Medo de CPI e as pesquisas fraudulentas na véspera.

Do nada no X o CEO da Atlas Intel, Andrei Roman , responsável pela empresa de pesquisas, escreveu o texto acima.

E fala de coragem do instituto Futura que caminhou mais ou menos na contramão das demais empresas responsáveis pelas pesquisas eleitorais, DataFolha, Quaest e a própria Atlas , sugerindo que faltou coragem a elas quando da apresentação das pesquisas no sábado véspera do pleito que mostraram queda do Lula e crescimento do miliciano.

Quando apenas dois ou três dias antes a curva dos candidatos era exatamente oposta.

Roman cita um tal modelo de de eleitor provável, obscuro, para justificar a coragem anunciada pouco antes, mas penso que tenta disfarçar o verdadeiro motivo de escolha da palavra coragem .

Insinua que a coragem que faltou foi por causa do medo de CPIs e investigações e processos caso a milícia vencesse?

De fato não aparece aí essa insinuação clara, mas o que circulou entre jornalistas sobre o verdadeiro sentido de sua manifestação foi esse.

Desabafou sutilmente sobre as ameaças que pairavam sobre os institutos, provavelmente ameaçados.

E acovardaram, faltou coragem como a da Futura que deu empate entre os dois postulantes , mesmo mantendo o miliciano ainda à frente ligeiramente.

Quaest e DataFolha mostraram os mesmo 48×52 pro milicia.

Fica o registro desse fato fundamental, que as pesquisas da véspera da eleição não estavam de acordo com a realidade apurada porque faltou coragem, segundo um dos principais dirigentes do ramo.


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