Argentina : segue o desastre.

Considerando as medidas tresloucadas adotadas, promovendo desemprego, desindustrialização, pobreza e fome, os resultados inflacionários estão no mesmo ponto onde estavam quando o libertário Milei assumiu, prometendo acabar com a inflação e promover o maior progresso da história argentina.

Sobre progresso nem se cogita mais; sair de uma crise absoluta passou a ser o único objetivo de um país imenso que, segundo Trump, “não tem dinheiro e não tem nada!”.

Que era exatamente o mote eleitoral do Milei, “no hay plata”, espalhou miséria e incertezas no país.

Sacrifícios sem nenhum resultado, como estamos vendo.

E o Chile, que acabou de embarcar na mesma canoa furada elegendo um “Mileizinho” para chamar de seu, é destaque negativo do último trimestre, com crescimento zero e a população cada vez mais desmonetizada com os custos das altas no petróleo.

Uma espécie de Petrobras da dupla Temer / Pedro Parente, outro que vai fazendo o mesmo estrago que fizeram aqui com aquela maluquice de subir preço dia sim e no outro também.

Que deu no que deu e promete dar nisso mesmo lá no Chile e em todos os libertários que cortam renda dos pobres e diminuem o imposto dos ricos.

Depois falam nas surpresas dos desastres óbvios.

Que, por sinal, começam a afetar, segundo as notícias de ontem, o frágil, digamos, equilíbrio emocional do presidente argentino, reaparecendo ontem após 10 dias desaparecido, com a cara inchada, olhos esbugalhados e vermelhos. Ninguém sabe o que fez nesses últimos dias; nenhuma explicação foi dada, e a administração do país estava entregue, como nunca antes, nas mãos da irmã.

E essas nem são as notícias mais escandalosas e negativas que andam circulando sobre a Argentina por esses dias.

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