
E saiu mais uma pesquisa alem dessas todas aí um pouquinho mais tarde : Futura, com o miliciano apenas 0.2 % à frente.
O fato é que estamos empatados em todas elas, dentro da margem de erro e ninguém crava o vencedor exatamente por isso.
Qualquer afirmação é chute, embora possamos afirmar que o miliciano nas condições normais é o favorito.
E aí entram as condições anormais, que podem mover as montanhas e desentranhar os votos necessários para a virada.
Eles estão nas ruas de todo o Brasil, em presença absolutamente inédita e renovadora. Estão no despertar da militância e na disposição do incansável Lula que , mais uma vez, esteve em todos os lugares e promoveu a maior campanha de sua extraordinária história.
Não consigo imaginar a vitória da milícia, apesar dos números , me move a confiança no julgamento último e majoritário do nosso povo e na visão da batalha de vida ou morte que está sendo travada.
Normalizar a milícia criminosa e antipatriota, comparar biografias com esses bandidismo descarado e desavergonhado. Deixar a presença dos EUA e das manipulações das redes sociais de lado e não apontar os efeitos nas democracias em todo o mundo. O papel da imprensa foi mais uma vez contra o Brasil e ainda enfrentar o TSE inimigo da verdade e com seus presidentes e vice tentando se safar das graves acusações a caminho de ambos.
Então foi essa a disputa onde o governo para igualar as forças precisou lançar medidas populares e de grande efeito, ainda circulando e sendo compreendidas em seus alcances.
E as imagens das ruas nas cidades de todos os tamanhos em todas a regiões do Brasil, encerraram a campanha apontando quem escolhem para seguir governando.
Então agora é votar com esperança, como temos feito nos últimos anos, confiando que é possível virar essa eleição e reeleger o nosso presidente Lula mais uma vez.
“Sem medo de ser feliz”, a primeira lição que ele nos ensinou ainda permanece a maior, a melhor e a válida para o dia de hoje.
Obs : Tracking final da campanha de Lula aponta virada e vitória por 50,6% a 49,4% sobre Flávio Bolsonaro