
O gráfico acima mostra o cenário de exportação agrícola entre Brasil e EUA, os dois maiores exportadores do mundo.
Observe que empatamos e estamos para ultrapassar os EUA e nos tornarmos o maior do mundo, sobretudo porque os EUA criam problemas mundo afora, com a China acima de tudo, enquanto nós vamos abrindo caminho na ausência deles.
A disputa comercial entre Brasil e EUA nessa pauta de exportação é isso aí: somos concorrentes mundiais, enquanto em serviços e indústria perdemos de muito.
Os EUA exportam por mês o que exportamos por ano, mostrando como é excepcional o nosso progresso na pauta de exportação de alimentos.
Considerando que nos falta ainda entrar na Índia do mesmo jeito que entramos no mercado chinês, tem muito ainda por acontecer e crescer.
Isso tudo enquanto o governo tenta segurar o interesse mundial nas terras raras e exportar produto industrial, e não terra bruta, como fazemos com minério de ferro.
Nossa produção de petróleo superou a exportação agrícola e nosso superávit na balança internacional volta a US$ 90 bilhões anuais, assegurando câmbio e investimentos externos seguros.
Temos ainda a margem equatorial por explorar e, quem sabe, mais refinarias para suprir a demanda interna de diesel, ainda importadora.
Porque governos anteriores nada fizeram e ainda venderam refinarias por aqui.
Nosso sucesso vem com muito trabalho e desafios, como as tarifas dos EUA contra nossos produtos, que começaram a valer ontem e praticamente não nos afetam como fariam há poucos anos.
Importa seguir na mesma direção.
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