COP da Amazônia.

Aos poucos, a presença de 170 signatários dos países envolvidos na realização da COP 30 em Belém supera a tendência invencível do noticiário de divulgar aspectos negativos das iniciativas do governo.

Qualquer que seja.

Nosso presidente é talvez o mais experiente de todos os que estão participando dessa rodada de encontros sobre o tema Meio Ambiente e, não por acaso, bate na tecla de medidas efetivas para além de discursos.

Focado na preservação das florestas tropicais — a nossa Amazônia, entre outros lugares —, luta por compromisso financeiro de todos através de um Fundo de Preservação dirigido para as pessoas que vivem nesses ermos e são os maiores interessados na manutenção sustentável das matas, desde que possam sobreviver com essa preservação. Num certo sentido, Lula está dizendo para o mundo que a mata se mantém quando as pessoas sobrevivem sem precisar destruí-la.

O primeiro-ministro do Reino Unido discursou afirmando que o consenso ambiental que havia no mundo não existe mais, referindo-se aos EUA de Trump, que nem mandaram representante para o Brasil. Talvez esteja certo na avaliação e talvez esteja com planos distintos, usando Trump para camuflar interesses. Sua contribuição ao fundo é esperada para esta sexta, ou não — e aí vamos ver a quantas anda o compromisso da Inglaterra com o assunto. O príncipe quase rei, ou rei meio príncipe, anda por aí papagueando, mas o dinheiro mesmo ainda não apareceu.

Enquanto outros países — e também o Brasil — contribuem, a meta de 10 bilhões de dólares alcançou metade no primeiro dia e deve ser atingida, apesar dos pesares.

Lula está dizendo que compromisso é colocar a mão no bolso. O resto é conversa — e ninguém aguenta mais.

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