Imagino que uma viagem a Europa tem sido um prazer, além de firmar vários acordos e compromissos, comerciais, culturais e políticos, mantendo firme a agenda de intercâmbio e presença internacional, o governo e o Presidente Lula provavelmente pensam na volta ao Brasil e na sequencia dos trabalhos de reconstrução exigidos
O novo Arcabouço Fiscal tramita aparentemente sem surpresas, a nossa guerra particular contra os juros criminosos do BC prosseguem sem avanços visíveis, embora o recente engajamento do Presidente Pacheco do Senado possa trazer novidades, a CPMI pode ser que aconteça ainda essa semana, ou não aconteça, temos a votação do PL contra as Fake News e uma solução pendente sobre o GSI, além da escolha de um novo ministro para o STF.
Em maio na agenda uma série de medidas para aumentar a transparência das decisões e ações do governo e também previu anunciar seu programa para o crescimento do emprego e da renda.
Passado esse período inicial de arrumação da casa, prejudicado por duas tentativas de golpes e arruaças, e terminando a pausa das críticas internas e internas, que retornam com força triplicada, me parece bem conduzida o arranjo geral da nova administração, evidente no sentido de suas posições e objetivos que agora precisam aos poucos saírem dos planos e tomarem corpo.
O governador Mineiro Zema, reeleito recentemente fingindo não ser bolsonarista e insinuando aproximação com a candidatura Lula, vitoriosa em MG, condecorou as figuras do golpista Temer e do juiz suspeito Moro com a medalha da Inconfidência Mineira no último dia 21 de abril,
Ninguém liga para essas condecorações, ninguém nem sabe quem além desses dois foram igualmente agraciados nessa leva, e nem queremos saber.
Apesar de nossa indiferença e no esforço de aparecer, presumo, o Governador ainda nos brindou com um discurso onde coerente com a escolha do rol de homenageados, chamou os heróis inconfidentes de golpistas e promotores de atentados contra a ordem colonial vigente.
E, pior, prosseguiu, não confessaram seus crimes e seguiram no erro.
Tamanha ignorância não surpreende, o governador praticamente inaugurou sua presença na política nacional apoiando o genocida derrotado e promovendo o turismo do vírus por MG, segundo ele para alcançarmos a imunidade de rebanho.
Os resultados dessa idéias colhemos em centenas de milhares de óbitos.
Mas o povo mineiro parece que gostou e repetiu a dose, dessa vez o ignorante governador deve sentir-se ainda mais autorizado e livre para promover suas políticas de desmonte do estado. Ainda ontem deixou sem salários aposentados da extinta Minas Caixa, alegando que os recursos das fundações responsáveis por administrar as aposentadorias acabou. E fica por isso mesmo e nem toca no assunto, os idosos só descobriram quando o dinheiro das aposentadorias simplesmente não foi mais depositado.
Administram o estado como uma bodega, ou melhor, um saloom, na política salve-se quem puder, enquanto espalham omissões criminosas e ignorância vergonhosa.
E esta apenas recomeçando, ou na continuidade, teremos mais quase 4 anos dessa mixórdia para encarar e depois reconstruir nos moldes que estamos vendo o governo federal fazer, isso se e quando os mineiros desejarem.
A atual confusão envolvendo o GSI do General Dias teria sido evitada se o ex comandante tivesse liberado antes do escândalo as imagens vazadas na CNN.
Os motivos da ocultação das imagens ainda estamos por entender, o próprio General negou por duas vezes sua existência respondendo ao pedido do próprio Presidente Lula, de quem se dizia fiel amigo.
Já tratamos disso, ou o General foi enganado ou tentou enganar, por isso foi exonerado, mas a dúvida ainda não foi resolvida.
Enquanto isso e na sequência da desinformação que promovem, lembrando que na origem da crise as imagens foram editadas mostrando somente o General Dias borrando rosto dos demais militares e fora de ordem cronológica, os debates tanto na imprensa quanto dentro do Congresso, esses tentando emplacar a CPMI, focam na atuação do GSI, ou na sua omissão se preferirem, como se os agentes fossem membros de uma guarnição ou um espécie de tropa de choque com 9 soldados para proteger o Palácio do Planalto e, ainda pior, esquecem de citar as invasões do STF e do Congresso que não dispunham ambas de GSI ou coisa parecida no seu interior e foram igualmente invadidos e depredados pelos vândalos terroristas.
Isso sem falar em anos de pregação golpista e de desrespeito ao resultado e da lisura das urnas, imitando o ex presidente Trump, sem falar nos generais impondo auditorias nas apurações do TSE, nos acampamentos nas portas dos quartéis implorando intervenção militar, a arruaça do dia da posse do Presidente Lula incluindo tentativa de atacar o hotel onde ele estava hospedado e finalmente a micareta de terroristas conduzidos por financiamento ainda por ser divulgado, centenas de ônibus e milhares de pessoas em Brasília no dia 8 de janeiro, somados aos que lá estavam acampados na porta do Forte Apache, alucinados por anos de pregação de mentiras e ódios e o resultado foi aquela quebra quebra que assistimos.
O governo reagiu rapidamente, o governador Ibaneis do DF responsável pela segurança da praça dos Três Poderes e de toda a Capital Federal chegou a ser afastado das funções por decisão do STF e seu secretário de segurança e ex Ministro da Justiça Bolsonarista Torres esta preso até hoje.
Nesse resumo o menos relevante seria a presença do GSI dentro do Palácio do Planalto, ainda mais considerando a falha de não terem feito previsão antecipando a invasão o que supomos ser a principal atividade de um serviço de segurança institucional decente, a posteriori e durante o fato foram capazes daquilo que assistimos na imagem de tipos patéticos andando a esmo ou oferecendo água aos terroristas.
Para o General a exoneração esta feita, seus comandados respondem em inquéritos, 100 pessoas definidas como réus no STF por enquanto, muitas mais a caminho, a oposição no Congresso parece titubear ao voltar a exposição desse cenário de tentativa fracassada de golpe ou ao menos de terrorismo, e o foco da imprensa na atuação exclusiva do GSI esquecendo de todo o conjunto de fatos e ações e omissões daquele dia 08 de janeiro mostra que nunca estão do lado da informação e nunca estão do lado da verdade.
E, cá entre nós, eu ainda duvido que essa CPMI sai.
O Ministro Dino divulgou estatística apontando 20 dias de ausência de ocorrências violentas nas escolas brasileiras, incluindo o dia 20 de abril agendado pelos terroristas como a data para grandes ataques.
Na mesma reunião de trabalho do governo sobre esse terrível problema, o Ministro mostrou a quantidade de inquéritos e prisões realizadas em apenas 10 dias de repressão aos terroristas de escolas, passam de centenas os presos e inquéritos próximo ao milhar.
O critério para enquadrar os bandidos tem sido duro, falou em nazismo e invasão de escolas e o autor está enquadrado na lei, parece que os resultados dessa ação foram excelentes e até aqui a paz está devolvida as comunidades de estudantes e professores.
Uma grande busca em redes sociais está sendo realizada, envolvendo todas as redes utilizadas e acesso negociado com as autoridades me parece mesmo o caminho para esse repressão e vigilância.
O Instagram ameaçou dificultar a pesquisa mas foi também enquadrado nas exigências e na emergência da causa e cedeu.
Essa semana próxima o Congresso pode iniciar a votação da nova lei das fake news, e deve ter algum capítulo dedicado a esse tipo de conteúdo criminoso, embora inteiro teor das discussões ainda não são conhecidas.
O mal encontrou escape nas nossas vidas por conta do discurso de ódio de um genocida alucinado, cercado de pessoas doentes por ressentimentos e frustrações profundas. Não são poucos e nem vão embora tão cedo, se é que um dia irão. Devem ser enquadrados na forma da lei e a sociedade cuidar para manter essa gente furiosa nos seus lugares.
Uma tarefa custosa, difícil, penosa de cuidado e vigilância, mas que aparentemente pode dar resultados.
Enquanto nosso imprensa preocupa-se com a gravata do nosso Presidente, esse inicia giro na Europa por Portugal e depois Espanha, confirmando dezenas de acordos comerciais e administrativos enquanto devolve o Brasil ao mundo e o mundo ao Brasil.
Nossos jornais além de gravatas ocuparam-se com bravatas, próprias ou de terceiros nem conseguimos mais distinguir, anunciadas na forma de protestos da extrema direita portuguesa com a presença do presidente do Brasil, somadas a outras dos Ucranianos residentes em Portugal supostamente furiosos com a posição do nosso país sobre a guerra entre eles e a Rússia.
E nada disso vimos, sim para a gravata, no singular, zero para protesto.
Já a imprensa portuguesa fez questão de perguntar ao nosso Lula sobre a guerra, e ouviu a resposta conhecida da condenação da invasão do território Ucraniano e o apelo ao fim das hostilidades e de fomento por parte de outros países para o prolongamento dos conflitos. Contou aquela história da conversa com Bush quando convidado a ajudar a invadir o Iraque, que a sua guerra era contra a fome no nosso Brasil e essa guerra sim não vai e não pode acabar.
A sequencia na Espanha deve ter essas mesmas características, com a imprensa nacional acompanhando a primeira dama nas compras enquanto Lula assina acordos e a imprensa Ibérica questiona sobre a guerra.
Celso Amorim segue para a Ucrania por esses dias, segue o esforço pela paz, França assumiu a ideia do Brasil de formar um grupo para negociar a paz e a vida segue.
Na volta a decisão sobre o GSI, penso, no mínimo um civil no comando, o ideal seria extinguir esse ninho golpista.
Que nem seria inédito, Dilma já havia feito isso e o sarau de velhacos foi ressuscitado pelo velhaco mor do Temer.
O episódio da fita vazada para a CNN, provocando crise no GSI com a demissão do General Dias responsável pela pasta, suscita dúvidas quanto a lealdades de colaboradores incrustados na máquina administrativa governamental.
Entre muitas queixas proferidas por parte do Presidente Lula sobre esse fato e ouvidas por vários e variados interlocutores, revelando sua insatisfação, destaca seu inconformismo com a presença de várias espécimes de trairas circulando livremente.
Há de observar a recente revelação de um bolsonarista louvando na imprensa a presença de parceiros fieis no atual governo.
Não imagino necessária uma ampla e geral caça às bruxas, coisa de triste memória, mas cuidar internamente de que posições sensíveis e de confiança não podem ser compartilhadas ingenuamente.
A prática do aparelhamento do cargos de confiança não é senão assumir as posições devidas a vitória nas urnas e compartilhar a administração com pessoas de confiança.
Acho até que o governo vinha promovendo as mudanças necessárias, pressa demais e fata de critério para a correta ocupação de cargos importantes costuma atrapalhar mais do que deixar por um tempo alguém indevido.
Não foi o caso desse GSI, o General Dias era homem de confiança e assumiu logo nos primeiros dias do governo, tudo certo e confirmado, exceto por um detalhe : o GSI permaneceu ocupado por integrantes do governo extinto.
Nisso o General Dias pagou com o cargo e desconfiança pessoal com relação as suas atitudes, uma vez que as fitas vazadas foram requeridas mais de uma vez pela presidência e sua existência repetidas vezes negadas. Ou o General mentiu ao presidente, coisa que eu não percebo no que vi de suas declarações , ou o General foi enganado e nesse caso sua competência foi manchada.
E voltamos nas trairas.
Essas do GSI parecem condenadas a serem pescadas rapidamente no arrastão do GSI acontecendo nesse exato momento.
Mas uma traíra imensa, diria ate um tubarão, singra mares muitas vezes navegados e velho conhecido dos marinheiros da política, o atual Presidente do Banco Central Campos Neto. Sua presença e atuação deletéria e contrária aos interesses do governo precisa acabar, prorrogar sua política de juros maiores do mundo sem razão para isso é atrasar uma decisão urgente.
A rebordosa da fita e esse oba oba todo, inclusive com CPMI no caminho, não valem nada perto dos R$ 750 bilhões que nosso orçamento joga fora anualmente na manutenção do serviço de títulos públicos administrados dessa maneira criminosa por esse tubarão.
A novidade da semana foi o Presidente do Senado Pacheco parecer aceitar o convite para pescar, uma vez que compete a ele conduzir ou substituir, através de votação, o Presidente do Banco Central, sua disposição para participar dos exercícios de jogar e recolher redes e varas pode , quem sabe, trazer enroscado esse tubarão perigoso.
Entre as hipóteses para o vazamento do vídeo que acabou derrubando o general do GSI e provocou uma comoção política antecipando a abertura de uma CPMI, tentada aos berros pelos bolsonaristas já semanas e sem sucesso, faltou uma : e se foi fogo amigo?
A verdade é que a celeuma desmoralizou o GSI, um civil foi colocado no posto até então exclusivo dos militares, tirou a bancada da Câmara e do Senado aliados do governo da defensiva sobre essa CPMI e, voltou com a figura do Bolsonaro queimado para o centro da discussão política.
E, cá entre nós, nada disso tudo desagrada ao governo, sobretudo suas bancadas.
Que parecem pintadas para a guerra enquanto os oposicionistas murcharam durante o dia e parecem reagrupar para pensar na besteira que fizeram.
A propósito, o governo afirma ter o relator e o presidente da CPMI, além da maioria no plenário da comissão.
E dizem que o STF não gostou nada dessa história, porque os discursos das oposições só faziam questionar as decisões tomadas pela corte após o dia 8, fora as prisões que tentam a todo custo reverter.
Hoje, dia 20 de abril, na parte da manhã ocorreu mais uma reunião do Conselho Monetário Nacional, o CMN, e do jeito que estamos acostumados: ninguém nem sabia, nem lembrava e nem ligava para essa reunião.
Há poucas semanas atrás estava um clima diferente, a reunião do conselho era esperada com grande expectativa, afinal o governo estava e está chiando barbaridades contra a taxa de juros administrada pelo BC do Campos, mas quem define a meta de inflaçao a ser perseguida pelo Banco Central é esse conselho.
Composto apenas por três integrantes , o presidente do BC, o ministro da Fazenda e a ministra do Planejamento.
Pensou-se em algum momento anterior em rever essa meta, sabidamente irreal e improvável de ser obtida, imaginando abrir espaço para o BC sem uma meta impossível de perseguir abriria o flanco e adaptando os juros a uma meta maior baixando finalmente os juros estratosféricos.
Aconteceu que o esperto do Campos Neto, em uma de suas inúmeras entrevistas disse que para cumprir seu mandato de atingir a meta de 3,5% de inflaçao anual, como é exigido atualmente, os juros deveriam estar mesmo é na casa dos 20 e tantos % e não 13,75% dos atuais.
A minha suposição, me parece a mesma a que chegou ao governo após essa declaração do esperto Campos Neto, é que se 20 e tantos de juros para 3,5% , então esses 13,75 atuais, no caso do CMN aumentar a meta, estariam ideais para finalmente cumprir devidamente o mandato do BC.
Após o surgimento de imagens inéditas do General do GSI passeando entre os terroristas que invadiram o Palácio do Planalto, e sem entrar no mérito do que essas imagens mostram, o governo resolveu sair da defensiva e decidiu encampar a abertura da CPMI.
Tratamos desse assunto em post anterior, especialmente centrado na figura do General, que seria homem de confiança de Lula e de uma antiga relação com 30 anos de convivência.
Mesmo assim, mesmo com esse status de relacionamento com o Presidente de três mandatos, e segundo consta após negar a existência de gravações em posse do GSI sob o seu comando, negar mais de uma vez o pedido direto do presidente, ou o general traiu a confiança do velho parceiro, o que suas reações em aparições na imprensa não parecem confirmar, ou estava sendo enganado por algum ou alguns dos seus subordinados do GSI.
Em qualquer hipótese, não restava ao Presidente opção além de despachar o antigo aliado.
A decisão de encarar a CPMI veio dai, o que mais escondido existe, engavetado e guardado para promover outras e mais e maior confusão?
Quem pode responder?
Como ninguém parece capaz de responder, melhor mesmo é chacoalhar a roseira, com força, pra ver o que cai.
Adianto que veremos um circo, com animais ferozes, malabaristas e equilibrista aos montes, alguns trapezistas prometem fazer participação especial.
Um circo, deprimente e triste, porque os palhaços ficam na plateia assistindo.
A justiça dos EUA aplicou essa multa bilionária na empresa de comunicação Fox News por espalhar mentiras, as famosas fakes news, sobre as urnas e o processo eleitoral americano, no mesmo estilo das nossas emissoras copiaram por aqui.
A situação nos EUA ficou tão grave para a Fox News que os obrigou a manobras nos escalões superiores, incluindo o controle acionário, tudo para proteger o conhecido proprietário Rupert Murdoch do alcance de lei.
Esse fato nos leva a refletir sobre esses anos todos em que as emissoras aqui no Brasil também usaram e abusaram do direito de mentir, não de compartilhar apenas opinião e aspectos tais e quais, mas mentir descaradamente.
Existe por hora um esforço grande das instituições para controlar o conteúdo de redes sociais, as ameaças e até um crime terrível cometido recentemente alarmou e o governo junto a sociedade a procura ainda de um caminho para ao menos vigiar e conter esses terroristas e seus crimes.
Quanto aos crimes das empresas de comunicação, rádio, TV e jornais, não vemos nenhuma discussão sobre esse tipo de coisa, sob o manto da liberdade de expressão conseguem livremente mentir para seu público, e o fazem alimentando os mesmos extremistas tal qual ocorre nas redes sociais e provocando as mesmas consequências.
Três coisas a dizer obre isso.
A Primeira é que parece que somos incapazes de legislar sobre limites da liberdade de expressão, mesmo quando essa liberdade é usada para mentir. Não é difícil checar fatos e confrontar versões, apesar de dizerem o oposto.
A segunda é que se somos incapazes de legislar, compete a justiça a promoção dessa busca pela verdade, então que seja preparado instrumentos de fiscalização dos conteúdos divulgados e uma reação envolvendo processos e penas monetárias elevadas passe a ser o objetivo.
Terceiro, que nossos valorosos grupos de juristas ativos na ações de defesa da democracia, de direitos civis e até do Presidente Lula enquanto esse se achava preso, incluam entre essas inúmeras tarefas a rotina de processar redes, jornais e televisão quando mentiras acintosas, criminosas e perniciosas tomarem vulto que o justifique.
Uma última observação, até que o ponto a pouca capilaridade entre os poderosos das chamadas redes sociais, veja bem, estou dizendo capilaridade e não alcance, a meu ver a novidade do uso das redes sociais é tão recente e nova que os mais velhos e nas posições de poder atualmente em todo o mundo, pela idade mais avançada, não tem ou não teriam até recentemente hábito de fazerem uso delas. Ao contrário de rádios, TVs e jornais, cujo amalgama entre agentes políticos, empresariais e sociais é tão forte a simbiose que seria impossível descrever a carreira e a notoriedade desses sem a presença na mídia convencional.
Até que ponto esse amalgama não direciona os esforços de contenção e controle numa direção e não em uma outra?
Por que ficam impunes as mentiras da mídia convencional?