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Blog do Franco

  • Tubarões e bagres.

    agosto 21st, 2018

    Os tubarões do STF e da PGR, acostumados em atacar ferozmente os direitos do presidente Lula, até agora, saíram de cena.

    Não sabemos até quando.

    Alguns bagrinhos dessas instituições, aqui e ali, divulgam manifestações contrárias ao decidido pelo Comitê da ONU.

    Esbirros autoritários espelhados pelos chefes, talvez até para agrada-los, quem sabe?

    Pena que esse cobertor é curto, só cabe em bagrinhos, no caso de um tubarão tentar se esconder por debaixo dele vai deixar o traseiro de fora.

    Aguardamos a manifestação da trupe golpista voraz.

    Vamos deixar os bagrinhos brincarem, mas só um pouquinho, nada além disso.

  • Cadê o gato?

    agosto 20th, 2018

    O silêncio eloquente dos operadores do direito até aqui responsáveis pelo suplicio a que submetem o presidente Lula, fala por si.

    Agora, todos tão falantes e loquazes perderam a língua.

    O gato, certamente, comeu.

    Mas, cadê o gato?

    Deveriam aproveitar a oportunidade que o Comitê de Direitos Humanos da ONU disponibilizou e agarrar essa chance correndo.

    Não deveriam, como parece o caso, ficar matutando chicanas e mais decisões heterodoxas.

    Chega!

    Vamos acatar a decisão da ONU, posamos todos de civilizados e liberamos o nosso presidente.

    Podem até solicitar boa localização de uma cadeira no dia da posse, tenho certeza que serão agraciados.

    Hoje estamos vendo portais especializados em direito, procuradores e membros do ministério público, eminentes professores universitários e especialistas de direito internacional, todos, unânimes, recomendam acatar sem hesitação a ordem da ONU.

    Nenhuma saída melhor e mais grandiosa do que essa surgirá, tão oportuna, tão Proporcional ao ego inflado de nossa magistratura;prosseguir com a injusta perseguição não é mais possível.

    Vamos libertar o presidente e dar início à nossa retomada ao desenvolvimento.

    Basta de loucuras.

  • Pavão misterioso.

    agosto 19th, 2018

    O salve geral proclamado pela mídia golpista na desesperada tentativa de convencer a sua pobre audiência , comparando a uma ata de condomínio, que a decisão da Comissão de Direitos Humanos da ONU condenando e recomendando a restituição dos direitos políticos de Lula, incluindo o seu direito de participar e concorrer a eleição, de nada vale.

    A tática tantas e tantas vezes empregada, de desacreditar, distorcer e manipular, encontrou dessa vez um obstáculo instransponível : a opinião pública internacional.

    Sim, porque dessa vez não basta convencer os coitados dos brasileiros, a decisão vem de órgão internacional e a sua repercussão está totalmente fora da alçada do controle dos golpistas nativos.

    Pior.

    O silêncio das principais figuras do judiciário brasileiro responsáveis e encarregados do fuzilamento de Lula, sugerem que eles também não estão confiando muito nessa tentativa de desqualificar a decisão do Comitê da ONU por parte da imprensa nacional.

    Muito pelo contrário.

    O silêncio do judiciário lava jatista mostra que estão refazendo as contas.

    Porque agora precisam incluir na contabilidade a possibilidade de responsabilização pessoal de suas decisões contrárias ao determinado na liminar da ONU, pelas quais correm sérios riscos de terem que responder criminalmente em tribunais de direitos humanos internacionais.

    E, no caso de condenação, tornarem-se criminosos internacionais.

    Em processos de pior reputacao mundial, os que envolvem direitos humanos.

    Por conta disso, fazem silêncio.

    Que terá, em brevíssimo momento, de ser rompido.

  • Crime e castigo.

    agosto 18th, 2018

    O ex ministro da Justiça Eugênio Aragão, escreveu um artigo no site Brasil247 que esclarece as questões sobre a validade, melhor, a aplicabilidade de decisões de tribunais no exterior quanto ao Brasil, observando que o país decidiu livremente assinar esses tratados e, por suposto, cumpri-los.

    Aragão faz uma provocação quando observa o entusiasmo dos nossos juristas para participar de fóruns na Europa, nos EUA, com diárias em dólar e euro, usados para justificar temporadas em lugares concorridos do turismo mundial, e, eventualmente, serve para enriquecer currículo.

    Mas, supremo horror, quando esses tratados pretendem aplicação no Brasil a reação sempre é de que ou não possuem legitimidade ou pretenção indevida.

    Aragão pergunta, se de nada servem, ou se servem apenas para os outros, de que adianta assinar?

    Fazer esse tipo de compromisso, para quê?

    Pergunto para que além das diárias e das viagens internacionais, evidente.

    Aragão segue dizendo que a credibilidade e a seriedade de um país não está no assinar tratados, mas em cumpri-los. E cumpri-los sempre, assiduamente, seriamente, conquistando cumulativamente assim a confiança com esse compromisso prático e não retórico.

    A retórica, sem a prática, provoca a impressão no sentido oposto, da fancaria, da falta de seriedade, do descompromisso.

    E conclui com a responsabilidade no caso de desobediência desses tratados, que cuidam de preservar valores civilizatórios mínimos, unânimes, aceitos nos países que se levam a sério. A desobediência de cuidados no âmbito dos direitos humanos básicos é passível de responsabilização individual.

    Ou seja, Dodges e Barrosos não vão poder se esconder em chicanas ou ritos, ou colegiados, ou leis da ficha limpa ou suja. Os autores das ofensas serão individualizado e cobrados.

    Eu já vejo recuo no Barroso e na Dodge, veremos como tentarão se safar.

  • Crime contra a humanidade.

    agosto 18th, 2018

    Já era dado como certo que o ministro Barroso iria rapidamente antecipar juízo e indeferir liminarmente a candidatura do presidente lula.

    Com a decisão do comite da ONU , mandando o governo brasileiro e o seu judiciário garantirem os direitos de Lula como candidato e de participar das eleições, o ministro Barroso deverá mudar seu ímpeto.

    No mínimo.

    Se você pesquisar um pouco sobre o comitê de direitos humanos da ONU, tratados internacionais, coisinhas do tipo, irá deparar-se com sanções e respostas muito duras do comitê e da ONU nos casos de desrespeito aos direitos humanos e as resoluções.

    Por exemplo, no caso de desobediência , os agentes ativos das ações contra o presidente Lula, daqui pra frente, poderão responder por crime contra a humanidade.

    Sim, isso mesmo.

    Um mal irreparável contra os direitos políticos do presidente e a sua prisão, podem ser enquadrados nos casos de cárcere institucional e poderá ser julgado como crime contra a humanidade.

    Imaginem o ministro Barroso em Harvard dando palestra e depois segue para o sede da ONU para responder um processo desses.

    Há uma escolha que ele deverá fazer, forçosamente, nesse cenário, ou vai na palestra de Harvard ou responder processo na ONU, um fato não existe na presença do outro.

    Também a PGR, Raquel Dodge, casada com americano, com seu marido e filhos morando atualmente nos EUA.

    Impossível que esses pavões ignorem essa decisão da ONU e corram esses riscos que mencionei.

    Mais, o silêncio de Raquel Dodge até agora tem razão é uma razão importante, Raquel é, segundo já divulgado pelo deputado Pimenta e pelo advogado de Lula, uma fiel defensora da validade das decisões internacionais nas cortes brasileiras.

    Recentemente, em novembro do ano passado, participou de seminário internacional onde discursou defendendo exatamente esse ponto.

    Seminário da ONU.

  • Oportunidade.

    agosto 18th, 2018

    O poder judiciário no Brasil tem ao alcance uma oportunidade de sair dessa barafunda tresloucada conduzida por um juiz de piso do Paraná.

    O comitê dos direitos humanos da ONU com sua firme decisão de impor a condição de liberdade e de candidato de Lula, ao mesmo tempo que deixou nu os nossos aprendizes do fascismo, deu a eles uma saída .

    Sim, porque podem aproveitar essa oportunidade que cai dos céus, para todos os envolvidos, pousarem seus egos inflados e invocarem à reflexão dos atos contra o presidente, ouvindo o chamado da Onu.

    Devem fazê-lo invocando a ordem mundial, a harmonia entre os povos, a relevância dos tratados internacionais, o conhecimento nobre da humanidade.

    Não importa, inventem frases, caras e bocas e obedeçam.

    A democracia brasileira e seu povo merecem.

    Caso contrário, e o advogado do Lula já avisou, o próximo passo será contestar o resultado da eleição no Brasil, com condenação certa, jogando o que nos resta de dignidade e legalidade no lixo.

    E aprofundando uma crise já terrível.

  • Sem gritos, só sussurros.

    agosto 17th, 2018

    A fase não anda nada boa para a imprensa nativa, no seu esforço de desinformação do distinto público.

    Depois da manifestação que não houve, ignorada por explicitar a imagem da decisão de um povo, sobretudo o povo mais simples, por uma candidatura à presidência do país, agora precisam ignorar uma decisão da comissão de direitos da ONU a favor do presidente Lula.

    O direito básico, inclusive o nosso, gira em torno dos fatos e suas consequências, das intenções, do lucro, do prejuízo.

    Lógico.

    Ora, se um cidadão é impossibilitado de participar de uma eleição, impedido por uma decisão que aguarda confirmação das cortes superiores, como reparar o mal causado por esse impedimento, se no futuro o cidadão é absolvido das acusações?

    Como reparar esse mal?

    Impossível.

    Somente esses beócios, mal comunados, esses mal feitores da lei, delinquentes, podem viver nesse mundo de ilusões e fantasias, onde agem inconsequentemente, distribuindo uma justiça de fancaria imaginando que ficará tudo por isso mesmo.

    O poder da ONU para impor a sua decisão é nulo.

    Evidente que não pode fazê-lo.

    Mas pode somar-se ao nosso coro que diz sem meias palavras e sem medo de errar que eles estão todos nus, nós estamos vendo e, agora, nem sozinhos estamos mais.

    Seguimos.

  • Na boca do povo.

    agosto 16th, 2018

    Para aqueles que a vida , por um motivo ou outro, trouxe alguma proximidade com o poder judiciário nunca ficou nenhuma dúvida, trata-se de uma intermediação falida, gerida com enfado, nenhuma honra e cercada de interesses obscuros.

    Cujo acesso está cercado de todo tipo de falcatruas.

    Os ritos ridículos, linguajar e capas serviram para esconder o vazio completo de sentido das decisões que são tomadas a favor sempre do interesse de alguém, nunca no interesse de promover justiça.

    Por evidente que das milhões de sentenças muitas delas são verdadeiras, mas da mesma forma que esse constatação é evidente, evidente também são as constatações das incontáveis decisões equivocadas.

    Equivocadas por incompetência, desinteresse, falha e dolo, de tudo há nesse roseiral.

    Também a culpa presida ser dividida com o legislativo, que zela em promulgar as leis incapazes de alcançar alguma justiça, e por isso assim são elaboradas.

    Mas agora toda essa podre existência, relativamente desconhecida, não cabe mais nos esgotos e escuros das decisões interessadas e de pouco alcance, todo o país vai percebendo o pior dos seus institutos e poder.

    Aquilo que se move sem nenhum critério, nenhum senso de justiça, nenhuma isenção.

    Uma mão de promoção de injustiças e agora alçado à promover o enterro da democracia brasileira.

    O consolo é que uma vez alcançado o topo, agora é ladeira abaixo.

    Que seja breve.

    Que seja rápido.

    E que desça bem ao fundo.

  • Falta a Globo.

    agosto 16th, 2018

    Apôs a saída do Mino Carta da direção da revista Veja, a trajetória rumo ao esgoto foi inexorável.

    Percebam que, olhando o conteúdo, a revista já estava morta a muito tempo, produzida e consumida por zumbis comedores de cérebros, embora vivíssimos nos objetivos que buscavam.

    Acredito que essa derrocada tem conexões com as mudanças nas conexões internacionais também, penso que de alguma forma essa ideologia divulgada pela revista recebia dinheiro de exterior que a ajudou a aguentar até agora.

    Mas a crise devastadora do negócio, além da crise econômica geral, liquidou com a revista, não deixando possibilidade de existência nem com ajuda de governo daqui ou de fora.

    O pedido de recuperação judicial anuncia o período de derrocada final inevitável, a revista Veja e a editora Abril em breve deixarão de existir.

    Depois, faltará a rede Globo, que com os mesmos métodos, embora com platéia e conteúdo diversificados, patina na direção do mesmo pântano onde a Veja esta.

    Aguardamos ansiosos esse dia glorioso.

    Não deixarão saudades, nas mentes e nos corações saudáveis desse Brasil.

  • O império contra-ataca.

    agosto 15th, 2018

    O ministro da defesa dos EUA está visitando o nosso país e cumprindo uma agenda misteriosa.

    Os jornais de ontem diziam que viria tratar da concessão da base de Alcantara para os americanos, hoje o nosso ministro já disse que trataram da Venezuela e da China.

    O mais provável é que tenham tratado disso tudo, mas o único objetivo a curto prazo é mesmo a base de Alcantara que deverá ser transformada em uma base militar americana.

    A desculpa oficial é a localização da base, próxima a linha do equador e local privilegiado para lançamento de foguetes.

    Difícil engolir que entre tantas bases americanas espalhadas por esse mundo, alguém queira um lugar específico no globo para disparos de foguetes que em alguma das dezenas de outras bases não resolvesse.

    Balela, querem é entrar, pra tirar depois é mais difícil, dai a pressa.

    Venezuela e China são preocupações dos americanos de médio e longo prazo, que serão alvos para pressão sobre os nossos futuros governantes.

    Mais um motivo importante para bem escolhermos e com muito critério e cuidado esses futuros governantes.

    E, a propósito, será que não temos mais militares nacionalistas nas forças armadas brasileiras?

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