Nossa Benedita da Silva, Deputada Federal atualmente e ex governante do Rio de Janeiro desde muito anos e que não foi preso, respondendo a imprensa sobre os acontecimentos no Brasil nesses poucos meses de novo governo, decretou : eles ainda não perceberam que o amor venceu!
É necessário uma dose extra de otimismo para afirmar isso, mas ela pode ter razão porque de fato o ódio perdeu.
Perdeu o abandono das coisas e das pessoas, perdeu a improvisação no trato da coisa comum, o desprezo pela arte, pela vida, pela ciência, por dialogo, reunião transparente, civilidade, educação e sobraram raiva, ameaças e ódios.
Muita coisa mais perdeu e ainda, segundo Benedita da Silva, faltam reconhecer a derrota.
E quem venceu, se ainda não o amor?
Venceu o cuidado, o respeito, o bem maior, o trabalho, a esperança que já havia vencido o medo e retornou.
Que são formas de amar.
Bené pode estar certa, e depende agora de nós acreditar.
Sapo seco mangalô seis vez, sal na porta, vassoura virada, arruda e umbigo tampado, três pulinhos e são longuinho, vira essa boca pra lá, bate na madeira, vento sul traz chuva, em boca fechada não entra mosquito, leite e mel faz mal, mula sem cabeça, lobisomem e vampiro, o coronel e o diabo na garrafa, o diabo na rua no meio do redemunho, encruzilhadas, meia noite no cemitério, cruz invertida, anticristo, apocalipse, anjos e demônios, o Big Bang, fé cega e faca amolada, esquecerem a própria cruz para levar o crucificado, o pobre, o abandonado, o desgraçado, maldição, benção, escuridão, luz, cristão, crente, ateu , agnóstico , nem frio e nem quente, stair way to heaven, redemption song, curupira , cuca, o homem do saco, Zé pilintra, pomba gira, Zé do caixão, vampiros, Frankstein, sexta feira 13, noite de lua cheia, porta de cemitério, tumba de faraó, segunda divisão, rebaixamento, cheque especial, juros cartão crédito, 10 mandamentos, profecias, adivinhações, necromancia, azar, tropeço, tombo, maldição, tromba d’água, enchente, seca, inundação, Pandemia, endemia, surto, raiva, ódio, ambição, olho gordo, raio, trovão, terremoto, guera, fofoca, acidente, desnutrição, roubo, mentira,falcatrua, corrupção, dellagnol, mouro, Lira, Collor, cunha, partido militar, golpe, manipulação, jornadas de junho, não vai ter copa, somente 20 centavos, desmatamento, invasão terra índios, genocídio, saci Pererê, golias, Sansão, homem aranha, Hulk, juiz ladrão, festa da cueca, trf4, república de Curitiba, pulando três ondinhas, oferenda para Yemanjá, roupa branca, azul ou preta, dedos cruzados, reza, chocalho, crucifixo, rosário, templo, oráculo, arruda, Pemba, feitiço, Harry Potter, dragão, rei do gelo, final dos tempos, capa preta , arma branca, tiro cruzado, fila, pensamentos negativos, positivos, súplicas, tiranos, malignos, gangs, quadrilha, mercenários, mula sem cabeça, fantasma, ghost, almas penadas , Poltergeist, extrema direita, nazista, bolsonarista, sicários, sombras, tenebrosas transações, conluio, falso testemunho, grampo,escutas, wire,força tarefa, miliciano, meliante, aos costumes, suspeito, acusado, condenado, vazamento, terrorista, bomba, tanque, metralhadora, motoserra, bico de papagaio, tratorada, passar por cima, centrão .
Penso num breve registro sobre o processo do abandono do Dólar como a moeda dominante no comércio internacional.
Bancos americanos e correlatos nas principais praças mundiais registram publicamente o declínio do Dólar, e do Euro, como moeda de referência comercial e também da cesta de reservas cambiais .
Ou seja, na poupança interna dos países a moeda chinesa Yuan começa a aparecer, cerca de 7% do total, e o moeda americana declina para ainda relevante número próximo a 55%.
O que me parece provável de acontecer primeiro será o Dólar perder a intermediação do uso comercial, com vários países formando blocos onde internamente farão suas compensações em moedas próprias.
Já como reserva de valor em fundos nacionais, apesar da tendência de queda, ai deve durar mais essa hegemonia.
Por um motivo específico, diferente dos EUA, que imprimem dinheiro sem lastro e usam baionetas para manter o valor de sua moeda, os Chineses não permitem expansão desenfreada de sua moeda e isso limite o alcance de seu uso.
O que não quer dizer que isso traga obstáculo intransponível, ao contrário, sinaliza que mais moedas relevantes e um mundo efetivamente multipolar é o melhor caminho para a economia mundial.
Estamos naquele momento, e talvez um pouquinho adiantados, provavelmente pelos tempos acelerados que vivemos, em que o governo recém eleito começa a receber críticas e cobranças.
Nenhum mal nisso, algumas dessas críticas e cobranças são justas, outras precipitadas e exageradas, tudo bem.
Mas existe aquela, quando a intenção é de desconstruir e prejudicar que o programa vencedor da eleição governe e aconteça.
Eu sempre comparo com períodos quando as críticas não agem assim, quando ela faz exatamente o contrário, ao promover e apoiar as políticas que historicamente concentram renda, entregam patrimônio a troco de banana, isolam o pais em guetos internacionais e resultam em crescimento baixo da nossa economia.
Nessas horas não aparecem críticas, ou somente em fatos periféricos, menores, nunca na direção de questionar ou esclarecer decisões ou rumos liberais, sejam eles positivos, raros, ou negativos, frequentes.
Vivemos isolados da boa informação, da boa análise, das consequências dos feitos, parece que as decisões e suas consequências são duas coisas distintas.
E assim a mídia tradicinal nos trata, sempre.
Agora estamos novamente reiniciando o velho ciclo das críticas, muitas vezes fabricadas por eles mesmo, pense se seria possível um deputado obscuro do baixo clero como Eduardo Cunha e agora seu discípulo e sucessor Lira, fazer frente a um governo recém eleito?
Ou que um burocrata como Campos Neto encarar a maior taxa de juros do mundo como uma decisão aceitável?
E esses dois agora não saem dos holofotes, porque são exatamente o ariéte do momento, duram um tempo, sabemos.
Tentam impor a agenda derrotada, defendem a manutenção das decisões derrotadas, tem apoio dos derrotados e imaginam ser isso sustentável.
E é sempre assim.
Sabendo disso o governo Lula não bate de frente com esses, pois além de bancadas conservadoras e volúveis, contam com a desinformação que propagam e agora turbinada pelas fake news, e o caminho é comer toda essa gente pelas bordas, com rumos definidos e sabendo assimilar os eventuais tropeços .
Nenhuma novidade no horizonte, não dependemos deles e o acerto dos rumos do atual governo passa por escolhas e resultados, em emprego, renda e crescimento melhor distribuído, pautas que essa gente faz de tudo para atrapalhar mas que vai sendo reconhecida na sociedade e dela somente depende o poder das boas decisões seguirem em frente.
Tem muitas frentes essa batalha, a do momento pede pacificar o jogo político na Câmara e aproveitar da economia saindo do coma para seguir dominando a pauta interna e externa, esvaziando as críticas infundadas enquanto assimila e corrige rumos sugeridos pela boa crítica.
Não é segredo mais que a narrativa precisa ser domada por fatos positivos, a versão falsificada vai ficando pelo caminho.
Paulo Guedes vem de longe, em 1980 foi para a Universidade do Chile, no auge da ditadura de Pinochet, dar aulas de economia e no ano seguinte Reagan assume a presidência dos EUA e inicia o que conhecemos como neoliberalismo, formando o contexto de vida do acadêmico e professor.
Guedes atualmente minimiza sua atividade profissional da época de Chile , mas sabemos que esteve envolvido com a privatização da previdência pública imposta pela ditadura e eventualmente ameaçou fazer coisa parecida aqui no Brasil durante o governo Bolsonaro, onde serviu como o faz tudo da economia.
Ele não pode reclamar de autonomia no governo anterior, praticamente todas as suas ideias eram aceitas pelo presidente, que se orgulhava de dizer que nada entendia de economia e esses assuntos que perguntassem ao seu Posto Ypiranga, ele próprio, Guedes .
Talvez mais no fim e no desespero da campanha de reeleição, abriu as torneiras a contragosto, e deixou após seu período como ministro um rombo de R$ 800 bilhões, somando a esse último ano o desastre na condução do Brasil durante a Pandemia do Covid chegamos a esse número estratosférico e inédito de rombo nas contas públicas.
O saldo negativo da gestão Guedes não foi só contábil, sua agenda de desmonte total da presença do estado na vida nacional, inclusive do ponto de vista ambiental e trabalhista, precisa ser avaliada e lembrada, porque ao impor esse modelo neoliberal intempestivo, que nem a ditadura no Brasil ousou, o que Guedes fazia questão de lembrar a todo momento.
Fim dos concursos públicos, fim do protagonismo dos bancos públicos, fim do investimento em obras de manutenção de estradas, construção de casas, bolsas de estudos e pesquisas, nenhuma universidade construída, nenhuma obra relevante, corte na saúde e educação, filas invencíveis para a aposentadoria, preço dos combustíveis atrelados ao custo internacional, desmatamento liberado, invasão de terras públicas e reservas indígenas, privatização do presal e Eletrobras, tudo feito na marra e sem licitação.
Ou seja, o que faltou fazer estava programado para o segundo mandato, quando a destruição tomaria termos irrecuperáveis.
Perderam, e muitas vezes não atribuímos a gestão Guedes a verdadeira razão dessa derrota .
Mais do que a agenda Bolsonaro, que meio torta e porca sobrevive por aí mostrando os dentes, Guedes foi inteiramente derrotado.
E anacronicamente restou Campos Neto, que tem seus dias contados e Lira , que faz uso da retórica bolsonarista para tentar segurar parte das mudanças desastrosas realizadas.
Avançar não avançam mais, não por enquanto e a depender do sucesso da nova orientação geral da economia , nunca mais.
E que parece que começou a mostrar serviço, nesse início a ideia seria reativar políticas públicas sociais relevantes, bolsa família, reajuste do salário mínimo e da tabela de imposto de renda, corrigir o desastre das políticas e preços administrados atrelados ao dólar, retomar obras paradas e mais ou menos repetir a agenda do primeiro governo Lula .
E isso pra começo de conversa, muitas e inéditas iniciativas são esperadas, na reforma fiscal e no novo PAC que está sendo programado.
Essa luta no exterior de fazer da preservação das florestas através de financiamento mundial e em função de investimentos para a sobrevivencia de 30 milhões de brasileiros que vivem nessas terras, promete transformar positivamente a agenda ambiental tão difícil e delicada.
O Fracasso de Guedes é total, os principais países do mundo trabalham por um mundo multipolar, sem a hegemonia de pais ou moeda, sem privatizações destrambelhadas e com participação importante dos estados nacionais no desenvolvimento.
Tudo o que Guedes não fazia e nem queria entender, talvez estivesse mesmo era com saudade de um regime autoritário e assassino, nos moldes daquele que conheceu no Chile na época de sua formação intelectual e profissional.
Impulsionado por entrevista a TV 247 na noite de ontem, as acusações do ex colaborador clandestino da Lava a Jato, e que colaborava criminosamente ainda antes da famosa operação, a serviço dos mesmos personagens, devem começar a trazer consequências para a combalida credibilidade do grupo justiceiro, enterrando de vez suas pretensões políticas e profissionais .
Todas as práticas ilegais possíveis de serem cometidas no serviço de infiltração de uma pessoa para alvos de interesse de investigação criminal foram cometidas, gravações ilegais, vazamento de inquéritos, extorsão, ameaças, torturas, falso testemunho, plantando mentiras na imprensa, achaques, alvos e crimes pre selecionados, tudo que as gravações do hacker revelou anos mais tarde na vazajato, conluio entre promotores e juiz, tudo isso fazia desde sempre e anos antes o modelo de conduta da República de Curitiba.
E aqui não pretendo me alongar, senão chamar a atenção para esse nome, Tony Garcia, que apareceu novamente no radar dos escândalos políticos e dessa vez promete concluir o serviço da vaza jato .
Ficar de olho nos desdobramentos, enquanto Tony promete novas e maiores revelações, a lava jato e seus promotores correm para apagar os rastros.
Talvez Tony consiga reviver seus tempos de corredor de Kart e chegar na frente.
Não deixa de surpreender a sequencia de notícias sobre decisões da justiça desfavoráveis para a direita nativa.
E várias delas, federal, estadual, STF, TSE, comum, civil, criminal etc.
Collor e Deltan são casos emblemáticos, Marinho, Moro, Lira, Zambeli, os filhos do coiso e o próprio na mira, até general Heleno foi desconstruído ontem na sabatina da CPI do DF, que corre paralela a CPMI do Congresso e de certa forma a antecipa.
Não é pouca coisa o que esta acontecendo, que poderia sugerir algumas leituras.
Que o judiciário faz a sua mea culpa do levante fascista, que se previne porque sobrou para eles e certamente sobraria muito mais no caso de vitória do coisa ruim, que tenta se diferenciar dos métodos da lava jato, que busca distância dos promotores do desastre fascista, que prefere empurrar a responsabilidade ou que age com oportunismo aproveitando os novos tempos.
De qualquer maneira, e talvez todas as respostas acima sejam positivas, dependendo de quem e onde tratamos, o fato é que esta agindo e colocando a trupe golpista nas cordas.
O Lira entrou na dança, não existe coincidência nessa decisão do STF de nos próximos dias torna-lo réu de crime de corrupção, e fora esse cofre de dinheiro com R$ 4 milhões achado pela PF ontem em posse de seu, digamos, operador preferencial em Brasília.
Todas essas ações provocam reações e desdobramentos, o mensalão e a lavajato foi parar no Planalto com o tresloucado sentado no trono, não significam que as coisas vão entrar nos eixos ou que vão melhorar.
Devem ser acompanhadas com cautela, mesmo o ministro Moraes e suas corajosas decisões precisam ser sempre avaliadas, ele é pessoalmente uma figura midiática, politico e jovem, só Deus sabe o que passa naquela cabeça calva.
Eu penso que profissionais da área de segurança, promotores, juizes, sobretudo policiais, por conviverem com o lado sombrio da humanidade, lidando com as mais sórdidas violências cotidianamente, são pessoalmente afetados por isso, são as vítimas nesse sentido, contaminados por esse ambiente terrível e que mostram a eles como qualquer um de nós é capaz dos atos mais terríveis.
E por isso eles não prestam para elaborar políticas públicas fora de suas áreas de atuação, tendem ao exagero e assumir a parte pelo todo, como vítimas que são de tanta convivência com a violência.
No executivo geralmente são covardes, imobilizados por temores de serem apanhados em mal feitos e completamente paranoicos com grampos e vazamentos, talvez exatamente porque ninguém como eles sabem o que acontece nessa área.
Mas é isso, a bruxa anda solta e fazendo senão uma limpa, porque estamos longe das decisões definitivas, na interminável fase de inquéritos e investigações, embora o alvo esteja claro e é uma oportunidade de ao menos esclarecer alguns desses crimes do fascismo nacional.
Não acredito muito nisso não, essa gente é derrotada pela verdade, pela democracia, pela transparência e por justiça social, desenvolvimento, emprego e renda.
Repare que nada disso será disponibilizado pela bruxa, ela passa e faz o seu estrago e no fundo fica tudo como era antes ou ainda pior.
Saiu o PIb do primeiro trimestre do ano, e vieram acima das previsões.
Um capítulo a parte sobre essas previsões atuais seria importante escrever, porque de uns tempos para cá erram tudo, inflação, desemprego, crescimento PIB, dólar, juros, erram tudo e sempre contra uma avaliação melhor do desempenho do atual governo.
Mas ai está, contra números cessam os argumentos.
E os chutes, muito mais comuns que o suposto.
E são bons números, mostrando sobretudo crescimento do setor agropecuário, previsível para uma perspectiva isenta.
Confirmam-se e estão obviamente atrelados a abertura crescente dos negócios prejudicados durante a pandemia de COVID.
Quem entende de minúcias, sabe que o último trimestre do ano passado teve baixo crescimento, o que favorece um número melhor agora, mas não anula a relevância do fato.
Penso que esse segundo trimestre será mais arrastado, provavelmente não repetirá esse de 1,9, mas o segundo semestre sim deverá no mínimo acompanhar esse nível e até supera-lo, historicamente o segundo semestre é melhor para negócios que o primeiro, e o setor de serviços que cresceu apenas 0,6 % nesse primeiro trimestre tem tudo para superar o setor agricola e puxar o crescimento.
O Senado estará a prova nos próximos dias, acumulam-se decisões importantes que nos mostrarão o perfil da maioria da casa.
Imagine que a expectativa do governo anterior a essa altura, e com esses senadores ai mesmo, seria de estarem cassando ministros do STF e não nomeando.
O fascismo identificou no atual STF adversários por serem abatidos, sobretudo o Ministro Moras por sua atuação firme no comando do TSE durante o conturbado período eleitoral recente.
Vejamos a lista, temos a apreciação do Marco Temporal de demarcação de terras indígenas, temos agora a urgência da aprovação da MP da organização administrativa do atual governo e a expectativa da aprovação de indicação do ex advogado Zanin, o advogado que derrotou a Lavajato e libertou Lula da prisão.
Anuncia-se aprovação de Zanin, concluindo uma volta completa na história desse nosso Brasil que conviveu amargamente com as ilegalidades da operação da República do Paraná, agora em desgraça e caminhando para sanções do próprio judiciário.
Zanin lançou a tese do Lawfare, que correu mundo e segue como instrumento de resistência contra a ação do estado contra os indivíduos.
Sereno e muito preparado tecnicamente, além de confiança absoluta do presidente Lula, tem tudo para cumprir longa e importante papel para contrapor as duas últimas indicações do fascismo, que, cá entre nós, aparentam roçar o alambrado a essa altura do campeonato.
Quanto ao Senado, observar as votações e os números, Pacheco parece próximo a Lula, servindo de contraponto retórico dos desmandos da Câmara de Lira, mas isso precisamos confirmar nessas decisões.
Uma outra votação ocorrida ontem sinaliza importantes tendências que podem ser avaliadas.
Primeiro registrar que o apocalipse não veio, alias mais um, tal qual o bíblico e sua má tradução do grego que significa revelação e não trata de fim do mundo, mas daquele mundo, também as revelações e previsões da grande imprensa não passaram de uma má tradução.
Aqui também existe semelhança de métodos e objetivos, porque ambos, imprensa PIG e grupos religiosos preferem tocar o terror para vender a salvação.
Mas porque tratar disso aqui?
Percebam que uma outra votação ocorrida ontem terminou mais apertada, se para aprovar seu arranjo administrativo o governo conseguiu 337×125, para manter as políticas LGBT na pasta de Direitos Humanos o resultado foi mais apertado em 260×186.
61 Deputados passaram de uma opção para a outra, chutando o balde de todos os acordos e conveniências.
Quem seriam?
Vai ser preciso estudar essa votação e saber, não é difícil, mas meu palpite é que são os aqueles referidos quanto ao equivoco da tradução de apocalipse.
E que somados aos opositores de carteirinha chegaram ao número de 186, que pode ser o limite da bancada oposicionista somada aos radicais moralistas, número insuficiente para barrar as pautas progressistas, o que até ontem parecia improvável.