Reincidente na cretinice.

Flavinho bolsonarinho não desiste, prefere expressar subserviência aos EUA de Trump dia sim e no outro também. De alguma maneira, ele imagina estar promovendo alguma coisa escrevendo carta com 83 páginas pedindo para que as tarifas prometidas contra os produtos brasileiros sejam deixadas para depois das eleições.

Segue explicando na carta que, na hipótese de vencer, os desejos mais profundos dos EUA com relação a nós serão totalmente satisfeitos, incluindo limitações ao uso do Pix, bem como compensações diversas aos cartões internacionais de crédito.

Avisa ao desavisado Trump que as tarifas foram, na verdade, provocadas pelo Brasil do Lula exatamente para prejudicar a sua campanha, dramatiza que, na hipótese de as tarifas vingarem, a vitória do Lula é certa.

Difícil acompanhar o pensamento delirante do candidato do fascismo, porque tarifa é a arma mundial dos EUA mais utilizada nas ameaças mundo afora, servindo inclusive de oportunidade econômica pessoal do presidente norte-americano, que, antes de fazer suas ameaças e ir e voltar nelas, nas tarifas e até nos bombardeiros, aplica na bolsa nos setores envolvidos nessas ameaças e ganhou em 2025 mais de US$ 1 bilhão em 22 mil operações nas bolsas. Isso está documentado e devidamente prestado conta ao imposto de renda. Me parece a maior desmoralização da bolsa de valores no mundo e o maior ato de corrupção de um presidente até onde consigo lembrar.

Mas a carta do bolsonarinho recebeu o devido carimbo de traidor, mais uma vez, por parte do presidente Lula, e a cretinice, mais uma vez, de pedir para adiar para depois da eleição não passou despercebida, sendo citada por Lula como exemplo categórico de uma ação de um traidor e entreguista interessado em si e desprezando as consequências.

Dizem que até a base bolsonarista anda cismada com essas iniciativas do candidato, e, de fato, ele anda perdendo votos entre eleitores cativos, sobretudo evangélicos e mulheres.

As tarifas vêm aí e muito mais podemos esperar por parte dos EUA contra nós, até as eleições. Lula abandonou as ilusões com Trump e isso terá consequências no próximo mandato. Cada vez mais a China e os BRICS devem retomar a fazer parte de nossas relações, que nem são preferenciais, mas pragmáticas.

Rumo à vitória no primeiro turno, isso sim que interessa.

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