Flavinho da milícia escafedeu-se em direção aos EUA, fuga programada com antecedência e meticulosa, há quem diga que muito mais elaborada que seu desconhecido programa de desgoverno, supondo, ou acreditando, em alguma promessa ou compromisso, que, além de ser recebido e acolhido como exilado, o que também não aconteceu, teria como ver tais promessas e acordos com os EUA de Trump e Marco Rubio cumpridos.
O problema é que lá também tem eleições no início de novembro, parlamentares e de alguns governadores, e a aprovação de Trump nunca esteve tão baixa. E a chegada de Flávio da milícia nesse contexto, alegando fraude eleitoral, enquanto seu partido fez maioria na Câmara e no Senado, além de solicitar, durante o dia da eleição, as mesmas demandas do então candidato Lula, não deixou margem para contestação e sobrou para os EUA a realidade de acolher um derrotado desmoralizado, suplicando por mais um golpe.
Que Trump não pode se dar ao luxo de apoiar. E mesmo a acolhida tem sido muito criticada e virou arma eleitoral da oposição democrata.
Então Trump pula fora do barco golpista? Ao menos por enquanto, sim.
E aqui no Brasil a coisa não anda diferente. Alguns dos mais importantes líderes do PL declaram não ver nenhuma fraude por denunciar e aconselham Flávio a virar a página.
O problema é que ele jogou o livro inteiro no lixo.