
O Brasil recentemente assumiu a Presidência rotativa do Conselho de Segurança da ONU, e poucos dias depois, o conflito entre Israel e Palestina eclodiu. Tenho dificuldade em classificar esse conflito como uma guerra, já que geralmente a guerra envolve estados armados e exércitos, enquanto na Palestina não temos nada disso.
Uma primeira e urgente reunião do Conselho foi convocada pelo Brasil, mas, previsivelmente, não conseguiram chegar a um acordo, e nem mesmo redigir uma declaração conjunta.
Outras reuniões serão convocadas, e a intenção dos países que apoiam Israel – independentemente das circunstâncias – é prorrogar qualquer decisão para dar a Israel tempo para retaliar pelo ataque inicial do Hamas.
Não sei até que ponto a sede de vingança prevalecerá, mesmo que tentem usar o ataque como oportunidade para uma solução definitiva na Palestina. Não é viável alcançar tal feito, considerando que 2,5 milhões de pessoas vivem na Faixa de Gaza.
A posição do Brasil tem sido firme na condenação dos ataques do Hamas, ao mesmo tempo em que mantém um compromisso firme com a busca de uma solução pacífica e a criação de dois estados na região.
Tudo isso está muito distante dos fatos e pode até escambar, dependendo da reação dos países muçulmanos vizinhos.
O sofrimento dos palestinos não é algo recente e infelizmente não há expectativa de que termine algum dia.
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