O maior dos feitos possíveis para um governo.

“Estudo do Ipea mostra que o Brasil alcançou, em 2024, os melhores resultados de renda, desigualdade e pobreza de toda a série histórica de pesquisas domiciliares, iniciada em 1995. Ao longo desse período, a renda familiar per capita aumentou cerca de 70%, enquanto o coeficiente de Gini caiu quase 18% e a taxa de extrema pobreza recuou de 25% para menos de 5%. O estudo informa que o maior impulso para a redução da desigualdade e da pobreza se deu entre 2003 e 2015, pela combinação de políticas públicas de renda com geração de empregos e aumento dos salários, nos primeiros governos do presidente Lula e da presidenta Dilma, alcançando o melhor resultado no ano passado.”

O que não passa desapercebido para a população, aos poucos refazendo a trajetória de popularidade nos níveis do ano passado e na sequência importante para chegar em ótimas condições para a disputa de 2026.

As disputas com o Congresso, seus dois presidentes mostrando insatisfação com a relação com o governo, visam encontrar espaços na disputa eleitoral. Se essa é a bússola de maior relevância nos rumos da classe na véspera dos pleitos, não se faz nada sem a sua principal referência daqui em diante.

Que mudam como as nuvens, como sabemos… mas sempre na direção dos ventos dominantes, faço a ressalva.

Mas o post foi para destacar o momento da economia, quando a oposição, para buscar sobrevivência, ignora o assunto e parte para pautas de segurança e agora sonegação.

E já vimos esse filme antes, nos governos anteriores do presidente Lula, e há quem continue afirmando a sorte como sua maior aliada.

Paciência.

Porque até a herança de FHC eu tive que ler esses dias, porque segundo a pessoa a questão fiscal vai assombrar o próximo presidente a partir de 2026.

Se você reparar vai ver que cada vez mais a crise fiscal vai se distanciando: seria em 2025, depois adiada para 2026 e agora falam em 2030. Nesse ritmo, até o fim do século temos encontro marcado com a crise fiscal.

E afinal, para que serve um governo, senão para cuidar de seu povo?

Releia o primeiro parágrafo.

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