No Senado, a batalha pela sétima versão do PL da Segurança.

A união do Centrão e do bolsonarismo na Câmara aprova a sexta versão do projeto do derretido Derrite, que não foi o desastre da primeira versão, mas também ficou longe do original do governo.

O estrago foi minimizado; Derrite, apesar da aprovação, deixou a pior das impressões, e a relação do governo com Hugo Motta saiu trincada.

Mas a aposta se volta para a sétima versão, aquela que vai ser votada no Senado, ainda em 2025 segundo se afirma, onde as mudanças que retiram recursos da PF deverão retornar.

Sobre a integralidade do projeto original, não parecem haver muitas esperanças de aprovação.

O governo sobreviveu aos anos anteriores negociando com o Congresso nas principais matérias de interesse, com sucesso. Sobre segurança, foi muito difícil, partindo da escolha de Derrite para relator e sua absoluta recusa e incompetência para negociar, ignorando o ministro Lewandowski nas tratativas e a ministra Gleisi, que chegou a anunciar encontro depois cancelado pelo bolsonarista/tarcisista. Seguramente motivados por prejudicar a atuação da PF e usando a pauta de segurança como cortina. Restou ao governo firmar posição, afastar as mudanças inaceitáveis e engolir os jabutis de ontem.

Vida que segue: o desastre total foi evitado, a nova PEC da impunidade foi evitada e é ver o que pode ser melhorado no Senado

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