Observe o card do Governo recolhido das redes sociais. Um resumo de muitas batalhas, algumas de décadas.
Outras mais recentes, como o copo de café e a laranja, referências das taxações dos EUA de Trump.
O publicitário Sidônio está recebendo todas as loas e méritos pela virada da imagem do governo — ainda não sabemos os números —, mas basta observar no card que estamos tratando de coisas mais profundas.
A camisa amarela, as urnas, os programas sociais e o cão caramelo.
A própria razão de ser de um governo voltado para o crescimento com distribuição de renda, saúde, moradia e educação, de maneira inédita na nossa história. Reconhecido pela maioria, que sempre recoloca o Lula e seu sonho no lugar onde ele pode e faz a diferença.
E de sorte, de presentes dados por inimigos — como falam do IOF do Congresso e das tarifas de Trump —, não tem nada.
Trabalho, dedicação, persistência em suas crenças fundamentais.
Uma, em si mesmo e na visão de mundo que carrega e impõe.
E a outra, no povo que sabe reconhecer e valorizar.
O resto é falta de capacidade de enxergar o óbvio, má-fé dos adversários ou ingenuidade.
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“78% das menções nas redes são contra tarifa de Trump e atuação da família Bolsonaro
Levantamento mostra que maioria das menções à crise expressam repúdio à taxação dos produtos brasileiros e à atuação da família Bolsonaro, especialmente à do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP).”
Estamos no início de uma caminhada cheia de novidades e percalços, e tudo indica chegarmos a uma boa resposta para anos de assédio extremista, violento e ignorante.
Se estávamos no processo de ver o extremismo murchando, como muito foi aqui observado, não restam dúvidas e está visível a derrocada dessa gente.
E é bom anotar que partiu deles a iniciativa de tudo ou nada, foram para o suicídio porque não lhes restava outra opção diante do desespero do líder a caminho das cadeias, de onde nunca mais vai sair.
Ele, seus generais e civis, alucinados por grandeza, poder e roubo.
Tudo inédito e novo, assim como a reação do aliado laranja do norte, inspirador e promotor de toda essa direita mundial.
O que podemos esperar é problema para todos os lados, não somente porque atacam nossa economia, mas porque fazem em todos os lugares do mundo, inclusive dentro do próprio EUA.
Mas também estamos observando a curva descendente da aprovação do maluco do norte e o crescimento e reconhecimento do povo norte-americano das injustiças contra os imigrantes e o reconhecimento da importância deles no funcionamento do país. Sim, alguém precisa limpar as casas e colher o fruto, trabalhar nas fábricas e cuidar dos idosos. Sem contar com milhares de universitários expulsos, cientistas, professores etc. E não tem ninguém para fazer o trabalho.
O que indica o tamanho da encrenca contratada por lá, sem solução à vista.
Por aqui a reação da população tem sido imediata e na direção certa. Até o nacionalismo e patriotismo, bandeira da direita, estão trocando de mãos, até porque todos eles exibiam orgulhosos bonés com as cores e símbolos dos EUA e agora correm para esconder por vergonha.
Vamos ver as pesquisas indicarem o novo cenário brevemente, podem esperar importantes mudanças a favor de maior aprovação do presidente e seu governo, e queda dos golpistas e traidores da pátria.
Se o que faziam já era criminoso e desleal, a partir do momento que preferiram apoiar uma potência estrangeira contra os brasileiros e seus interesses, abusaram da cretinice e viraram o fio da decadência.
Custou, mas o dia chegou.
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O silêncio da dupla de presidentes do nosso Congresso Nacional, Alcolumbre do Senado e Motta da Câmara, deixa evidente a dimensão minúscula dos dois e reforça a principal utilidade que é atribuída e esperada de ambos no cenário político nacional: sindicalistas da política.
Sobre qualquer assunto que não seja de interesses próprios, comezinhos, imediatos ou caros aos deputados e senadores, a dupla nada tem a dizer, considerar ou opinar.
Dois postes.
Que fique claro a todos com o que e com quem estamos tratando.
Porque, se nem um ataque direto e infundado à soberania e às instituições nacionais provoca por parte desses senhores consideração, o que o faria?
Os EUA, através do seu presidente, desferiram ontem seu maior ataque contra o Brasil da história. Em 1964, o apoio inicial ao regime foi escondido, apesar de decisivo. Agora, Trump, alegando déficit comercial inexistente, perseguição política a criminosos, entre outras mentiras, taxa produtos nacionais exportados em 50%, o que passa a ser a maior taxação prevista no mundo.
Não vou perder tempo atribuindo a Bolsonaro a questão; as consequências da decisão passam, sim, por seu nome, mas não os motivos. Que estão na reunião dos Brics promovida no Brasil e no fato de os EUA visarem o elo disponível do grupo para promover ameaças. Há quem diga que não vai cumprir, como fez tantas vezes, mas a afronta em si não pode mais ser esquecida.
Quanto às implicações internas, o grupo Globo, se tenta culpar o governo Lula do ataque, não deixou de incluir Bolsonaro. O mesmo faz o Estadão em editorial, porque viram uma oportunidade para o centro e a terceira via despacharem o bolsonarismo e assumirem o protagonismo político do espaço ocupado pelo ex-presidente.
A carta de Eduardo Bolsonaro, onde propõe a anistia do pai em troca do fim das taxas, é um exemplo único da maior cretinice política da nossa história. Traidor assumido, propondo barganha pela soberania nacional em troca de rasgar a Constituição, é algo inédito. Por inaceitável e impraticável, o PIG acertadamente enxergou a solução: despachar o miliciano e que alguém assuma seu posto.
Até aqui, os principais interessados na vaga preferiram se esconder. Tarcísio de Freitas, sobretudo, pode ser incluído na derrocada do bolsonarismo contratada nessa trama, e sua primeira posição, tentando responsabilizar Lula, mostra o dilema que enfrenta para se posicionar, trair definitivamente seu chefe e assumir a virada da direita brasileira.
Verdade que a direita atual tem enormes dificuldades de assumir um confronto com os EUA, diferentemente até dos generais de 64, que o fizeram em algumas ocasiões.
Que o bolsonarismo suicida com essa tentativa de emparedar a soberania nacional, nenhuma dúvida. Ao tentar solapar a soberania, mostra sua versão mais deletéria e insuportável, até para muitos dos seus pares.
Esperar para ver no que vai dar. As tarifas são, na verdade, o fim das relações comerciais com os EUA, e uma decisão de reciprocidade por parte do Brasil vai escalar o conflito, como Trump avisou na carta.
Se ele vai recuar, veremos. Mas não nos resta nenhuma alternativa senão rechaçar a afronta e buscar internamente responsabilizar e afastar os causadores desse ataque, como lesas-pátrias e traidores.
Quanto aos Brics, uma oportunidade de negócios está escancarada, mas com o Brasil em posição de fragilidade.
O câmbio, que vinha declinando, disparou e pode comprometer o penoso ciclo de queda dos últimos meses, provocando subida da inflação. Os produtos atingidos podem tentar buscar mercado interno, com eventuais quedas de preços, mas nunca é bom nessas circunstâncias, pela insegurança e queda dos negócios.
Não vou aqui empilhar números, prefiro salientar o fato de quanto a discussão sobre inflação sumiu dos noticiários, o que geralmente significa algo positivo.
Tanto é que os editores preferem esconder, porque interessa promover aspectos negativos — quando não inventar algum.
Mas procure alguns números recentes: por ora, a pressão permanece no setor de serviços, enquanto o preço dos alimentos segue em queda, acompanhando o câmbio e sua influência nas commodities.
Amanhã saberemos melhor, quando sair o IPCA de junho — na pior hipótese, mantendo a sequência de queda observada nos últimos meses. Sem dúvidas o sacrifício por manter altos juros é enorme, que não seja em vão e acomode a inflação em valores próximos às metas. E, depois, não vá dizer que foi sorte.
Mas o post foi para salientar esse aspecto da cobertura midiática centrada no escandaloso ou negativo — a depender do governo, bem entendido —, quando aí invertem a edição e buscam destacar boas notícias e esconder as ruins. Como fazem atualmente com a Argentina, cada dia afundando mais.
Bom dia e olho no lance.
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Ida ao comício fracassado do Bolsonaro na Avenida Paulista com camisa azul, e não amarela, além do discurso mixuruca, segundo o gado presente, porque não atacou o STF. No dia seguinte, Bolsonaro anuncia cancelamento da agenda de julho e repouso para recuperar a saúde. O Centrão se assanha e pipocam nomes e articulações — Temer incluído — para indicar um nome para concorrer na vaga do futuro presidiário, Tarcísio como a melhor opção. Participações do governador de SP em encontros de empresários, onde expõe programa de governo liberal, seguido de viagem para Lisboa, onde participou como presidenciável em encontros e palestras, na companhia de ministros do STF, Moraes e, com o convite de Gilmar Mendes. E aí começa o revide do Bolsonaro.
Primeiro, vazam uma chapa Caiado–Eduardo Bolsonaro, e o vice-prefeito de São Paulo grava vídeo detonando as articulações de chapas no campo da direita sem ouvir o chefe recolhido, por pessoas que participam até de conchavos com ministros do STF, diz. Que o candidato da direita tem nome, e é Bolsonaro. E mais não disse — e nem foi mandado.
Mais tarde, Tarcísio vaza que, se Lula estiver bem no dia da eleição, ele não vai ser candidato. Como quem avisa que pulou fora — e vocês que se entendam.
Mais ou menos exatamente o que fez Bolsonaro ao se recolher, indicando não estar participando e, muito menos, avalizando os acordos que andam vazando nas suas costas.
O ocaso segue firme na nau sem rumo do bolsonarismo, e acredito cada vez mais que Tarcísio não vai tentar sua sorte. Primeiro, porque nem consegue o apoio do chefe; e depois, enfrentar Lula não é refresco para ninguém — e, sem a base bolsonarista, cada vez mais distante, seria impossível.
Então a direita segue sem candidato, e cada vez mais perdida e desmobilizada.
A ver.
Atualização :
BOLSONARISTAS DE SÃO PAULO AMEAÇAM< ROMPER COM TARCÍSIO E FAZEM CORPO MOLE NA ALESP
Deputados estaduais aliados de Jair Bolsonaro (PL) estão em rota de colisão com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) em São Paulo.
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Além dos cinco países originais e fundadores do bloco, Egito, Etiópia, Irã, Emirados Árabes Unidos e Indonésia foram incluídos, e entre os chamados parceiros estão Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda e Uzbequistão.
Dispensa comentários a diversidade e o alcance da iniciativa.
Mas não querem se apresentar como contraponto aos EUA de Trump, enquanto tentam emplacar políticas públicas, acordos e compromissos opostos.
Então, fica difícil não serem observados com desconfiança — para falar o mínimo — por parte da atual liderança do Norte. Tanto que nem terminou o encontro que estão realizando no Rio de Janeiro e já sofrem ameaças de 10% adicionais nas tarifas previstas anteriormente no comércio com os EUA de Trump.
A carta do encontro saiu, com ênfase no multilateralismo, defesa da integridade dos povos, da paz e da natureza. Importante frisar que não são só a favor da paz — que, em certa medida, todos somos — mas contra a guerra, que parece o mesmo, mas é muito mais.
E criticam a inoperância dos atuais arranjos multilaterais, ONU sobretudo, paralisada pelos vetos e incapaz de mediar os conflitos mundiais atuais.
Não tem sido fácil conseguir avançar em negociações políticas inclusivas no atual cenário mundial; incertezas econômicas afligem e agitam.
E, enquanto digladiam interesses comerciais das grandes potências, o BRICS tenta construir pontes — onde nosso Lula é figura ímpar e relevante diante das disputas — porque consegue reunir interesses e legitimá-los, enquanto negociam formas de convivência pacífica e proveitosa através deles e por eles.
E assim vamos tentando arranjar um mundo em mudanças constantes, permitindo formas de progredir sem fazer do vizinho um inimigo.
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É cheio de defeitos, anda contaminado pelo golpe de 2013 na Dilma, turbinado por um desgoverno miliciano incompetente, obrigado a ceder o orçamento para sobreviver e agora enfrentando um líder capaz e com disposição e programa por cumprir. E que tem lado, e não é dessa turma aí não.
O atual governo Lula assumiu nessas condições: sem orçamento por cumprir, sem maioria legislativa e, apesar do pragmatismo do presidente Lira da época em aceitar negociar um orçamento bem elaborado e com folga suficiente por se cumprir, depois veio a sequência de ameaças de todos os tipos, inclusive a implantação de semipresidencialismo para o Congresso assumir de vez – em mais um golpe – o comando nacional.
Esse semi aí é que é o problema, porque se, por um lado, o Congresso elege nesse modelo a direção do governo com um primeiro-ministro, por outro, não permite ao presidente eleito a dissolução do Congresso, como acontece em todos os regimes parlamentaristas, convocando novas eleições para deputados e senadores nos momentos de perda de maioria. Mas como não acredito que estamos nesse caminho por enquanto – é um desejo antigo do PSDB e da imprensa golpista e agora de parte do centrão (a extrema-direita acho que não topa) – então deixemos a discussão para quando e se chegarmos lá.
O interesse é observar que, enquanto dizem que o tipo de coalizão de governo atual acabou – e já ouvi isso dezenas de vezes em várias outras ocasiões –, expressam não a realidade, mas um desejo difuso e que atinge todos os matizes políticos, de um extremo ao outro. Podemos ver declarações nesse sentido toda hora; evidente que nas horas de crise aumentam, como se estivessem trazendo algo novo ou alguma solução.
E aí está o nó: não tem outro modelo além desse, no horizonte.
Em um país enorme e fragmentado em dezenas de partidos, associados em interesses paroquiais na sua maioria, poucos com visão nacional, se por um lado torna penoso suscitar e manter acordos nacionais, por outro os permite, porque mesmo dentro de uma pretensa facção partidária convivem frentes totalmente distintas, porque são fiéis a seus interesses municipais e do estado onde operam líderes regionais, e não seguem líderes nacionais nem acordos nacionais, se por algum motivo colidem com os paroquiais. E assim convivem bem, e temos vários exemplos de ministros de partidos que votam contra o governo, ou votam divididos, e a vida assim segue.
É o ideal? Não é, claro que não. Mas essa característica peculiar da vida nacional permite ao governo de plantão a flexibilidade necessária para conciliar interesses e obter eventuais maiorias.
O que está acontecendo agora é que o centrão estava tentando emplacar candidatura própria. Na impossibilidade de Bolsonaro e com a fragmentação do campo – que já era grande, com risco de aumentar – buscaram a saída de sonhar com um candidato de centro próprio. Precisavam de uma bandeira e, enquanto namoravam com as bandeiras do extremismo, onde muitos deles foram eleitos, passaram a buscar uma e encontraram no corte de gastos e na proibição de novos impostos uma potencialmente forte.
Isso até o governo emplacar a sua, que já havia tentado antes, durante a discussão das desonerações no ano passado, e que agora tomou rumo com a defesa de isenção para menor renda, compensadas por cobrança dos mais ricos. E isso não veio de agora: ainda na campanha para se eleger em 2022, Lula insistia que colocaria o rico no imposto de renda e o pobre no orçamento. O pobre já está no orçamento e falta incluir o rico no IR.
E vai ser a bandeira de 2026.
E, encerrando, permite sonhar com um Congresso mais equilibrado, rompendo a maldição de Ulisses, que previa, a cada eleição futura, um Congresso pior.
Quem sabe?
Quanto a coalizões, seguem com qualquer um no poder, até que se consiga um arranjo melhor. Que, no fundo, é uma coalizão com esse nome ou um ainda por inventar.
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Muito cedo para afirmações definitivas sobre a reação que abalou as estruturas do Congresso conservador e impermeável às demandas sociais. Os últimos dias mostram uma avalanche nas redes sociais sobre as últimas posições assumidas pelos deputados, e eles sentiram a pressão, que ainda não sabemos até onde vai.
Ninguém espera uma revolução, mas, ao decidirem proteger os maiores privilegiados e colocarem em risco o sustento fiscal do programa social do governo, foram confrontados e mostram preocupação com a sequência do debate distributivo, da luta social, de quem paga a conta do Brasil, que tomou as redes e ameaça tomar as ruas.
Eu acompanhando o início do debate da derrubada do IOF pelo Congresso, com a desculpa esfarrapada de contenção de cobrança de impostos, muito semelhante a uma anterior logo na virada do ano sobre as desonerações das folhas de pagamento. O governo foi também derrotado na ocasião e reverteu, negociando a volta das cobranças escalonada a partir de 2026. Agora a coisa caminhava semelhante, com acordos anunciados até a decisão afrontosa de Motta. A reação do governo foi duríssima, apontando o dedo para o Congresso que não apenas tenta impedir o governo de governar, não apenas tenta impor um programa derrotado nas eleições, mas proteger os ricos e cobrar dos pobres o equilíbrio fiscal.
O fato é que estamos no meio do turbilhão, sem uma resposta para os desdobramentos dessa disputa. Não é ainda um confronto, e ninguém em sã consciência deve querer. É preciso aproveitar o momento e assumir as bandeiras de justiça social e mostrar quem faz e quem não faz, quem paga e quem não paga. E, sobretudo, quem protege essa situação de injustiça tributária histórica.
Nesse sentido, é bom deixar claro que são essas as bandeiras de agora e de amanhã. E serão as bandeiras para a disputa eleitoral de 2026, quem vai defender os ricos e a injustiça social e tributária, que tenham a coragem de fazê-lo — o que me parece improvável.
Mas, se um arrefecimento e acordos serão inevitáveis, porque ainda temos pautas importantes por votar, o fato de deixar o Congresso menos à vontade para afrontas é, sem dúvida, um precioso rescaldo dos últimos dias.
E aqui tomo uma percepção genial que me contaram: e se o governo, em sã consciência, deixou o barco correr e usou o IOF como isca para o centrão liberal morder? Porque, na ocasião da votação das desonerações, o governo também não cedeu, mas se viu sozinho na disputa. Dessa vez, não: o debate ganhou a militância e pode ganhar as ruas. Dia 10 próximo teremos uma visão sobre isso. Mas, no mínimo, estamos numa outra posição, num outro momento. Dias atrás, quando Motta ameaçava colocar em votação a anistia aos golpistas, qual era a nossa defesa contra isso? Senão negociar, beneficiar e ceder, e ceder. Dessa vez, a ameaça parece mais pender para o lado de quem a faz. Porque uma decisão afrontosa dessa envergadura vai, no mínimo, provocar reação — a essa altura, imprevisível. E medo e imprevistos não é exatamente o que a classe política gosta de enfrentar.
Não é uma coisa importante?
Penso que sim, e abre mil possibilidades para 2026.
Finalizando, o governo, aproveitando a onda — ou surfando na que criou — muda seu slogan de “União e Reconstrução” para “Justiça Social” e, assim, vai para a disputa na eleição.
Nos conformes.
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