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Blog do Franco

  • Filho feio não tem pai.

    setembro 13th, 2023
    Foto por SOO CHUL PARK em Pexels.com

    E nem os belos, em um país com 7% de crianças sem registros paternos.

    Mas uso a frase de gosto duvidoso para chamar a atenção para outro tipo de fenômeno comum quando o Brasil é governado pelo PT: a atribuição de crédito pelos bons momentos na economia.

    Começa assim: durante a campanha, empresários e a mídia corporativa promovem e preveem o caos, a quebra, a fuga de capitais e empresas, o desemprego, o frio e a fome. Depois que o PT é eleito, as previsões continuam sendo negativas, mas os cenários apocalípticos são substituídos por análises de especialistas e analistas supostamente imparciais. Todos eles têm algo em comum: eles serão desmentidos pelos fatos. Após alguns meses, com os indicadores econômicos cada vez melhores, indo em direção oposta às previsões anteriores, os mesmos de sempre – a mídia corporativa e políticos – mudam de foco mais uma vez, ignorando os progressos inegáveis e começam a atacar qualquer sinal de ação governamental, em qualquer ministério e em qualquer situação.

    Paralelamente, sem entrar em detalhes, eles começam a disputar a paternidade dos acertos, do crescimento econômico, da agenda que está funcionando. A deles sempre acaba em fracasso, enquanto a nossa – permitam-me dizer – começa como sorte e depois se transforma em resultado das reformas implementadas antes do atual governo assumir o poder.

    No primeiro governo de Lula, além da sorte, diziam o governo foi beneficiado pelo boom das commodities. Agora, no terceiro mandato, estamos na fase da sorte e dos acertos promovidos pelo governo anterior. Mais adiante, com o passar dos anos e a impossibilidade de manter o discurso de efeitos positivos anteriores, eles começam a atacar tudo e a ignorar as boas notícias. Estamos atualmente em uma fase intermediária, a sorte está ficando para trás e usam a desculpa dos efeitos das boas políticas anteriores e começam os ataques cegos e furiosos.

    Eu percebo que a militância está mais madura e vacinada por tantos anos de mentiras e sofrimento. Os quinta-colunas começam a aparecer também, usando a bandeira da identidade para comover e atacar. Tudo bem, algum espaço deve existir para todos, e competir não é um problema. O problema, em minha opinião, é confundir esses opositores como nossos, o que eles não são e nem precisam ser. No entanto, é crucial que esse ponto fique claro entre nós, e a vida segue.

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  • Aqui temos nossos bagrinhos também.

    setembro 13th, 2023
    Foto por Guryan em Pexels.com

    Numa sequência de apreciação individualizada, das 1390 denúncias, 1290 tornaram-se réus. Dentre eles, apenas 283 serão efetivamente julgados, dentre os milhares de manifestantes que vandalizaram a Praça dos Três Poderes no Brasil no fatídico dia 08 de janeiro. Seis começam a ser julgados a partir de hoje no STF.

    Esses foram os escolhidos para enfrentar as acusações mais graves e devem receber penas severas. Talvez o julgamento esclareça por que foram selecionados para servirem como exemplos, expiando o erro de muitos. A maioria dos outros detidos, investigados e indiciados provavelmente receberá penas mais leves e paliativas.

    Devemos reconhecer a agilidade dos julgamentos e a enorme dificuldade de individualizar os membros da multidão enfurecida que vandalizou os prédios públicos em 08 de janeiro. É provável que as acusações e penas sejam semelhantes em muitos casos.

    Outra questão importante a se considerar é a natureza simplória dos acusados. Mesmo alguns dos poucos mais afortunados parecem ser figurantes de uma comédia pastelão. Alguns esforços estão em andamento para identificar os instigadores e financiadores, e teremos que esperar para ver o que a investigação revelará.

    Assim como Lula reclamou que o Tribunal Penal Internacional parece aplicar-se apenas aos países menores e é ignorado pelos países desenvolvidos, nosso STF deve agir com rigor contra os vândalos de 08/01, sem, no entanto, parar por aí; identificar e punir os responsáveis e os mandantes é mais difícil, mas sem alcançá-los, de nada adiantará punir apenas invasores.

    Seria como realizar um julgamento de Nuremberg condenando apenas os soldados alemães e poupando os comandantes e líderes da guerra. Guardadas as devidas proporções.

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  • O show não pode parar.

    setembro 13th, 2023
    Foto por sergio souza em Pexels.com

    O chefe da Câmara, Arthur Lira, decidiu que duas das CPIs serão encerradas : do MST e das Lojas Americanas.

    Ambas serviram de vitrine para os deputados performarem em seus respectivos papéis, levando o decoro ao limite, a má educação como conduta e a improdutividade como resultado.

    Situação e oposição berrando, ninguém ouve ninguém e se a expectativa de algum desavisado for de mudança no atual formato, esqueça. O mais provável é esse modelo de exposição continuar. E porque agrada, de fato promove os mais combativos de ambos os lados, atrai interesse e permite sossego aos líderes por demandas paroquiais de desocupados. Que se ocupem nas CPIs e nos deixem em paz, devem pensar.

    Durante a Pandemia, no seu início, a moda era invadir hospitais para denunciar a falsidade da gravidade da doença. O atual Prefeito de Vitória foi um desses, totalmente desconhecido o delegado usou esse artificio de promoção, no contexto do bolsonarismo e seguindo a onda do negativismo. Ganhou e depois sumiu, Vitória parece que nem Prefeito tem. Seria esse o tamanho natural do rapaz, não fosse a turbina do fascismo de então.

    Claro que a onda pode voltar, acho que sim, em alguma medida mas menor. E, até contra ela, a onda da negação e de fake news, as CPIs ajudam, quando mantem a energia e a necessidade de aparecer relativamente controlada e em disputa, porque os dois lados se enfrentam furiosamente.

    Nem sei dizer se o Congresso continua piorando, como previu Ulisses Guimarães há décadas, pessoalmente me vem um sentimento de dejavu constante quando vejo essas discussões acaloradas e muitas das vezes sem sentido.

    De qualquer forma, o uso do instrumento pelos líderes esta claro, nesses tempos onde tudo é visto, onde tudo esta disponível pra quem quiser saber.

    Vem ai a CPI dos jogos, acho que sobre os resultados combinados entre apostadores e atletas. Tanto faz, mais coisa inútil, para distrair o distinto público,

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  • A vez dos generais.

    setembro 12th, 2023

    Com a operação da Polícia Federal de hoje investigando desvios no fundo de intervenção no Rio de Janeiro – lembra disso? – e tendo entre os investigados o General Braga Neto, que além de ser candidato a vice-presidente na chapa derrotada, foi um dos, digamos, articuladores do desastre da última administração federal brasileira.

    Lembro-me do General na porta do Palácio logo após a derrota no segundo turno, consolando alguns daqueles que depois depredaram a Praça dos Três Poderes em Brasília. Insinuando e animando os pobres coitados a não perderem as esperanças, porque novidades transformadoras estavam por vir. Pobre de quem acreditou na canoa furada dos generais.

    E não foi a primeira vez; este pobre escritor conviveu com esse desastre político-administrativo duas vezes em sua breve vida: em 1964 e agora com o tresloucado e sua trupe mambembe. Os resultados foram semelhantes, e os atuais fizeram menos estragos porque conseguimos evitar mais rapidamente a sequência de desastres que já estava contratados.

    Não consigo nem imaginar o tamanho da encrenca se aquela loucura tivesse continuado em um segundo mandato.

    Por enquanto, o General teve seu sigilo telefônico quebrado. Se for no estilo Mauro Cid, como tudo indica, seu celular deve estar cheio de informações comprometedoras. É engraçado como esses “especialistas” em segurança da pátria não conseguem guardar segredos nem proteger suas informações. Eles podem fazer muitas manobras, mas não conseguem o básico, que é preservar um celular e suas informações. Sorte a nossa que não precisamos deles para nossa proteção e que não entramos em conflitos armados.

    Uma outra imagem que me ocorreu foi quando, no pátio da minha faculdade nos anos 80, cercamos o Coronel que administrava nossa escola, que estava em estado deplorável. Quando confrontado com tanto descaso, o Coronel – cujo apelido era Calça Frouxa – respondeu que durante as férias tinha trocado alguns vidros quebrados no prédio. A resposta foi tão ridícula e bisonha, alienada e cretina, covarde e burra, que nos desanimamos para o confronto. Optamos pela greve, que durou um mês, e o Calça Frouxa foi obrigado a ceder o cargo para um professor civil de nossa escolha.

    A vida segue, e que venha um fim para essa turma de “Calças Frouxas”.

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  • O tribunal dos bagrinhos.

    setembro 12th, 2023
    Foto por ARTHUR HOW WONG em Pexels.com

    Na falsa polêmica da semana, motivada pela disposição de se opor a tudo e contestar tudo, a mídia opositora se revolta contra a fala do Presidente de que Putin poderia visitar o Brasil na próxima reunião do G20.

    Um tal Tribunal Penal Internacional emitiu um mandado de prisão contra o presidente russo, acusado pela invasão da Ucrânia.

    Na realidade, se existissem tribunais internacionais com jurisdição global, seria algo extremamente sério e difícil de imaginar como funcionaria, com base em que fundamentos legais e sob a autoridade de quem seria conduzido. É um exercício tão complexo que torna o tal Tribunal uma instância impossível, irrealizável e inexistente.

    No entanto, dizem que esse Tribunal existe e que condenou o presidente russo, e nosso país é obrigado – por sua própria escolha – a seguir suas orientações e decisões.

    Mas em um breve comentário ao sair do encontro do G20, Lula observou que apenas os países mais fracos, que ele chamou de “bagrinhos”, aceitam as decisões desse Tribunal. Nenhum país do Conselho de Segurança da ONU, como a Índia, Rússia ou EUA, segue suas decisões. Ele questionou por que o Brasil o faz e qual é o benefício disso.

    Minha resposta é que não serve para nada. É mais uma daquelas decisões equivocadas do nosso ex-presidente FHC, que muitas vezes colocava os interesses dos Estados Unidos em primeiro lugar e os nossos em segundo plano, se for conveniente.

    Lembrei-me do caso em que o ministro Barroso decidiu a candidatura de Lula no TSE, ignorando a orientação da ONU que considerava a impugnação injustificada, o que ele classificou como “imprestável”.

    Há momentos em que a ONU é relevante e momentos em que não é. Se esse é o caso, talvez seja melhor seguirmos as nossas próprias decisões e dispensarmos as imposições externas, como fazem os países soberanos neste mundo.

    Porque, se quisermos lidar com o vaivém das decisões judiciais, sempre prontas para atender ao poder do momento e agradar a quem estiver no comando, já estamos bem servidos desse tipo de situação para adicionarmos mais incertezas vindas de fora.

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  • A minha guerra.

    setembro 11th, 2023

    O príncipe saudita repetiu o mantra lulista de que a guerra a ser travada neste mundo é contra a pobreza e a favor do desenvolvimento do próprio país.

    Essa história, tantas vezes repetida, remonta ao encontro com o ex-presidente Bush, quando este convidou o Brasil a apoiar e auxiliar na guerra contra o Iraque, alegando que o Iraque acumulava estoques de armas de destruição em massa e representava uma ameaça ao mundo civilizado. Foi nessa ocasião que Lula respondeu que a única guerra que interessava ao Brasil era a guerra contra a pobreza.

    No recente encontro do G20, que terminou no último domingo, o príncipe saudita repetiu essa frase, agora no contexto das pressões para isolar a Rússia e apoiar a OTAN na Ucrânia. Recém-admitido nos BRICS e formando parcerias com a Rússia para reduzir a produção de petróleo – o que causou aumentos nos preços, levando o preço do barril a US$ 90 – a Arábia Saudita desempenha um papel importante nesse jogo de interesses e fortalece o mundo multipolar, o que beneficia muito, mas prejudica os planos imperiais.

    Com a produção diária mundial de petróleo com um déficit de 2 milhões de barris por dia, a decisão do corte conjunto entre a Rússia e a Arábia Saudita abalou os mercados e, acredito, está preparando o cenário para o inverno europeu, quando o consumo de gás aumenta nos aquecedores domésticos e leva os preços às alturas. Veremos como isso se desenrolará este ano; a Espanha voltou a consumir gás russo, abandonando o gás importado dos Estados Unidos, que é muito mais caro.

    E parece que quem pode se beneficiar nessa situação é a Venezuela. Os Estados Unidos estão cada vez mais ansiosos para suspender as sanções ao país, enquanto aparentam aceitar mudanças que, na prática, mantêm tudo como sempre foi na nação latino-americana. Os venezuelanos tem têm suas razões para isso, é importante destacar e, em algum momento, vamos tratar o assunto.

    Parece que o petróleo tem o poder de curar os pecados e, na sua escassez, pode fazer verdadeiros milagres.

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  • Barbas de molho e olho nas fakes.

    setembro 11th, 2023

    A tragédia causada pela passagem do ciclone no Rio Grande do Sul permitiu que os setores obscuros da política iniciassem uma ofensiva baseada em teorias imaginárias responsabilizando o governo pelas inundações, bem como criticar a ausência do Presidente Lula no estado.

    O ex-porta-voz da ditadura e dos generais alegou que as barragens construídas no RS durante os governos do PT foram intencionalmente abertas, provocando as inundações. E as notícias falsas na internet tinham como alvo principal o Presidente, com sua viagem para assumir a condução do G20 impossibilitando sua presença física na região afetada, sendo usada para disseminar mentiras sobre o governo tirar proveito da tragédia e menosprezar o grave problema. O próprio governador Leite também entrou nesse jogo, minimizando a ajuda federal, criando um sistema de transferência estadual (PIX) e insinuando que as verbas prometidas demoram demais para chegar. A resposta imediata do vice Alckmin, ao listar os recursos disponíveis na casa das centenas de milhões durante um encontro com o governador, desacreditou o discurso de Leite, que fez uma careta na hora, mas não pôde contestar. A discrepância entre a arrecadação do PIX e os milhões disponíveis tornou-o ridículo.

    No que diz respeito às notícias falsas, o governo agiu prontamente, abrindo inquéritos na Polícia Federal, e o jornalista porta-voz de ditaduras também terá que se explicar.

    Outro ponto de interesse em relação ao governo e às pressões frequentemente estranhas é a nomeação do próximo ministro do STF, para substituir Rosa Weber. Os outdoors em inglês espalhados na capital da Índia durante a reunião do G20, exigindo a nomeação de uma mulher negra para o cargo, parecem definir que tipo de adversário pretende influenciar as escolhas do nosso presidente. O constrangimento passou a ser para esses indivíduos ocultos envolvidos em arranjos internacionais obscuros, que usam causas justas para manipular a consciência nacional e manietar a presidência.

    No entanto, isso não parece funcionar, pois, mesmo que as escolhas do presidente tenham limitações devido às suas referências e indicações, sujeitas a filtros e duras experiências recentes, não podemos ignorar nem por um segundo o caráter político dessa escolha, que vai além do mero conhecimento das leis. Se existirem mulheres negras capazes de desempenhar bem o papel relevante de proteger a Constituição do Brasil, e existem, mais do que isso, a escolha passa pelo crivo da consciência pessoal e da confiança do presidente. Nesse ponto, as limitações de convivência e referências pessoais, considerando que ele é um homem de 80 anos, têm peso. No entanto, como todos nós, ele está em um processo de assumir a importância de expressar a diversidade de nosso povo em todos os sentidos e momentos. Isso não é uma desculpa, mas uma limitação. Se ele encontrar a pessoa adequada para o cargo neste momento crucial, ótimo. Se for uma mulher, excelente. Se for uma mulher negra, ainda melhor.

    Por fim, a reunião do G20 foi realmente um encontro entre gigantes, após anos de afastamento e disputas que levaram inclusive a uma guerra. O Sul global conseguiu conter a vontade das potências de isolar ainda mais a Rússia, usando a guerra como instrumento de ataque, graças aos esforços do Brasil e da Índia. O ano da presidência de Lula no G20 certamente será muito exigente nesse contexto de crescente afastamento entre as potências mundiais. Como mencionei anteriormente, o maior desafio será evitar divisões mais profundas e abrangentes.

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  • Inflação de oferta.

    setembro 10th, 2023

    Enquanto todas as atenções estão voltadas para a delação do ex-ajudante de falcatruas, Mauro Cid, o tufão no Rio Grande do Sul e a reunião do G20 na Índia, é importante reservar algum espaço na agenda desta semana para a próxima reunião do COPOM nos dias 19 e 20 de setembro.

    Uma vez que o atual presidente do BC brasileiro é alvo de muita críticas – ou herói, de acordo com a mídia nacional – torna-se crucial analisar suas decisões. É necessário retornar ao debate sobre as políticas recessivas e concentradoras de renda adotadas.

    Além disso, é preciso considerar que essas políticas parecem estar fortemente ligadas a interesses políticos que não são os atuais, mas sim os do governo anterior, que foi derrotado nas urnas.

    Vale a pena recordar que, no início do governo anterior, o BC brasileiro reduziu drasticamente as taxas de juros, praticando até juros negativos, com o objetivo de valorizar o câmbio e atrair investimentos estrangeiros e privatizações. Na época, a variável inflação parecia não importar, desde que se seguisse a cartilha do governo. O resultado dessa estratégia foi uma alta do dólar, conforme planejado, mas o esperado influxo de divisas e investimento estrangeiro não se concretizou. O então Ministro da Fazenda, Paulo Guedes, chegou a afirmar publicamente que “agora seriam juros baixos e dólar alto” o motor do crescimento nacional. Essa estratégia falhou miseravelmente, levando a uma inflação de dois dígitos.

    Mais tarde, quando a inflação se tornou um problema global devido às perturbações nas cadeias de suprimento causadas pela pandemia, o BC mudou drasticamente de rumo, novamente pelos motivos errados e sem sucesso. Enquanto outros países desenvolvidos aumentaram as taxas de juros para financiar suas dívidas públicas pós-pandemia, o Brasil manteve o discurso de combate à inflação, ocultando, na realidade, o objetivo de prejudicar o crescimento econômico e manter o governo atual em apuros fiscais.

    O cenário internacional continua com juros elevados nos países desenvolvidos, com os EUA buscando atrair investimentos globais para financiar sua dívida e ganhar tempo antes das eleições. Isso afetou negativamente as bolsas de valores dos países emergentes, uma vez que investir em títulos americanos se tornou uma opção mais segura.

    Diante desse contexto, a discussão sobre as taxas de juros no Brasil deve ganhar destaque na próxima semana, especialmente com o discreto aumento do PIB no segundo trimestre. O BC parece ter perdido a pouca timidez que lhe restava e pode voltar a sugerir uma redução de 0,5% na taxa, quando se espera uma queda de 0,75%.

    A situação global mostra que a inflação decorrente de problemas nas cadeias de suprimento está diminuindo, e as preocupações com a produção e gargalos estão sendo superadas. Os embarques e desembarques de insumos e alimentos estão retornando aos níveis normais, reduzindo as pressões sobre os preços. Em breve, a discussão pode se voltar para a deflação, possivelmente devido a uma recessão global.

    No entanto, o BC brasileiro parece não estar participando desse debate, pois suas motivações parecem estar ligadas a objetivos políticos e não apenas à política monetária. A recente nomeação de dois novos diretores aliviou um pouco a situação, já que o “inimigo interno” foi exposto e teve que ser mais flexível para manter sua posição. No entanto, ainda existe uma intenção inacreditável para manter uma postura que prejudique o crescimento econômico do Brasil.

    Nos próximos meses, a discussão sobre as taxas de juros continuará sendo crucial para o Brasil. O crescimento econômico do país depende de taxas de juros justas e responsáveis, e não se pode aceitar a convivência com as mais altas taxas de juros do mundo sem um motivo válido. O desafio de enfrentar as taxas de juros de até 400% no crédito rotativo é um sinal claro de que é necessário superar os ciclos econômicos frustrados e aprender com as lições passadas. O caminho a ser percorrido é conhecido por todos, mas sua concretização permanece incerta.

    Portanto, a questão essencial é se o Brasil continuará acelerando seu crescimento, o que também é fundamental para o sucesso de uma nova âncora fiscal, ou se retrocederá para um cenário adverso. A única saída viável parece ser o crescimento da economia brasileira.

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  • E o G20?

    setembro 8th, 2023

    Pela primeira vez, assumindo a Presidência do G20, o grupo das 20 maiores economias do mundo, o Brasil, com Lula, inicia sua viagem à Índia hoje.

    Na agenda, destacam-se o combate à fome e desigualdade, mudanças na governança mundial – ONU – e a agenda ambiental ligada ao pleno desenvolvimento humano. Enfrentamos enormes desafios em um mundo cada vez mais dividido.

    Propor o combate à fome e dar prioridade ao meio ambiente parecem ser propostas amplas e passíveis de apoio global. Na realidade, os governos muitas vezes agem de forma oposta à retórica desses encontros, e o desafio é encontrar maneiras eficazes de combater esses problemas.

    Parece que reuniões desse tipo começam a perder sentido. Lula foi um dos principais presidentes a expandir o G7, mas agora até o G20 mostra sinais de desgaste e a necessidade de renovação ou expansão.

    O presidente chinês não estará presente, devido a disputas de fronteira com a Índia, e Putin também está ausente devido à guerra.

    Sánchez, da Espanha, testou positivo para a COVID-19 e também não participará.

    O encontro também serve para reafirmar o novo poder emergente da Índia, e há evidências de algum desconforto por parte da China.

    O Brasil navega habilmente por essas áreas minadas, o que é uma tradição de nossa diplomacia, exceto pelo desastre dos últimos anos. Além do histórico nacional, o carisma do nosso Presidente e sua visão corajosa de um mundo multipolar também desempenham um papel importante.

    À medida que as divisões no mundo atual se aprofundam, os fóruns de representação comum estão se esvaziando. A Presidência do G20 enfrenta um desafio significativo para o próximo ano. O Brasil certamente fará esforços no sentido do diálogo e acordos de interesse comum. Resolver todos os problemas é pouco provável, mas a maior tarefa pode ser evitar que os problemas se agravem em um ano tão desafiador pela frente.

    “No G20, Lula, Biden e Modi vão lançar aliança global do etanol
    Eles rejeitam o epíteto de “Opep do etanol” porque a intenção, dizem, não é controlar preço, mas induzir a descarbonização do mercado de combustíveis com a criação de uma “commodity sustentável”.” ( Valor)

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  • Chutou o balde.

    setembro 6th, 2023
    Foto por Vitaly Gorbachev em Pexels.com

    Nosso valente Ministro Dias Toffoli decidiu tornar inutilizáveis todas as delações e acordos do caso Odebrecht. Ele afirmou ainda que a prisão do Presidente Lula foi um dos maiores erros da história do judiciário brasileiro.

    Toffoli resolveu animar a semana da pátria com suas declarações explosivas.

    Bem, entre nós, parece-me uma daquelas ações no estilo Barrichello: intempestiva, populista e covarde.

    Mas necessária.

    Imagine que, em relação a esses acordos com a empreiteira, um ex-presidente peruano se suicidou, e no Equador o assunto Lava Jato continua a influenciar a disputa política interna do país. E eles terão eleições nas próximas semanas.

    A Lava Jato foi isso, um golpe grotesco com pessoas da pior espécie, impulsionado pela mídia venal e anti-patriótica.

    Além do ministro, há muitas pessoas por aí que devem desculpas, reconhecimento e pedidos de perdão. Depois do fim das pedaladas, enterrar a Lava Jato e seus últimos resquícios parece ser uma tarefa urgente e verdadeira, que está acontecendo no judiciário. A imprensa e seus seguidores continuam impassíveis.

    O ex-juiz e futuro ex-senador Moro, está meio desaparecido por medo de sua anunciada cassação, pasmem, por abuso de poder econômico. Ainda falta apurar os abusos de seu tempo como juiz, e sugiro até ser oferecido um acordo de delação premiada, pois tem muitos segredos para revelar. Além das conexões internacionais.

    Toffoli resolveu aceitar o novo rumo da história. Apesar de ter agido covardemente, sua nova decisão não apaga sua imagem; antes, ela confirma a pusilanimidade daqueles que se aproximam do poder e fazem escolhas acomodadas.

    Tanto faz, no pacote da infâmia, ele está devidamente acomodado também.

    Para a história, é importante que a verdade seja proclamada dos telhados; é o lugar dela, para o bem ou para o mal.

    Mais uma vez, a verdade encontrou seu caminho.

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