Perde, ganha e vice versa.

É curioso perceber a maneira como as pesquisas eleitorais são recebidas. Uma traz a euforia e a próxima, a depressão.

De fato, como estamos lidando com diferenças entre os dois primeiros colocados sempre abaixo de 5%, empates estatísticos — tendência mundial em eleições presidenciais, que, por todo lado, estão sendo decididas por menos de 3% —, é natural que o resultado, a favor ou contra, balance as emoções.

Mas não as convicções!

Já há quem diga que tem que ser assim mesmo, afinal, a coisa está pegando.

Ok!

Sim, está, mas a vantagem está com o presidente Lula, e acho mesmo que o lado de lá está satisfeitíssimo com o desempenho do Flavinho e nem faz tanta questão de ganhar. Estão cansados dos Bolsonaros, queriam garantir palanque viável para as bancadas, conseguiram, e agora tentam ganhar maioria no Congresso, onde tentarão mandar sem precisar do Executivo.

Atenção no voto para o Congresso, esse o recado.

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