Maioria, se é isso que conta.

No mapa em amarelo os países que não sancionam a Rússia, mostrando a grande maioria indiferente aos apelos dos EUA e aliados.

Nos próximos anos o PIB somado dos Brics ultrapassa o G7, numa outra demonstração de rumos para nosso futuro.

Nem trata de inventário histórico das intervenções dos EUA na história latino americana e no Brasil em particular, o que está no horizonte é uma visão pragmática do melhor alinhamento disponível, considerando economias complementares e seriedade nos acordos envolvendo trocas de tecnologias e aprendizado.

Uma rápida leitura nos acordos recém assinados com a China mostram compartilhamento de tecnologia de satélites, G5, vacinas, fábricas e automóveis com motores elétricos, 50 bilhões em investimentos .

A Europa insiste em oferecer computadores e aviões em troca de banana e minério.

Em nenhum lugar e em nenhum tempo um país que não leva a sério seu desenvolvimento e a cultura do seu povo vai prosperar, a aliança sul-sul é uma oportunidade se bem aproveitada e revertida em ações concretas e lucrativas para os lados envolvidos.

Começaram nos oferendo espelho, durante muito séculos aceitamos.

Chegou a hora de parar.


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