Fundos de ação e de investimentos.

Fundos de ações e investimentos estão novamente em território positivo, após um longo e desafiador período. O superávit externo, na balança comercial próximo de US$ 90 bilhões, revela-se suficiente para cobrir o déficit da conta de serviços, que ainda é nosso ponto frágil e apresenta dificuldades de solução a curto prazo, dado o envolvimento de remessas de lucros para as matrizes no exterior. A volta do capital especulativo reforça o caixa, apesar dos pesares.

À medida que superamos os desafios, a manutenção de acordos comerciais em expansão e o fortalecimento de laços culturais com diversos parceiros internacionais demonstram a eficácia de um país que aposta na multipolaridade, evidenciando resultados positivos crescentes na prática.

Há muito mais por vir, e a COP28 pode representar a oportunidade de impulsionar a agenda verde do futuro, com o Brasil na vanguarda e pronta para colher os maiores benefícios.

E cá entre nós, podemos comentar e até comemorar, mas é sabido que em 2023 houve uma saída de dinheiro – encerramos 2022 com um saldo positivo de R$ 80 bilhões – devido ao significativo aumento dos juros internos nos EUA, buscando captar recursos globalmente para financiar seus déficits explosivos. Agora, com sinalizações de estabilidade e tendência de baixa por lá, o dinheiro estrangeiro procura novas oportunidades, começando a ressurgir nos países emergentes.

É isso.


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