Ni Macri Ni Videla Ni Thatcher

Foto por cottonbro studio em Pexels.com

O próximo domingo é um daqueles dias que valem anos, e não apenas para os argentinos. De uns tempos para cá, a influência de decisões e desastres, sejam eles humanos ou naturais, pode ser sentida globalmente.

Portanto, todos estamos torcendo pela derrota do fascista portenho, o maluco Milei, e de seu cão clonado.

Ninguém arrisca um palpite, todas as pesquisas mostram um empate técnico e qualquer resultado é possível.

No entanto, há um ponto que não pode ser negligenciado na reta final: a rejeição. E aqui, Milei ganha com um número fora da margem. Em uma disputa tão acirrada e com dois candidatos na disputa, a rejeição costuma decidir mais do que a escolha preferencial.

Depois do apoio de Macri, o candidato fascista tentou amenizar seu discurso, e lá repetem o mesmo equívoco que tentaram impor aqui, da possibilidade de controle e diálogo com esse tipo de pessoa eleita. A imprensa e o mercado no Brasil fizeram essa tentativa, com os resultados que todos nós conhecemos.

Chegamos, então, à reta final; a campanha lá terminou ontem e a expectativa agora é esperar o domingo para ver o que acontece.

Desejo sorte aos nossos hermanos e juízo. Muito.


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