
A passagem do presidente argentino no Brasil para apoio a candidatos da direita, Tarcísio ao governo de São Paulo e Flávio Bolsonaro à presidência, fica marcada como um momento de explosão de grosserias e ofensas inéditas nas relações institucionais entre nossos países.
Seria impossível imaginar cenas de ataques pessoais de baixíssimo nível proferidos dentro do nosso território da maneira que foram feitos, escalando uma relação pra lá de difícil para impossível e fazendo da convenção do fascismo um ponto de afastamento definitivo não só do nosso presidente, mas de nossas instituições em relação ao personagem.
Lembrando que ele estava à vontade para lançar as ofensas num auditório cercado de brasileiros de seu calão, aí incluindo o atual governador de SP, que até o congraçou com uma medalha na véspera, e o candidato do fascismo brasileiro à presidência.
Nem vem ao caso alongar muito no registro do fato; para quem nada tem a dizer ou mostrar, vale ofender e contar com a burrice, a mesma grosseria e a mesmíssima visão de mundo que essa gente perversamente compartilha.
Por aqui não se criam; na Argentina, que se livrem dele ou continuem no chiqueiro.
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