
Não passam de lamúrias e lamentações as especulações sobre quem disputa a eleição em 2030. E, além de insistir na sandice, ainda incluem nomes do campo vencedor nas alucinações.
A eleição acabou de ocorrer. O momento agora é de preparar o terreno para mais quatro anos de mandato bem-sucedido, escolher ministros e eleger os presidentes das Casas Legislativas.
De preferência, mantendo Alcolumbre e Motta, porque, queiramos ou não, são legítimos representantes do Centrão e estão tão aflitos para se verem livres do bolsonarismo quanto nós.
Falar de fulano ou beltrano é antecipar cenários imaginários e preencher pautas desapontadas com a derrota do candidato deles, o fascista miliciano.
A reação da Bolsa caindo e o dólar subindo tem um tanto de jogo do mico, porque agora empurram as apostas perdedoras para quem possa topar, tentando amenizar prejuízos. E tem um tanto de eleição nos EUA, com Trump prestes a perder a maioria no Congresso.
Semana que vem deve começar a amenizar ou desandar de vez, se a ideia de lei marcial, no caso de Trump perder a maioria no Congresso — sim, a ideia está circulando —, vingar.
Temos nosso Banco Central de olho nesse aumento do dólar, mas estamos ainda abaixo de 2022, na posse anterior, quando chegou a R$5.6, na mesma fúria especulativa decepcionada.
Então, nada de novo no front.
Ah, falam de ajuste fiscal, ajuste fiscal e ajuste fiscal. O tal ajuste fiscal de bilhões no lombo do pobre foi derrotado na eleição. O que vem é equilíbrio fiscal, aliás, como sempre nas administrações do presidente Lula.
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