Inflação, câmbio…e eleição.

Com a divulgação do IPCA-15 de 0,06% praticamente zerado e o retorno da inflação para o teto da meta anual para 4,52%, as portas para a continuidade da queda dos juros estão postas. Para o futuro, tudo depende da evolução ou não das guerras no Irã e do preço do petróleo. Sobre isso, é preciso destacar a posição do Brasil no mercado de petróleo, cada vez produzindo mais e exportando mais, mas falta aos investidores a percepção da nossa posição singular nesse conflito, que, nesse aspecto, nos favorece, porquanto a visão nos países dominante é emergentes sofrendo igualmente de credibilidade nas crises e os recursos devem ser canalizados para países desenvolvidos, muitos deles dependentes de fontes externas de energia, o que absolutamente não é o nosso caso.

Enquanto o nosso Banco Central vitorioso na sua obrigação primordial de controlar a inflação, mesmo ao custo dos maiores juros e de segurar o crescimento econômico resiliente, mas cada vez mais pressionado e deve ceder no segundo trimestre.

Com o câmbio controlado, o esforço de segurar a inflação fica acomodado e, no horizonte, não temos ameaças além das conhecidas, o que permite previsibilidade e controle.

E sobre déficits fiscais Durigan garante déficit zero em 2026: “com alguma sorte, um superávit”.

Ministro da Fazenda detalha controle de gastos e destaca compromisso com o equilíbrio das contas públicas em 2026…

Não podemos atribuir o resultado eleitoral e o crescimento do presidente Lula nas pesquisas somente aos tropeços do adversário; esse é jogo daqueles que querem desclassificar o atual governo e esconder os sucessos por detrás de uma lamentável figura que eles engoliriam e apoiariam com toda a força, tivesse ele melhor posicionado ou ameaçando a vitória do presidente Lula,

Como fizeram com o pai, no máximo invocando uma escolha difícil na hora do voto, equiparando dois projetos completamente distintos em todos os aspectos como uma coisa só.

E sobre Flavinho desistir ou ser caçado seu direito de concorrer, faça ele o que fizer, fica para depois das eleições.

O que é e sempre será o jogo dessa gente sem projeto, sem candidato e sempre desesperados em desclassificar quem faz nosso país melhor e mais justo, apesar deles.

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