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Blog do Franco

  • A Guerra no Fim do Mundo.

    junho 26th, 2023

    De início uma coisa precisa ser dita, quando a nossa imprensa é chamada a informar sobre os acontecimentos no mundo, conseguem faze-lo de forma pior do que cobrem os fatos internamente.

    A maneira tosca e parcial como descrevem e entendem a agenda internacional do Presidente Lula, só é superada quando uma guerra começa em alguma lugar.

    Se levadas a sério as informações fornecidas por nossa imprensa tradicional sobre a guerra Ucrânia e Rússia, por exemplo, os Russos deveriam estar derrotados há muito tempo, Putin perdido e a economia soviética dizimada.

    Evidente as dificuldades, mas nenhuma previsão certa.

    Não por acaso. Como nada apuram senão distorcem e manipulam as notícias fornecidas pelas agências internacionais. Agravadas, porque repercutem interesses da OTAN, acrescentando análises distorcidas por conta própria.

    Fora o despreparo, porque sem a presença de Lula e seu estilo de governo participativo no mundo e influente por méritos, a imprensa corporativa brasileira não tem nenhum interesse em cobrir os acontecimentos mundiais. O esforço que faz quando o Presidente Lula acontece mundo afora, é mínimo, preferem esconder o quanto podem o sucesso internacional do Presidente.

    Mas voltamos a guerra.

    Esse motim dos mercenários Wagner merece uma consideração especial. Porque mostrou que não somente nossos jornalistas não entenderam nada dos fatos neste caso, como também a imprensa ocidental também não entendeu nada.

    E nós, consequentemente, menos ainda.

    O que seria um motim destruidor e definitivo, não durou 24 horas. A derrota total da Rússia e seu líder Putin, virou demonstração de força.

    Daria para arriscar que coisa boa não foi, o tal Regimento Wagner ameaçou publicamente, ganhou anistia e mudou de pais, tudo em 24 horas.

    Uma salada Russa pra ninguém botar defeito.

    O fato é que guerra é coisa imprestável, o ocidente usa para enfraquecer adversários e movimentar economias combalidas pela Covid, promovendo sofrimento e miséria pelo mundo.

    E precisa parar.

    Até esse dia chegar, aparentemente distante, não convém acreditar em nenhuma análise e previsão de nossa imprensa.

  • O Centrão quer a Saúde.

    junho 26th, 2023

    Seguindo a rotina da chantagem semanal, agora o Centrão investe no Ministério da Saúde, usando a manjada Revista Veja para atacar a Ministra Nísia.

    Fica o registro da aliança do Banco BTG e de seu dono Esteves, proprietários da Editora Abril que publica a Revista, com o chefe do Centrão Arthur Lira. Mais a frente as razões desta aliança podem aparecer.

    Acessei o Portão da Transparência para observar alguns dados:

    Emendas Parlamentares

    Bolsonaro, em 2019 R$13,8 bi empenhados e R$6 BI pagos , sendo 49,5% saúde.
    Bolsonaro, em 2020 R$37,5 bi empenhados e R$17,6 BI pagos, sendo 33,9% saúde.
    Bolsonaro, em 2021 R$33,4 bi empenhados e R$15,9 bi pagos sendo 47,3% saúde.
    Bolsonaro, em 2022 R$25,4 bi empenhados e R$17 bi pagos sendo 58,4% saúde.

    Lula, em 2023 R$6,88 bi empenhados e R$2,44 bi pagos, sendo 73,9% saúde.

    Percebemos o interesse do Centrão no Ministério da Saúde, grandes e vultosos valores empregados no sistema, controle estava frouxo durante o desgoverno derrotado e permitindo desvios absurdos, esquemas funcionando há anos e agora certamente com dificuldades em delinquir.

    Fora a significativa queda dos valores empenhados nas Emendas Parlamentares no atual governo, naturalmente esvaziando ainda mais as práticas criminosas.

    Vocês devem lembrar que várias cidades apresentavam relatórios contendo consultas médicas em números superiores a própria população do município. Consultas pagas com recursos de emendas e que não carecem de explicação para o destino em casos assim. Mas fica fácil imaginar aonde foram parar.

    O choro do Centrão em perder o Ministério da Saúde fica evidente. Além dos valores reduzidos no atual governo, velhas práticas estão sendo desmontadas.

    O Presidente Lula precisa de uma base parlamentar estável e confiável, sabemos, ele mais ainda. No caso da saúde os líderes do governo avisam que não vão ceder, resguardando a correta aplicação destes recursos e coibir as práticas criminosas.

    A gestão Nísia precisa ser defendida, tem muito em jogo nesta disputa, inclusive a integridade do atual governo.

  • O Futuro do Minto.

    junho 26th, 2023

    Confirmada a inelegibilidade do ex-presidente Bolsonaro, prevista para a próxima quinta feira no TSE, a fase de especulação quanto ao futuro de seu legado está aberta.

    O seu legado de votos, especificamente.

    No mais ninguém quer saber, antes negar e torcer para esquecermos.

    Vou usar o exemplo da Cidade de Vila Velha, aqui no ES, para exemplificar o que entendo sobre a questão.

    O atual Prefeito tentará a reeleição, sua base anterior era formada pela soma da direita tradicional da cidade com a nova direita extremista vinda do Bolsonarismo.

    Esta base está rachada para a disputa da próxima eleição municipal, que acontecem no próximo ano. Segundo percebemos na formação das chapas em discussão.

    Vai para a eleição dividida entre os dois grupos de direita que compunham a base original do Prefeito, para disputar com os demais candidatos de centro e centro esquerda conhecidos.

    Imagino esse cenário no Brasil inteiro, com a direita tradicional se posicionado mais distante da direita extremista, mesmo que fazendo acenos para disputar preferência.

    O resultado deste movimento é, a essa altura, imprevisível, mas só a divisão antecipa as dificuldades que a extrema direita enfrentará para manter o discurso fascista vitorioso.

    Mesmo os seguidores mais fiéis do Bolsonarismo reconhecem que as chances de candidatos mais moderados é maior. E entre eles procuram selecionar estes para as próprias futuras disputas municipais.

    Pleitos municipais são descolados do nacional, tem sido sempre assim. Vivemos tempos estranhos, verdade, mas a tendência deve ser mantida.

    Então o resultado final do Bolsonarismo nas municipais deverá ser relativizando, no máximo uma sinalização e depois acompanhada de análise caso a caso. Municípios são mundos distintos entre si, cada um com história e desafios diferentes .

    O bolsonarismo, se o exemplo de Vila Velha servir para este universo municipal tão vasto, mantém o discurso dos representantes do segmento da segurança, que deve vingar nas cidades médias. No meio rural, o da defesa do agro. Nas grandes cidades o discurso moralista.

    Os três nichos de referência do discurso conservador deverão ser estes, cada um adaptado para sua localização e do eleitor.

    Em todo o caso a eficácia será medida, e o que percebo é um nicho aguerrido mas isolado, definhando.

    Os mais espertos antecipam o declínio e pulam fora antes, esta a tese.

    Vamos acompanhar.

    O Bolsonarismo dependeria do próprio, e este é incapaz para a tarefa: preguiçoso, desleal e desonesto.

    O discurso conservador, por sua vez, encontrou seu lugar e permanece, mesmo dividido.

    E ainda tem o conteúdo religioso agregando seus distintos segmentos, e mantendo-os unidos e relativamente coerentes.

    Por isso tão perigoso.

    A nosso favor o governo integrado e plural que só o Presidente Lula consegue manter .

    Será o suficiente, ao menos no curto e médio prazos.

  • O Sapo Barbudo.

    junho 25th, 2023

    Depois que perdeu a vaga para a disputa do segundo turno com Collor, vaga perdida para um jovem político chamado Lula da Silva, e perdeu por uma margem muito pequena, Brizola rapidamente reuniu seu eleitorado cabisbaixo e muito chateado, e orientou o voto para Lula. Mas reconhecendo o estado de espírito de sua turma precisou forjar uma imagem que expressasse o sentimento geral, ao mesmo tempo que firmasse o compromisso para a efetiva transferência de votos ao seu escolhido.

    Para tamanha tarefa, que nunca é certa, o genial Leonel inventou a imagem de que todos seus eleitores, inclusive ele, deveriam engolir o “Sapo Barbudo”. Conseguindo assim traduzir seu sentimento e ao mesmo tempo a urgência da melhor escolha entre os dois candidatos restantes .

    De fato a transferência foi total, infelizmente insuficiente e Collor saiu vitorioso.

    Pois bem, depois desta última viagem do Presidente Lula a Europa, reunindo primeiro com o Papa Francisco em Roma, e outros presidentes que estavam por lá, entre eles o Sul Africano e o Cubano, e depois em Paris para uma sequência de discursos impressionantes, em quantidade, qualidade e para públicos inéditos, como para os jovens reunidos na praça da Torre Eiffel em Paris. Discurso que todos devem procurar e ler atentamente, onde Lula assumiu a condução não somente das questões ambientais no mundo, também a defesa do sul global e de seu desenvolvimento .

    Mas por aqui, senhores e senhoras, como imprensa, jornais, revistas, televisores abertos e exclusivos, oposição, âncoras, comentaristas, donos e acionistas, e, finalmente, os eleitores adversários perplexos, como, todos se entre olham e perguntam, como lidar com uma liderança do tamanho do Lula?

    Não vou me alongar na resposta, temos o exemplo do velho Brizola como guia e direto vamos ao ponto e sugerir, delicadamente : engulam !

    Sim, engulam, engulam o Sapo Barbudo, engulam o nome que preferirem.

    Mas não só engulam, sugiro uma boa digestão, que certamente propiciará os benefícios necessários.

    E, depois, desfrutem meus irmãos e irmãs, aproveitem, aprendam, uma vez devidamente assimilado em toda a sua sabedoria, nos acompanhe porque ainda muito mais veremos.

    Garanto satisfação e devolvo o dinheiro em caso contrário.

  • Raduan Nassar: “É requinte de saciados testar a virtude da paciência com a fome de terceiros.”

    junho 24th, 2023

    É.

  • Canto Geral.

    junho 23rd, 2023

    Quem veio do vale do rio, esculpido na Zona da Mata, e não seguiu a direção da água, nadou correnteza acima.

    Subiu Serra do Mar, sentiu frio, aprendeu palavras novas e novas culturas. Guardou algumas, outras esqueceu.

    Seguiu destino, fazendo e desfazendo malas, deixando lágrimas e amizades, acreditando no futuro.

    Chegou no porto, viu navios, jangadas, barcos, viu o mar.

    Depois voou, atravessou oceanos, provou temperos, arregalou os olhos e tentou compreender.

    Porque existe um lugar comum dentro da gente, onde cabem todos os sonhos, também os nossos.

    Tão poucos perguntam, por que ali e não aqui, por que assim e não assado, por que para baixo e não para cima. por que para poucos e não para todos?

    Mas tem gente que pergunta.

    Por que o dólar e não a nossa moeda, por que a fome e não o alimento, por que a guerra?

    Hoje mesmo ouvi alguém perguntando, e aceita receber sorrisos mas alerta que isto é pouco, quase nada, não pode continuar.

    Mais podemos fazer se juntos, mais e melhor, diversos, diferentes, desiguais, distintos.

    A carência é sabida, a sobra também.

    Falta querer.

  • Réquiem

    junho 23rd, 2023

    Um personagem indesejado, antes um aríete do que um sujeito encarregado de uma tarefa, sobrevivendo entre frestas da civilidade e resgatado entre os piores para cumprir o pior.

    Quando chega sua hora de um acerto de contas, não tem nada e quase ninguém para mostrar, toda lembrança é constrangimento, cada frase e cada gesto inapropriados.

    A falsa fala histriônica, o recado de equívocos, a plateia com enquadramento fechado, a pressa, sempre uma aparição programada para parecer o que não é e a espontaneidade previamente planejada.

    E tudo não serve mais.

    Agora só um boneco de circo programado para atrair por seu ridículo e tentar sobreviver.

    A decisão por seu afastamento ainda não foi concluída, antes segue célere para nossos padrões, sinal do efeito negativo de sua lembrança, a necessária e urgente página virada desde que tudo permaneça como estava.

    Sem plateia, coral, música, padre ou pastor.

    Um cortejo triste, mais que triste : melancólico e constrangido.

    De onde nunca esperaram nada, nunca alimentaram expectativas, senão sugar o mais e mais rápido possível sabendo que ia durar pouco.

    E agora esquecer o traste, para um novo ser gestado intrinsecamente igual mas de melhor modos e aparência.

    Leite, Zema, Tarcisio, Braga Neto, alguns nomes.

    Não por acaso juntos no desastre do início ao fim, na disputa do espólio. Isto sim valioso.

    Para onde o preconceito, a raiva, burrice, ódio, rancor e violência encontrarão guarita?

    O antipetismo?

    É para onde vão, sempre.

  • Espírito de porco.

    junho 22nd, 2023

    Quem achava que o xingamento ao atual Presidente do Banco Central, o bolsonarista Roberto Campos Neto, estava chegando ao fim, precisa renovar seu estoque para mais uma temporada.

    A manutenção das maiores taxas do mundo – que na conjuntura nem é manutenção senão aumento da taxa real de juros – ultrapassou os cânones do consenso econômico e adentrou no campo bíblico, mais especificamente no Antigo Testamento.

    Por dois aspectos : é um desastre de proporção Bíblica do tipo uma oitava praga; é um espírito de porco do tipo proibido no livro dos Levíticos.

    Não existe ajuste Fiscal suficiente para suportar uma despesa com juros da ordem de R$ 800 bilhões, o valor transferido para rentistas e bancos. Estes últimos que oferecem empréstimos e crédito a 100, 200 e 300% aa, permitindo ao setor conviver com inadimplência alta, enquanto garantem receita aplicando nas crescentes taxas Selic praticadas no Brasil por eles mesmos.

    Ou alguém tem dúvidas de onde saem as taxas Selic?

    O neto do Bob Fields, outro economista de mercado alçado a guru do pensamento nacional e que provocou a seu tempo desastres homéricos, e escândalos, superou a etapa de consenso – fingido e interesseiro – entrando na perigosa etapa da contra corrente.

    Enfrenta agora criticas até de pares, ou párias, assustados com a possibilidade que tamanha insensatez e imperícia comprometa a conquista da independência do Banco Central, a duras penas conquistada.

    Custou um golpe de estado.

    Mais sabidos que o empedernido Campos Neto, percebem a ameaça de perder o prêmio do Banco Central, soçobrando no chiqueiro liberal derrotado nas urnas.

    A administração de Campos Neto caminha para formar um consenso contra a independência da condução do Banco Central, e tratando-se de uma primeira experiência o resultado não poderia ser mais desastroso para quem advogava por essa causa.

    Acho as reações do governo atual ao desastre insuficientes, não vejo nem de longe uma ameaça dessa envergadura ao Brasil, semelhante a esta política do atual BC. Uma guerra contra o nosso progresso, uma âncora insuportável.

    Temos meses de misuras e queixas contra essa figura, horas de conversas e reuniões inúteis, discursos e debates no legislativo.

    Lula não perde uma oportunidade de criticar, Haddad e Tebet, Alckmim, todo o primeiríssimo escalão do governo, sem sucesso.

    Alguma coisa a mais precisa acontecer, se ainda esperavam algum sinal de razoabilidade por parte do BC, devem abandonar.

    O problema é tão grave quanto os males que causa, que nesse caso é imensurável de insuportável.

    A hora de decidir sobre isto chegou.

    Passou.

  • A queixa dos EUA.

    junho 21st, 2023

    Primeiro um ex-embaixador dos EUA aqui no Brasil, depois uma reportagem completa no FT.

    Um movimento típico e simultâneo, combinado, de quem quer tornar conhecida a sua opinião.

    No caso, sua insatisfação.

    E do que os EUA reclamam?

    Do pouco ou nenhum apreço do nosso Presidente Lula quanto ao apoio dado para garantir a sua posse, diante das ameaças do Bolsonarismo, sobretudo dos militares.

    Quanto ao apreço, lembro que os EUA foi o primeiro país visitado pelo Presidente Lula nesse terceiro mandato. E veio de lá com as mãos praticamente vazias e sem promessas, segundo nossa imprensa informou.

    Mas a verdade é que fica mais claro o sentido da visita, reconhecer o importante papel da administração Biden nos eventos recentes .

    De nossa parte, vida que segue.

    Não estamos promovendo inventário das intervenções dos EUA nos territórios do Sul. Isso está na história.

    Nos interessa agora promover parceria visando um mundo multipolar, resguardando em primeiro lugar nossos interesses comerciais e o progresso interno.

    Quem estiver conosco neste trabalho pode vir somar.

    Quem não quiser viver neste mundo que almejamos, nos dê licença.

    Tratados, acordos, trocas, compra, venda, intercâmbio, apoio, todas as formas de coexistência será testado, todos os limites expandidos.

    Tem lugar pra todo mundo, integrando, somando, e é nisto que acreditamos e é este o trabalho que está sendo executado.

    Ai apostamos o nosso futuro.

    Agradecemos todo o apoio e nos dê licença, vamos passando.

  • Inimigo meu.

    junho 21st, 2023

    Amanhã aguardamos a leitura das mais de 400 páginas prometidas no voto do Ministro do TSE, encarregado de cassar os direitos políticos do genocida.

    Quando um juiz anuncia que esta disposto a escrever mais de 400 páginas sobre você, sugiro deixar as barbas de molho. E é o esperado para o julgamento amanhã, que um rol de crimes, alguns hediondos, fiquem marcados nessas páginas para a história.

    Quando penso nisto, não o faço de maneira vingativa, nem me vejo promotor de justiça, enxergo o fato naturalmente, amadurecido, consequente aos fatos.

    Como um trem descarrilhado que volta aos trilhos.

    Sem esquecer a tragédia que foi.

    Surpresa foi a sua eleição, não esperava de forma alguma. Ainda tenho marcas ai, cicatrizes, um espanto não resolvido em conviver com compatriotas com escolhas deste naipe. Não nego, lamento e me entristeço.

    Os parceiros do criminoso temem a recidiva de sua depressão, no que poderia apontar um traço humano do genocida, mas só vejo mais mentiras. Nada ali me comove.

    Quando Lula inaugurou nas suas campanhas o “nós contra eles”, e depois repetiu cada vez menos nas subsequentes, mas repetiu. Nunca deixei de entender e apoiar o chamado, era esta a disputa, ainda é. E seus críticos usam o exemplo contido neste mote eleitoral, como um aspecto agressivo da maneira Lulista de ser. Não deixa de ser verdade, é um grito necessário, sintético, eficaz, mas agressivo, sim. Podemos até afirmar que em vista dos componentes usuais de campanha, onde vale praticamente de tudo, é uma agressividade totalmente aceitável, mínima, que delimita os campos fixando posições. Daí sua eficácia.

    Enquanto os adversários prometem nos metralhar, e a esta altura estaríamos em maus lençóis fossem eles os vencedores.

    Mas como perderam, e depende de nós a condução de parte da carga, não chego a propor armistício, desarmar os espíritos completamente, antes percebo a necessidade de enorme vigilância. E procuro acompanhar os fatos com confiança, mesmo quando meu senso crítico alerta que afastar o Bolsonaro abre a porta para a presença de um candidato antipetista e cheiroso.

    Perceba, não tem problema a disputa em si, prezamos a democracia, o problema é que antes eles são anti, antipetistas, e depois não precisam ser a favor de nada. E vazios estão e vazios ficam.

    Bom, teremos muito tempo pra falarmos sobre isto.

    Agora é aguardar o desfecho da sorte do genocida, cassação no TSE é pouco, muitas outras condenações estão no forno.

    Sem ódio, rancor, uma justiça consequente e célere.

    É o necessário, que seja o suficiente.

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