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https://www.pagina12.com.ar/855468-el-plan-economico-mas-loco-del-mundo

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A movimentação na semana do julgamento do governador de SP, Tarcísio de Freitas, agitando a bandeira da anistia para golpistas, foi e continua sendo uma iniciativa eleitoral, muito mais que qualquer outra coisa.
Que eles têm números na Câmara para aprovar tal insanidade não é bom duvidar. A atual Câmara ainda é o retrato do golpe de 2018 seguido do bolsonarismo, e ali se tenta prolongar ao máximo certas tendências que começam a mofar.
Tem muitas personagens girando sobre o tema que, embora concorrendo com a pauta do julgamento, conseguem atrair atenções.
Tarcísio quer os votos do chefe. Atacado pelos filhos e chamado de rato, precisou apelar para afrontar o STF e a Constituição, a fim de agradar os milicianos. Certamente combinados entre si e com a bancada, fizeram barulho e receberam, em troca, manifestações negativas por parte do Senado e do STF, além do anunciado veto do presidente Lula. Todos, em seus respectivos mandatos, avisam que a coisa não vai. Na Câmara, apesar da aparente maioria para aprovar, Mota faz jogo para ganhar tempo enquanto ouve a proposta ser bombardeada de todos os lados, na expectativa de que, mais uma vez, o balão caia por terra.
É o que provavelmente vai acontecer. Mesmo que o trauma das duras condenações provoque reação nas fileiras dos fascistas, que se sintam chamados a dar uma resposta, a impossibilidade de sucesso sugere intenções além das tentativas sabidamente inviáveis, porque miram a eleição e o apoio dos votos do Bolsonaro.
Talvez Tarcísio, além da esperança nacional, esteja percebendo crescentes dificuldades na base do estado. Sem lutar como faz agora pelo chefe, pode estar perdendo muito mais que uma possível candidatura nacional; até a reeleição em SP passaria a correr riscos sem os votos dos extremistas. O que o obrigou a sair a campo e promover o teatro da anistia.
Quando vi essa montagem que ilustra o post, pensei que as posições de Bolsonaro e Tarcísio, na verdade, estariam invertidas: o governador tentando manipular o chefe para receber reconhecimento e os votos. Mas o mais verdadeiro é imaginar que ambos manipulam o cenário, porque, na hipótese provável de Tarcísio fracassar em obter a anistia, qual será a reação do Bolsonaro? Vai ungir a tentativa fracassada ou acionar o filho para manter o sobrenome vivo e os votos?
Enquanto um tenta a anistia da prisão, mas mantendo a inelegibilidade, o outro promete apoio — mas nada garante que cumprirá.
As pesquisas mostram que a disputa em segundo turno será apertada em qualquer hipótese, embora Lula siga favorito em todas elas. E, nesse caso, o que interessa ao centrão e às bancadas fascistas é disputar para assegurar números suficientes e manter a relevância.
A pancada que será a condenação dos golpistas ainda está por ser conhecida. É natural que, no primeiro momento do revés, a tendência seja reagrupar a tropa duramente atingida. Mas, com o tempo, a razão de alguns pode trazer a realidade, e a tendência é a dispersão.
E não esquecer que o julgamento do crime de tentativa de golpe de Estado é o primeiro. Ainda faltam os crimes na pandemia, o roubo das joias, a falsificação de cartão de vacina etc. A porteira está apenas sendo aberta.
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Gastamos muitos textos sobre esse acordo que nunca chegou ao ponto de aprovação, como parece ter chegado. Tem muita gente boa crítica ao acordo, por motivos importantes, como a abertura de nosso mercado para concorrência com grandes empresas europeias e o risco às posições de nossas empresas industriais, em troca de produtos nacionais de menor valor agregado, como commodities. Vamos guardar o texto final do acordo, que ainda está sendo costurado, mas temos a destacar outros pontos, sobretudo nessa quadra do comércio internacional.
O ataque de Trump ao Brasil nos obriga a buscar compensações e reforçar os BRICS, com China, Rússia, Índia, África do Sul e demais países. Esse movimento é nossa saída histórica, com potencial de mudanças estruturais definitivas na nossa indústria e produção agrícola sustentável, porque os BRICS têm sido um espaço de discussão de avanços bilaterais e não somente uma troca comercial. Economia sustentável e interesses mútuos, multilaterais, são expressões e objetivos abandonados pelos EUA e exigidos de seus parceiros na mesma proporção.
Em que pese as críticas ao acordo com a UE, não resta dúvida de que os europeus não fecham os olhos e nem os bolsos para nenhuma dessas pautas progressistas — nem ecológicas, nem sustentáveis, nem verdes, nem bilaterais. Se andam fazendo concessões aos EUA é porque, além destes, outros interesses movem os acordos, inclusive de defesa e produção de armas.
Como não temos nada disso — ao menos por enquanto, e que assim permaneça —, ao Brasil interessa romper o cerco isolacionista que os EUA tentam impor, inclusive abrindo grandes mercados para substituir as perdas recentes no comércio impostas pelas tarifas.
Então, nosso acordo com a Europa muda de tom e importância, inclusive para os europeus que, ao movimentar acordos bilaterais, mantêm acesa a chama do comércio internacional e olham para um futuro não tão distante, onde Trump terá passado.
Os acordos desse tipo ultrapassam barreiras de todos os tipos: ideológicos, materiais e culturais. E, no momento atual do mundo, são uma afirmação do diálogo e da parceria, contra o isolacionismo e a ganância predatória, irresponsável e destruidora.
Vem em boa hora e é uma vitória da nossa diplomacia e do governo Lula.
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Ontem, PP e União Brasil anunciaram o desembarque do governo Lula, de onde nunca entraram e não saíram.
Explico.
Como todos os demais partidos do centrão, menos o PL que é bolsonarista, eles vivem de caciques e interesses regionais para eleger bancadas e precisam sempre estar associados a um nome nacional, aqui e ali, sempre — não necessariamente o mesmo.
Explico.
Em um estado apoiam o Lula e, no outro, o seu adversário. E vice-versa.
E vão elegendo bancadas para manter o poder de fogo nas decisões legislativas e no rateio das emendas.
Além de ministérios e cargos nos segundos e terceiros escalões da República.
E sempre foram e sempre serão assim.
Quem, na verdade, anunciou rompimento foram os líderes Rueda e Nogueira, dando 30 dias para ministros entregarem os cargos, sem que os mesmos tenham dito nada até agora.
O mesmo com o cacique Arthur Lira, do PP, que tem entre indicados o presidente da Caixa.
A ministra Gleisi reagiu à decisão ensinando: joga o jogo, fica quem quer e sai quem quiser. E vida que segue.
As apostas andam se inclinando cada vez mais para a reeleição de Lula, e pular do barco precipitadamente pode ser fatal.
Ninguém mais que o centrão sabe disso.
Toda essa movimentação, inclusive da mais nova tentativa de anistia na pauta, é fruto do estresse do julgamento e do interesse na herança do Bolsonaro.
Com um problema: não existe herança para defunto vivo.
Olho vivo, Rueda e Nogueira!
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A movimentação do Centrão e do governador Tarcisio de Freitas para pautar a anistia durante o julgamento dos golpistas é chorume das eleições do golpe contra Dilma, da vitória de Bolsonaro em 2018 e do próprio Centrão no Congresso em 2022. Muitos ali foram eleitos na base da mentira, das propostas infames e do ressentimento típico dos fascistas.
Mas a movimentação do governador de SP envolve a condição de unção do ex-presidente para ser o candidato da direita, e isso assanhou muitos que andavam cabisbaixos e perdidos, sem saber para onde ir em 2026.
O mais provável é que tudo não passe de uma jogada política sem futuro: não existe hipótese de prosperar a anistia de uma condenação que nem sequer foi declarada. No Senado pode ser que encontrem mais resistências para conseguir aprovar. Sem falar no veto do Lula depois e da declaração de inconstitucionalidade do STF por fim.
Se o centrão tem urgência de buscar a desmoralização completa de seus integrantes, o STF e o governo tem na direção contrária: afirmar sua autoridade e fazer cumprir a Constituição.
Claro que tudo aumenta a temperatura do país e provoca mais confrontações, mas seria ingênuo esperar menos dessa gente, enquanto fazemos a história do Brasil avançar.
Eles são os que puxam para trás, nós para a frente.
Por agora não convêm sobressaltos nem temores. Quem tem o poder e a responsabilidade de manter o curso nessa quadra, e diante desse Legislativo contaminado pelo fascismo, é o Executivo e o STF. E podemos confiar que farão valer a decisão que, no próximo dia 12, manda toda essa corja golpista para as grades.
Eles temem o próprio futuro, é por isso que lutam pelo pior.
Nós acreditamos no melhor, por isso enfrentamos todos eles.
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Falem mal, mas falem de mim”. (Barão do Rio Branco)
Talvez a única dúvida quanto ao andamento do processo do principal núcleo golpista, que inclui Bolsonaro e seus principais agentes criminosos, seja a posição a ser adotada pelo ministro Fux — um perfil mais inclinado ao oportunismo do que ao bolsonarismo. Essa característica o levava a pender para o “lado de lá”, mas a mudança de cenário o reposiciona no campo de centro-direita, entre aqueles que preferem “virar a página” e ungir um novo postulante para a disputa com Lula e o PT.
Especula-se sobre um voto contrário ao do relator, ministro Moraes, e até a possibilidade de um pedido de vistas.
Um voto totalmente oposto ao do relator parece improvável. Mais provável seria um posicionamento atenuado, amenizando aqui e ali, para depois tentar reduzir penas. Pedido de vistas, então, nem pensar: atrasaria o processo eleitoral, algo que não passa pela cabeça de Fux.
Sobre seu entendimento em relação a tentativas de golpes de Estado, será preciso esperar para ouvir. Costuma ser duro no trato criminal, sendo o ministro que nunca concede habeas corpus. Já sobre a anistia de golpistas, conhecemos seu voto — que apresento em seguida —, indicando mínima chance de prosperar no Supremo essa movimentação do Congresso para votar anistia. Dos demais integrantes da Primeira Turma, não restam dúvidas de que essa proposta de anistia também não avança, caso venha a ser apreciada. O que, aliás, parece cada vez mais improvável.
Daqui a pouco começa o julgamento histórico, que deve deixar gravado para os pretendentes a ditadores — e seus auxiliares eventuais — o destino que lhes cabe neste latifúndio: uma cova rasa, como ensinou o poeta.
Segue a reportagem sobre o voto de Fux no caso da anistia concedida ao deputado Daniel Silveira, em que o ministro se manifestou de forma extremamente coerente:
“O STF (Supremo Tribunal Federal) derrubou hoje, por 8 votos a 2, o decreto do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que concedeu o perdão ao ex-deputado federal Daniel Silveira, condenado a 8 anos e 9 meses de prisão por ataques à Corte. Para Fux, crimes contra o Estado de Direito devem ser entendidos como crimes políticos, e não podem ser anistiados. ‘Porquanto o Estado Democrático de Direito é uma cláusula pétrea e nem uma emenda pode suprimi-la’.”
Fonte: UOL.
Agenda do julgamento no STF:
🗓 02 de setembro – Terça-feira
🕘 09h às 12h – Sessão Extraordinária
🕑 14h às 19h – Sessão Ordinária
🗓 03 de setembro – Quarta-feira
🕘 09h às 12h – Sessão Extraordinária
🗓 09 de setembro – Terça-feira
🕘 09h às 12h – Sessão Extraordinária
🕑 14h às 19h – Sessão Ordinária
🗓 10 de setembro – Quarta-feira
🕘 09h às 12h – Sessão Extraordinária
🗓 12 de setembro – Sexta-feira
🕘 09h às 12h – Sessão Extraordinária
🕑 14h às 19h – Sessão Ordinária
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“A comunidade internacional já chegou a um consenso sobre como as democracias morrem. O que está em teste no Brasil é como elas sobrevivem” (https://noticias.uol.com.br/colunas/jamil-chade/2025/09/01/com-julgamento-mundo-transforma-brasil-em-campo-de-testes-da-democracia.htm )
Três generais e um almirante são réus por fazerem parte do chamado “núcleo crucial”. Os advogados dos acusados disseram que seus clientes não devem comparecer ao STF. Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa, não respondeu. As defesas dos generais Braga Netto e Augusto Heleno e do almirante Almir Garnier disseram que eles não vão… (- Veja mais em https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2025/09/01/generais-nao-devem-ir-presencialmente-a-julgamento-por-golpe-no-stf.htm?cmpid=copiaecola)
Os comentários são desnecessários. Existe um fundo aparentemente comum no comportamento histórico de alguns brasileiros fardados: fugir da realidade. Melhor, um adjetivo: covardes.
Observa-se também que o ex-presidente tampouco comparecerá.
De fato, o registro da história é implacável com essa gente, como disse Dilma no dia do golpe que lhe roubou a Presidência.
E tentam fugir porque sabem onde se meteram.
Em vão.
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Os EUA anunciam que estudam novas medidas econômicas e restrições durante o julgamento do núcleo golpista principal — que inclui o ex-presidente Bolsonaro — em tempo real.
Ou seja, vão analisando as decisões do STF enquanto elas ocorrem e respondem com medidas no mesmo instante.
Não deixa de ser uma novidade e mantém todos em dupla expectativa: o que ocorre dentro e fora do julgamento.
Bom lembrar que estamos sob investigação da Seção 301, onde os EUA pesquisam com lupa medidas de proteção comercial de países e, em represália, devolvem com as próprias. Nosso governo anunciou que faria coisa semelhante na última sexta-feira e encomendou estudos do Comex sobre como responder às atuais tarifas e também às futuras. A lei de reciprocidade foi aprovada para isso e até agora está no aguardo.
Tudo indica que teremos escalada de tarifas, no mínimo mais sanções contra ministros envolvidos diretamente no julgamento dos golpistas.
Não temos ainda dados concretos dos efeitos das tarifas aqui no Brasil, por serem recentes. Nos EUA, estamos vendo a inflação de alimentos escalar, gente reclamando e a tendência por lá é piorar. Muito estoque foi acumulado antes da vigência das tarifas e está chegando ao fim nas próximas semanas; a reposição será cara e difícil.
Nada de bom esperamos vindo de lá: 200 anos de comércio sendo jogados no lixo. A nossa melhor resposta não vem de reciprocidades, mas de medidas conjuntas dos BRICS que Lula costura — e aí sim a presepada lunática do “laranja” (que dizem estar doente) vai sair cara para eles.
É o que espero.
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A cada mês, em média, três pessoas defensoras de direitos humanos foram assassinadas e outras 21 sofreram casos de violência no país, segundo o estudo “Na Linha de Frente: violência contra defensoras e defensores de direitos humanos no Brasil (2019-2022)”, produzido pelas organizações Terra de Direitos e Justiça Global.
Quantas das mais de 500 mil mortes por covid-19 poderiam ter sido evitadas no Brasil? Pelo menos 400 mil pessoas não teriam morrido pela pandemia.
(Fonte: Agência Senado)
Na CPMI da COVID, Jair Bolsonaro foi acusado formalmente de ter cometido nove crimes:
(Fonte: Agência Senado)
Desde 8 de janeiro de 2023, o Brasil teve 16 torres de energia danificadas e 4 derrubadas em 11 episódios de ataque, divulgou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Há um ano, a população de Brasília correu o risco, na véspera de Natal, de um atentado no Aeroporto Internacional de Brasília.
Na manhã de 24 de dezembro de 2022, uma bomba foi acoplada a um caminhão-tanque abastecido com 60 mil litros de querosene de aviação, prestes a entrar na área do terminal.
Um grupo de bolsonaristas queimou carros, ônibus e tentou invadir a sede da Polícia Federal em Brasília, em 12/01/2023, após a prisão de um líder indígena que apoiava o então presidente Jair Bolsonaro (PL).
(Fonte: UOL – https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias)
O general Mário Fernandes confirmou no Supremo Tribunal Federal que foi autor do plano Punhal Verde Amarelo, que previa o assassinato do presidente Lula, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro do STF Alexandre de Moraes.
(Fonte: Agência Brasil)
Investigação sinalizou a existência de relação do major da reserva Angelo Martins Denicoli com Fernando Cerimedo (contratado pelo PL de Bolsonaro como “especialista”) para disseminar desinformação sobre o sistema de votação brasileiro.
(Fonte: Folha)
Por usar a estrutura da Presidência da República e do cargo para promover uma reunião com embaixadores no Palácio da Alvorada, com desvio de finalidade e ataques ao sistema eletrônico de votação visando dividendos eleitorais, Jair Bolsonaro foi condenado por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação.
Está inelegível por 8 anos (pena máxima).
Os gastos do governo Bolsonaro acima do teto somam R$ 794,9 bilhões de 2019 a 2022.
Leia mais em: Veja – José Casado
Finalmente. a partir do próximo dia 2 de setembro: Bolsonaro responde a cinco crimes distintos, cada um com previsão própria de sanção.
O mais grave é a tentativa de golpe de Estado (art. 359-M do CP), que prevê pena de 4 a 12 anos de reclusão, além da punição correspondente à violência eventualmente empregada.
Na mesma linha, a tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito (art. 359-L do CP) é punida com 4 a 8 anos de prisão.
A Procuradoria também imputa a Bolsonaro a liderança de organização criminosa armada, delito previsto no art. 2º da lei 12.850/13.
Nesse caso, a pena básica varia entre 3 e 8 anos de reclusão, acrescida de multa. Contudo, a lei estabelece aumentos significativos: até a metade, se houver uso de armas ou participação de agentes públicos, e de 1/6 a 2/3 em razão da condição de liderança.
Entre os crimes patrimoniais, o ex-presidente é acusado de dano qualificado ao patrimônio da União, previsto no art. 163, parágrafo único, III, do CP, com pena de 6 meses a 3 anos de detenção, além de multa. Soma-se ainda a deterioração de patrimônio tombado (art. 62, I, da lei 9.605/98), cuja punição é de 1 a 3 anos de reclusão, também acompanhada de multa.
Na soma das imputações, as penas podem alcançar até 43 anos de prisão. Pela legislação brasileira, porém, o limite máximo de cumprimento efetivo é de 40 anos. (link: https://www.migalhas.com.br/quentes/438898/bolsonaro-no-stf-veja-por-quais-crimes-ele-responde-e-penas-possiveis)
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Primeiro, é importante registrar o aumento de cerca de 7,5% no salário mínimo, um ponto que afasta qualquer dúvida sobre qual é o programa vencedor e efetivo para valorizar o trabalhador. Esse reajuste impõe distribuição de renda através do salário mínimo, que, como sabemos, repercute diretamente nas aposentadorias, pensões e, sobretudo, na vida da maioria das pessoas de menor renda.
Houve um tempo — e não faz muito — em que se dizia que aumentar o salário mínimo “quebraria o país”. Hoje, já está mais do que provado que ele é um dos motores que mantêm o comércio vivo e a economia saudável e dinâmica.
Para 2026, temos uma projeção de superávit fiscal de cerca de R$ 30 bilhões, inflação em torno de 4%, juros Selic em 13% e PIB crescendo 2,3%.
Além disso, estão previstos cortes significativos: 80% no fundo de financiamento eleitoral, 20% nas emendas parlamentares obrigatórias e impositivas e R$ 20 bilhões nas isenções fiscais ( privilégios tributários) . Ao mesmo tempo, áreas essenciais recebem reforço: saúde terá acréscimo de 17,9% e educação, de 10,7%.
Vale observar com atenção as implicações de cada dado contido nesse orçamento de 2026. Ele mostra um governo ativo em suas atribuições, voltado para melhorar a vida das pessoas e realista na aplicação dos recursos, priorizando nossas maiores deficiências e necessidades históricas.
Cada valor previsto conta uma história própria e aponta para objetivos concretos. E vamos seguir falando sobre isso nos próximos dias — porque semana que vem é tempo de olho no julgamento e balde de pipoca nas mãos.
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