Descendo a ladeira.

Salientei no post anterior alguns exemplos da retomada do desenvolvimento do Brasil, que não tem nada a ver com sorte no seu caminho.

No entanto, é sempre relevante lembrar de onde viemos. A experiência anterior com o Plano Real, que pôs fim à hiperinflação no Brasil, é um exemplo. Durante o primeiro mandato de Lula, tudo de bom era atribuído ao governo anterior e ao plano milagroso – apesar do Brasil estar quebrado com a taxa de câmbio artificial da época. Mais tarde, após anos de contínuo sucesso, o discurso mudou, atribuindo o sucesso ao “boom” das commodities. Nada era creditado ao trabalho árduo e aos projetos; tudo era considerado herança ou sorte.

Isso era claramente insustentável, mas eles continuam repetindo, pelo menos tentam.

O post é ilustrado por um pequeno exemplo de onde viemos recentemente. Isso sem mencionar o desastre humanitário na condução criminosa durante a pandemia da COVID-19. Uma notícia recente informa que entre 2019 e 2022, o analfabetismo entre crianças de até 8 anos simplesmente dobrou no Brasil.

Nada, absolutamente nada, nem as mortes por COVID-19, representa melhor o desastre que enfrentamos.


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