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Blog do Franco

  • A Chegada.

    janeiro 18th, 2025

    A expectativa com a nomeação de Trump para mais um mandato segue o padrão extremista : muito barulho.

    Por nada?

    Na verdade alguma coisa ele já fez pressionando Israel por trégua, mesmo que a duração ainda ninguém saiba precisar quanto vai durar. Mas foi um feito e reféns e prisioneiros voltam para suas casas.

    Moedas em todo o mundo caíram em relação ao dólar, movimento preventivo contra propagandas de tarifas ainda por serem anunciadas. Inclusive no Brasil, onde mais 1% na Selic esse mês eu coloco nessa conta das dúvidas em torno das medidas futuras.

    As notícias que chegam é que vem aí um pacotão, estimados em 200 decretos, com a questão dos emigrantes na frente para saciar a sede dos eleitores de cara e ganhar tempo para as outras decisões. Parece que a aprovação do pacote não vai ser o passeio imaginado, sobretudo no senado. Mas acabam aprovando, basta ver o que Milei conseguiu na Argentina. A lógica nesses casos na política é deixar o vitorioso na eleição dar seu rumo e esperar para ver o que vai dar. Mas a semelhança de Trump com Milei termina aí, seus escolhidos para administrar o país se assemelham muito mais com o governo Macri, um apanhado de plutocratas sem a menor noção do que fazer no poder público. Costumam fracassar miseravelmente, e , além de torcida, aqui me socorro de conhecimento prévio em casos semelhantes.

    A retórica trumpista vai sacudir o mundo, mas se vai passar disso o tempo dirá.

    Para nós duas questões: 1- se as tarifas vão obrigar a China a comprar mais dos EUA e diminuir a compra do Brasil. 2- as tarifas diretas vão nos atingir, embora não vejo onde.

    Segunda feira começa.

    Ah, a foto do Post é a oficial do presidente…

    Amanhã vamos analisar os decretos.

  • O fim do massacre?

    janeiro 16th, 2025

    Israel, pressionado pela dupla Biden e Trump – que disputam a autoria da iniciativa –, parece prestes a encerrar o massacre contra os indefesos palestinos na Faixa de Gaza.

    Neste momento, o gabinete de Netanyahu tenta adiar seu inevitável ocaso, possivelmente consciente do impacto que essas decisões terão para seu futuro político. No entanto, a fragilização da Síria apresenta uma nova oportunidade estratégica. A possibilidade de expandir seus planos de dominação territorial pode estar entre os cálculos de Netanyahu e seu grupo. Um cenário favorável a Israel se desenha, ampliando as chances de consolidarem o poder ao avançar sobre novos territórios além dos já controlados.

    Enquanto isso, Biden se despede do cenário político assumindo os créditos pelo fim do conflito, ignorando os 15 meses anteriores em que sua administração foi cúmplice na manutenção das hostilidades. Trump, por outro lado, mantém sua retórica avessa a guerras diretas, optando por conflitos econômicos, sobretudo contra a China. Sua promessa de encerrar a guerra na Ucrânia também reflete uma tentativa de afastar a Rússia da China – embora essa estratégia talvez tenha chegado tarde demais. Paralelamente, o Brasil dá sinais de distanciamento do BRICS, abrindo espaço para Trump colher frutos em áreas inesperadas.

    O mundo já se encontra em um cenário de multipolaridade, mas a disputa por protagonismo nesta nova ordem global segue em pleno curso.

    Mesmo sendo avesso a conflitos armados, Trump parece inclinado a promover uma corrida armamentista como parte de seu plano industrial. Ao pressionar a OTAN por maiores gastos militares, ele busca incentivar a produção bélica como forma de sustentar empregos e impulsionar a reindustrialização dos EUA. A ideia pode ser funcional no curto prazo, mas o acúmulo de armamentos sem um propósito definido de uso é insustentável. Nesse cenário, o mundo caminha para um fechamento político, com o crescimento dos discursos de ódio e o avanço de líderes e políticas de extrema direita.

    No Brasil, a polarização política continua a se aprofundar, com o centro político desaparecendo sem deixar rastros. Paradoxalmente, enxergo no horizonte um possível ressurgimento de um movimento social-democrata, tanto para o país quanto para o PT no período pós-Lula.

    O fim do massacre em Gaza, contudo, é a boa notícia deste início de ano. As atrocidades perpetradas por Israel, marcadas de forma indelével na história, não serão esquecidas. Conforme os detalhes sobre esses crimes forem emergindo ao longo das próximas semanas, o impacto sobre a imagem internacional de Israel será profundo. Comparações com o isolamento enfrentado pela África do Sul durante o apartheid são inevitáveis – embora, neste caso, os agravantes sejam ainda mais evidentes.

  • Sem passaporte.

    janeiro 16th, 2025

    Era previsível a negativa. A exigência de um convite oficial, embora burocrática, acabou por revelar mais uma falsificação grotesca. Foi apresentado um convite obtido em uma página aberta na internet – algo semelhante a um registro geral de intenções de apoio – e não uma autorização formal para comparecer ao evento da plutocracia mundial.

    Agora, com a orientação da PGR para não devolver o passaporte do ex-presidente – sob o argumento de que não há ali nenhum “interesse público” que justifique tal medida –, o caso segue para decisão do ministro Alexandre de Moraes, que deve acompanhar essa recomendação. Não há razões válidas para liberar o documento, já que os motivos que levaram à apreensão permanecem legítimos. Além disso, o relatório da PGR previsto para o fim de janeiro ou início de fevereiro reforça a necessidade de vigilância sobre Bolsonaro, figura que reiteradamente afirmou que jamais aceitaria uma condenação e prisão.

    Embora eu não acredite que este seja um momento de fuga, é fato que Bolsonaro tem meios para sair do país quando quiser. Contudo, parece-lhe mais vantajoso buscar uma saída que imponha ares espetaculares, como um pedido de asilo nos Estados Unidos, junto ao novo presidente, do que fugir discretamente na calada da noite.

    De uma forma ou de outra, a resposta da justiça é proporcional aos riscos que essa figura representa. Estamos avançando para virar esta página, embora ainda estejamos longe de nos livrar do impacto da extrema direita, que continua poderosa graças ao uso estratégico e moderno de redes de propagação de mentiras.

    Por outro lado, apesar da capacidade de disseminação, a direita parece cada vez menos apta a apresentar um oponente político viável. A disputa principal agora se desloca para o Congresso Nacional, onde os embates na Câmara e no Senado prometem ser ainda mais acirrados.

    A esquerda, por sua vez, está começando a melhorar sua atuação no campo digital, mas corre o sério risco de cair no mesmo ridículo em que a direita se especializou. Esses são os ossos do ofício no ambiente polarizado e dinâmico das redes. A longo prazo, podemos vislumbrar a possibilidade de um debate político mais saudável e construtivo, uma vez que a paridade de armas seja alcançada, mas isso exige tempo e maturidade no uso dessas ferramentas.

    Mas essa já é uma outra conversa.

  • O COPOM vem aí.

    janeiro 15th, 2025

    Nos próximos dias 28 e 29 de janeiro, inauguramos a nova temporada de reuniões do Copom, agora sob nova direção.

    Nova? Veremos.

    O que sabemos é que a probabilidade de subirem os juros em pelo menos mais 1% é enorme – e isso, no mínimo. Apesar de todos os pesares, é fato que, diante da posse de Trump no dia 20 deste mês e das medidas radicais que ele promete anunciar, somado à posição de fragilidade em que o BC anterior nos deixou, não há como evitar esse aumento agora.

    Para o futuro, a história será diferente. Os dados iniciais sobre o desempenho do setor de serviços em novembro mostram uma queda de 0,9% na atividade. Esse recuo reflete o efeito da alta dos juros e a estagnação dos salários, frente à alta de preços dos alimentos. As pessoas sentem no bolso e reduzem seus gastos. Nem mesmo a euforia do fim do ano consegue reverter esse quadro. É verdade que as praias estão lotadas, e os brasileiros saíram de férias mais confiantes do que em anos anteriores, com razões concretas para isso. O esforço em manter o ímpeto diante de desafios forjados é grande, mas é algo que já conhecemos bem.

    O problema fiscal não está nos gastos, mas nos juros. O arcabouço fiscal, aprovado em 2023, está sendo rigorosamente cumprido – diferente do que muitas previsões apontavam. Mesmo diante dos fatos, o discurso muda, mas a pressão sobre as despesas fiscais continua. O real problema, porém, é a taxa altíssima de juros, não os investimentos públicos ou as estatais, que apresentaram lucros bilionários. Fechamos 2024 com deficit primário de 0,1% do PIB e déficit bruto de 8% do PIB! Tudo praticamente na conta dos uros.

    O ano começou estranho também na questão do Pix. A portaria que provocou tanto alvoroço deveria ser cancelada imediatamente. Retomar essa discussão apenas quando aprovada a prometida isenção de impostos para movimentações de até 5 mil reais faria muito mais sentido e evitaria o desgaste atual.

    O novo ministro das Comunicações surge com um discurso correto, mas o problema nunca esteve no diagnóstico, e sim na forma de agir. Comparações com o México, por exemplo, onde a atual presidente responde às provocações de Trump com ironia e sarcasmo – como a sugestão de renomear os EUA para “México das Américas” – mostram que, nesses tempos, o deboche parece ser eficaz. No entanto, é importante encontrar um equilíbrio. Nem ser sisudo e rígido, nem cair no ridículo. É nisso que Lula se destaca, com seu equilíbrio único. Durante o tempo em que esteve afastado, o Brasil acabou enfrentando uma onda de negatividade que agora começa a se dissipar.

    Boa sorte ao novo ministro. Há boas notícias para nos manter acreditando. O BC pode ceder agora de início, mas esperamos que o trabalho vá além de apenas aumentar juros.

  • Sonegação e informalidade explicam a confusão com fiscalização do PIX.

    janeiro 14th, 2025

    Devemos partir do princípio de que o uso do Pix vinha substituindo o dinheiro físico. O sistema cumpria a mesma função de forma simples e prática, com a vantagem de eliminar a preocupação com a falta de troco.

    Nesse contexto, o Pix permitia que pequenos recebimentos não declarados continuassem fora do alcance da fiscalização. Assim, transações informais seguiam acontecendo sem chamar muita atenção. Agora, com as novas regras, embora se diga que o sigilo das operações será mantido, o simples fato de saber que há monitoramento sobre a circulação financeira já despertou preocupação e resistência entre os usuários.

    O problema não está apenas na desinformação que gerou pânico, mas também no fato de que um vasto universo de transações informais prefere, por razões variadas, continuar operando fora da formalidade. A realidade é que, para muitos, o dinheiro físico volta a ser uma alternativa mais segura, mesmo com suas limitações.

    Seria mais produtivo agilizar a discussão sobre a prometida reforma tributária sobre a renda, prevista para 2025, estabelecendo de forma clara que ganhos mensais de até 5 mil reais ficariam isentos de preocupação. Consertar o impacto gerado pela mudança no Pix está se mostrando cada vez mais difícil, porque as pessoas, de fato, perceberam a intenção subjacente à medida da Receita Federal, e isso gerou descontentamento.

    A formalização por meio do MEI segue sendo uma questão crucial, alcançando quase todos os pequenos negócios. Nesse sentido, estímulos e facilidades para adesão precisam ser ampliados, tornando a formalização mais atrativa e vantajosa para os microempreendedores.

    Quanto às pessoas físicas e à tributação sobre os pequenos rendimentos, apenas uma mudança legislativa parece capaz de resolver a situação de maneira efetiva. Até lá, o dinheiro físico provavelmente voltará a ser uma alternativa viável para movimentações menores, especialmente entre os setores mais informais da economia.

    No fim, trata-se de um desgaste desnecessário, que poderia ter sido evitado com mais diálogo, clareza e sensibilidade na implementação das mudanças.

  • O convite.

    janeiro 14th, 2025

    Esperei alguns dias para entender melhor essa história do convite de Trump para Bolsonaro comparecer à sua diplomação como presidente dos Estados Unidos.

    O pedido de liberação do passaporte ao STF foi acompanhado de um suposto e-mail enviado para o filho Eduardo, que seria o tal “convite”. No entanto, Alexandre de Moraes rejeitou o documento, argumentando que ele não apresentava procedência oficial, não continha informações básicas como data e horário, e, portanto, não poderia ser considerado um convite legítimo. Ou seja, não era nada além de uma tentativa vazia de fundamentar o pedido.

    O prazo para apresentar um convite oficial foi de 72 horas, contadas a partir do sábado, mas tanto Bolsonaro quanto Eduardo já esclareceram que o “convite” é apenas o e-mail apresentado inicialmente e que não há outro documento, nem haverá. Alegaram que estão “esgotados”.

    Vale lembrar que os presidentes dos Estados Unidos não costumam receber delegações de outros líderes internacionais em suas cerimônias de diplomação. Essas festas são eventos privados, financiados por bilionários e plutocratas sem qualquer constrangimento em exibir esse privilégio. Isso, por si só, já reforça a ideia de que o suposto convite de Trump soa como mais uma peça de ficção.

    Confesso que inicialmente pensei que o advogado de Bolsonaro e sua equipe estivessem blefando, que fosse algum tipo de provocação a Moraes para, no último momento, surgirem com um convite verdadeiro e criarem um espetáculo habitual. Mas não, o pedido foi mesmo ridículo e simplório. E, sinceramente, não parece tratar-se de uma tentativa de fuga. Se Bolsonaro quisesse sair do país, poderia fazê-lo por terra rumo à Argentina, ou em um jatinho particular, sem grandes obstáculos.

    Tudo isso parece ser mais um capítulo da sequência interminável de confusões, mentiras, pegadinhas e falsidades que compõem o “pacote completo” da extrema-direita bolsonarista. O que eles ganham com essas atitudes é um mistério, mas o fato é que o nome de Bolsonaro continua reverberando no imaginário de seus apoiadores, mesmo em episódios tão constrangedores.

    A tendência é que Moraes negue o pedido de viagem e Bolsonaro permaneça no Brasil, acompanhando a festa plutocrata dos EUA pela televisão. Janeiro já chegou à sua metade e, em breve, a justiça deve começar a traçar o futuro do ex-presidente — um destino bem diferente de festas ou holofotes.

    Para piorar, a imprensa internacional, confiando na palavra de Bolsonaro, repercutiu o suposto convite. Mas Trump, até agora, não demonstrou qualquer movimento ou declaração que sustentasse essa versão. O episódio parece caminhar para um desfecho vexatório e melancólico.

    Assim, enquanto a pompa e os excessos das cerimônias norte-americanas ilustram o que os plutocratas representam, mais uma mentira e presepada servem como um reflexo fiel de quem foi o ex-presidente brasileiro.

  • PIB cresceu 3.6% em 2024 e 7% em dois anos.

    janeiro 9th, 2025

    Ficamos assim, por enquanto, lembrando que o ano da colheita ainda está por vir, lembra?

    Dois primeiros anos de muito trabalho para arrumar a bagunça, o abandono, recuperar a credibilidade que tentam a todo custo – e não sem intenções terríveis – macular. Mas tudo caminha conforme o previsto desde o dia 1, ou alguém pode dizer e provar que não? Fique a vontade para tentar.

    Eu repito aqui com insistência, não porque uma bola de cristal esteja disponível ou defendo uma realidade paralela que eu gostaria de ver. Sim, prefiro o crescimento da economia e da inclusão social, mas não ignoro desafios e tropeços, porque assim vamos construindo o bom futuro.

    Na realidade nem é tão difícil nem de entender nem de replicar. Quando incluem aumentos de salário mínimo acima da inflação , investimento público planejado e leis razoáveis, o milagre acontece. E não é a primeira vez, insisto. O que na verdade me espanta é todos não fazerem o mesmo, porque segredo não tem nenhum.

    Vida que segue.

  • Um país de classe.

    janeiro 9th, 2025

    Média, mas classe.

    Por sorte, toda vez que Lula assume o governo o Brasil se transforma novamente em um país majoritariamente composto de pessoas de classe média. O gráfico acima mostra, para quem quiser ver.

    O problema é que ascensão social é encarada como resultado de esforço próprio, independente do governo de plantão, o que minimiza o reconhecimento das políticas verdadeiramente responsáveis por esse feito e a consequente valorização e prestígio de quem promove.

    Claro que sem esforço próprio ninguém chega a lugar nenhum. Da mesma forma que sem oportunidade é muito difícil de obter sucesso. É isso que um governo com as políticas de investimento geral e irrestrito promove: oportunidades. E cada um aproveita como pode ou deseja.

  • Trump: adoro gastos e vai aumentar limites da dívida pública.

    janeiro 8th, 2025

    Poderíamos parar por aqui, sem explicitar o quanto tamanha declaração dói nos ouvidos matreiros dos analistas da grande mídia. Depois do enterro da globalização – que martelaram em nosso ouvidos por anos e anos – o bloqueio da compra pelos japoneses da siderúrgica, agora a intensão da extensão das despesas públicas para valores muito superiores ao PIB inteiro.

    Sobrou o que para os nossos liberais de quinta defenderem?

    Sobre a entrevista de Trump de ontem é melhor aguardar para ver o real por trás da retórica. Por enquanto o dólar ficou tão baratinado quanto as demais moedas no mundo. Imagino que isso deve ser divertido para sociopatas. E as ameaças devem ter o poder de disparar mais uma corrida armamentista, que favorece as empresas bélicas americanas.

    No mais, loucuras, loucuras.

    Vai sobrar para todos, inclusive para os próprios.

  • Governo obteria superávit fiscal com o fim das desonerações.

    janeiro 7th, 2025

    O que nos leva ao deboche e cinismo da imprensa de insistir em superávit fiscal como causador do dólar caro, sendo que eles são um dos 17 favorecidos pelas medidas de 2013 – anticíclicas e para épocas difíceis – que nunca mais se conseguem suprimir, mesmo com o país voltando a crescer.

    O arcabouço fiscal objeto de severas críticas – a esquerda e a direita – foi cumprido nos termos previstos na sua concepção. Problema do déficit está inteiramente situado na consequência dos juros mais altos do mundo praticados por desculpas que foram mudando durante o ano, e finalmente a desculpa que pegou exatamente com a consequência do pagamento dos juros exorbitantes. De fato, temos um problema com a subida da dívida bruta, longe de explodir, mas com trajetória incompatível com a dinâmica da nossa economia em desenvolvimento e desconectada dos superávites da balança comercial que fecha 2024 com mais de US$ 74 bilhões de saldo positivo.

    Por onde olhamos todos os indicativos e emprego, renda, superávites fiscais e comerciais, aprovação de leis de interesse e reformas do governo no Congresso, abertura de mercados e segurança jurídicas, em tudo o Brasil avança sem problemas, exceto o serviço bilionário da dívida pública que precisa ser alterado com urgência.

    Agora em janeiro temos mais uma reunião no BC para aumentar em 1% a Selic, conforme previsto na ata da última reunião. Vamos cumprir a previsão e aguardar a próxima em março, quando o novo presidente vai poder começar a agir com seus próprios pensamentos. Até lá é aguentar o tranco.

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