“RECORDE: Número de imóveis vendidos no 2º trimestre deste ano é o maior da história, resultado impulsionado pela disparada nas vendas do Minha Casa, Minha Vida.
As vendas do Minha Casa, Minha Vida aumentaram 46% no período, alavancando o setor de habitação, que cresceu 17,9%.
Os lançamentos do Minha Casa, Minha Vida cresceram 87% no período.
42% dos imóveis vendidos 2º trimestre deste ano são do Minha Casa, Minha Vida.”
Puxei algumas notas da imprensa sobre o efeito do relançamento do Minha Casa Minha Vida no mercado imobiliário.
Durante o primeiro governo Lula/Dilma, houve um boom de vendas de imóveis. Em todas as cidades do Brasil, era possível ver incontáveis edifícios residenciais sendo construídos, de todos os níveis. A parcela correspondente aos imóveis do programa representava 80% daquele mercado em alta velocidade. Ou seja, no auge, o programa chegou a significar a maior parte do total de edificações.
Os números atuais são modestos em comparação com o passado recente e ainda são contidos por juros e custos de construção altos.
O prognóstico para o futuro pode significar uma repetição do que já foi visto, mas a parcela de 20% correspondente ao mercado, longe dos números de 2012, vai depender inteiramente da queda dos juros. No nível atual, isso não vai acontecer, o que só destaca ainda mais a iniciativa do governo em enfrentar essa limitação e fazer, mais uma vez, sua parte insubstituível.
Vamos ver como será no próximo ano. O Minha Casa Minha Vida arrancou e vai seguir de um jeito ou de outro. Os lançamentos privados, por sua vez, ficam na espera de juros mais baixos.
Em todas as matérias sobre o tema, faltou incluir o “de novo”, porque o filme é repetido.
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