
O que percebemos é o candidato do fascismo protelando para divulgar seus planos para nossa economia.
Isso sem falar nas demais áreas.
Pensando em cooperar com o miliciano, lembramos na ilustração do post algumas das realizações do pai, que ele promete repetir.
Espanta, acima de tudo, encontrar na sociedade cerca de 30% de gente disposta a repetir esse projeto, onde nada pode ser aproveitado, porque é sustentado por ódio, preconceito e nulidades. O que fazem, quando fazem, é destruir.
Há aí um sentido profundo de uma sociedade composta por algumas das maiores disparidades econômicas e sociais do mundo, sustentada por um racismo oculto em falsas atitudes, mas implacável.
Todo mundo sabe disso.
Mudar é uma decisão consciente que não exige muito, senão reconhecer a realidade do nosso dia a dia e animar a disposição de superar essa pesada herança de nossa história escravagista.
Talvez aí resida o núcleo do conservador: prolongar privilégios que tem, quer ter, acha que pode alcançar.
Mas deixemos essa gente de lado e seguimos enfrentando alguns aspectos dessa disputa.
A primeira e mais escandalosa é ler e ouvir, por parte do PiG, que o candidato do fascismo se chama Flávio, sem o sobrenome. Segundo pesquisa recente do Datafolha, a razão dessa omissão está na resposta à pergunta sobre o que mais as pessoas temem em uma vitória do fascista: que repita o governo do pai, quase 80% apontam esse temor.
E aí se explica a omissão do sobrenome: evitar que a rejeição do pai cole no filho.
Conseguiram tirar o sobrenome do fascista das cordas em um momento importante, durante as negociações para candidaturas e acordos. A direita estava sem rumo e os números alcançados pelo fascista na disputa, apesar da campanha nem ter começado, animaram e serviram para fechar acordos.
Era o primeiro objetivo do PiG, e conseguiram, escondendo o sobrenome do miliciano. Fique registrada a razão de todos os integrantes do PiG passarem a se referir, em suas publicações e falas, a Flávio Bolsonaro apenas como Flávio, numa atitude cínica, mas politicamente motivada, com alvo e objetivos predefinidos.
Mas é algo frágil e impossível de manter.
A desconstrução está a caminho e não demora. Essa questão do PIX, que veio do chefe do norte, vai servir para começar a mostrar quem é quem nessa disputa.
Vá lá que a polarização segue firme com qualquer nome; no Brasil, há essa turma antipetista que vota em qualquer um contrário.
Mas são minorias e perdem eleições seguidas.
Vão perder mais uma. A verdade não demora, e o rabo do miliciano é comprido e vai até os EUA.
Seguir e pisar nele.
Com força.
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