
No encerramento da reunião da OTAN – onde afirmam que todos os problemas do mundo são causados pela Rússia e pela China – Biden convocou uma raríssima entrevista coletiva sozinho, no desespero de mostrar sua capacidade cognitiva para se reeleger presidente dos EUA.
Registre-se que o desespero não é só de Biden, mas de toda a OTAN, porque sabem, como nós sabemos, que Trump não quer saber deles.
Este é um lado de Trump, contrário a guerras, que geralmente é negligenciado.
Então, vamos acompanhar a entrevista e pessoalmente avaliar as condições de Biden. Até agora, é forçoso reconhecer, a situação não anda nada boa para ele. Trump abriu uma frente significativa nas pesquisas eleitorais, sobretudo nos estados que decidem as eleições por lá, e o seu partido Democrata está cada dia mais desanimado, expressando publicamente a visão de uma derrota iminente.
A imprensa também, porque afirma que Biden está em “negação senil da realidade”.
Como disse antes, não sei até onde é possível substituir um candidato nos EUA às vésperas de uma campanha, ainda mais de reeleição com o candidato sentado no cargo de presidente. Em todo o caso, vamos descobrir hoje porque essa iniciativa vai ser definitiva. Ou Biden convence seu partido e segue, ou, em caso de mais uma aparição mostrando fragilidade e sinais de envelhecimento impeditivos e não compatíveis com o alto cargo que ocupa, sua substituição acontecerá.
Por quem?