
Nas vésperas das eleições estamos mais uma vez às voltas com as tentativas lava-jatistas no trato da justiça, dessa vez escandalizando o filho do presidente Lula em torno de fumaça e análise deturpada de negócios entre particulares, sem envolvimento de pessoas com foro privilegiado. O que afastaria os processos das mãos do ministro terrivelmente evangélico do STF e de suas, digamos, preferências em atacar e criar manchetes onde não estão.
Sem falar que, mais uma vez, como todas as anteriores envolvendo a família do presidente Lula, estamos novamente lidando com os mesmos jornalistas da Lava Jato que repetem os métodos sem nenhum constrangimento, sem nunca terem reconhecido os feitos criminosos anteriores.
Que entre nessa quem quiser, porque não vão dar em nada e as decisões do ministro Mendonça, somadas aos vazamentos e foro ilegal, se traduzem em mais um processo a ser anulado no futuro.
Poderíamos até ver isso agora, se Mendonça respondesse à manifestação da PGR mandando o processo do Lulinha para a primeira instância. O fato de ele adiar a decisão para manter o processo em suas mãos e evitar recursos, e certamente a perda da relatoria, deixa clara a sua intenção de protelar e continuar alimentando os ataques da imprensa até esgotar os efeitos negativos na disputa eleitoral.
Que dizem já estar fazendo efeitos e a diferença entre Lula e Flavinho caiu, o que ainda hoje confirmamos na pesquisa Datafolha por sair. Ou não.
Importa situar que pesquisas são também instrumentos de política, porque dentro da margem vale tudo e, numa disputa apertada, qualquer movimento faz diferença. Então, como estamos no início da eleição e das campanhas, nada ainda é definitivo e temos tempo para avaliar se consequências haverão.
Até lá é firme na campanha, porque a guerra começou exatamente como esperado e contra os inimigos de sempre.
Que sempre são derrotados, como sabemos.
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