Sem reprise.

À semelhança, a campanha típica do fascismo foi inaugurada desde os nossos primeiros passos da redemocratização.

Porque a campanha de mentiras massificadas, acusar o adversário daquilo que você é, faz e pretende fazer, apavorando o eleitor, vem desde a primeira disputa eleitoral após a redemocratização.

Na época, o candidato caçador de marajás, ele próprio o maior de todos e o mais ladrão, como a história provou, inaugura a campanha projetada inteiramente por marketing no Brasil, ainda inédito. Até porque antes era ditadura e não havia eleições.

O nosso Lula lá estava, e as mesmas mentiras continuaram a ser reprisadas ano após ano, até chegarmos ao mensalão e à Lava Jato, consolidando uma imagem negativa do líder e de seu partido que até hoje movem ódios e decisões adversas.

Sem que os verdadeiros responsáveis tenham feito uma autocrítica de tantos anos de mentiras. Pior, os algozes justiceiros e falsos promotores e juízes agora estão na política, adversários da democracia e a favor do fascismo, sem nenhum constrangimento.

E seguimos.

Porque a semana é por demais importante para mirar só passado, importa mover as montanhas, como sempre fizemos, para mais uma vez reeleger Lula e seu projeto democrático inclusivo.

Em todo o caso, vale a comparação que está sendo feita pela campanha de reeleição entre Collor e o miliciano, no sentido de relembrar para não cometer o mesmo desatino.

Eu confio no nosso povo. Não fosse isso, jamais estaríamos aqui disputando um quarto mandato, sem falar nos dois da Dilma.

Venceremos.

Sobre o título, estava me referindo ao filme onde Collor venceu e foi aquele desastre, que não vai ocorrer agora, e seguimos vivos nos próximos 4 anos.


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