A Guerra no Fim do Mundo.

De início uma coisa precisa ser dita, quando a nossa imprensa é chamada a informar sobre os acontecimentos no mundo, conseguem faze-lo de forma pior do que cobrem os fatos internamente.

A maneira tosca e parcial como descrevem e entendem a agenda internacional do Presidente Lula, só é superada quando uma guerra começa em alguma lugar.

Se levadas a sério as informações fornecidas por nossa imprensa tradicional sobre a guerra Ucrânia e Rússia, por exemplo, os Russos deveriam estar derrotados há muito tempo, Putin perdido e a economia soviética dizimada.

Evidente as dificuldades, mas nenhuma previsão certa.

Não por acaso. Como nada apuram senão distorcem e manipulam as notícias fornecidas pelas agências internacionais. Agravadas, porque repercutem interesses da OTAN, acrescentando análises distorcidas por conta própria.

Fora o despreparo, porque sem a presença de Lula e seu estilo de governo participativo no mundo e influente por méritos, a imprensa corporativa brasileira não tem nenhum interesse em cobrir os acontecimentos mundiais. O esforço que faz quando o Presidente Lula acontece mundo afora, é mínimo, preferem esconder o quanto podem o sucesso internacional do Presidente.

Mas voltamos a guerra.

Esse motim dos mercenários Wagner merece uma consideração especial. Porque mostrou que não somente nossos jornalistas não entenderam nada dos fatos neste caso, como também a imprensa ocidental também não entendeu nada.

E nós, consequentemente, menos ainda.

O que seria um motim destruidor e definitivo, não durou 24 horas. A derrota total da Rússia e seu líder Putin, virou demonstração de força.

Daria para arriscar que coisa boa não foi, o tal Regimento Wagner ameaçou publicamente, ganhou anistia e mudou de pais, tudo em 24 horas.

Uma salada Russa pra ninguém botar defeito.

O fato é que guerra é coisa imprestável, o ocidente usa para enfraquecer adversários e movimentar economias combalidas pela Covid, promovendo sofrimento e miséria pelo mundo.

E precisa parar.

Até esse dia chegar, aparentemente distante, não convém acreditar em nenhuma análise e previsão de nossa imprensa.


Uma resposta para “A Guerra no Fim do Mundo.”

  1. Para assuntos internacionais me abasteço minimamente com o canal do YouTube 247 e a TV por assinatura CGTN_ China Global Television Network. Pelo menos consigo assistir outras opiniões. O Brasil é suas TVs são um completo fiasco.

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