxa média de crescimento do PIB foi 0,4%, com desemprego e pobreza crescentes.
Bolsonaro deixou um rombo fiscal: rombo de R$ 800 bilhões em 4 anos, sem jamais cumprir o Teto de Gastos.
26. Estima-se déficit primário de R$ 55,4 bilhões para 2024.
Se considerar R$ 20 bilhões de recursos empossados.
Mais gastos de R$ 40 bilhões do Perse e Desoneração da Folha, despesas que não foram o governo que criou, mas o congresso, 2024 teria superávit fiscal.
27. Inflação abaixo das expectativas do mercado
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) foi de 0,34% em dez. e ficou 0,28% abaixo do resultado de novembro (0,62%).
Acumulado de 4,71% em 2024.
As expectativas do mercado: alta inflacionária de 0,45% e 4,82%.
28. Foram várias reformas e programas estruturais criados e aprovados pelo governo @LulaOficial e @geraldoalckmin, que garantem ao país crescimento de longo prazo e retomada da indústria:
Mercado de carbono
Lei do Hidrogênio de Baixo Carbono
Lei do Combustível do Futuro
Nova Lei de Informática
Programa Brasil Semicondutores
Programa de Mobilidade Verde e Inovação (MOVER)
Marco de Garantias
Regime Especial da Indústria Química (REIq)
Brasil Mais Produtivo
Programa Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA)
Plano Mais Produção
Debêntures de Infraestrutura
Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel
Esses programas são instrumentos de políticas públicas de Estado, para que o país matenha a retomada do crescimento econômico de longo prazo e fortalecimento da indústria.