A fase não anda nada boa para a imprensa nativa, no seu esforço de desinformação do distinto público.
Depois da manifestação que não houve, ignorada por explicitar a imagem da decisão de um povo, sobretudo o povo mais simples, por uma candidatura à presidência do país, agora precisam ignorar uma decisão da comissão de direitos da ONU a favor do presidente Lula.
O direito básico, inclusive o nosso, gira em torno dos fatos e suas consequências, das intenções, do lucro, do prejuízo.
Lógico.
Ora, se um cidadão é impossibilitado de participar de uma eleição, impedido por uma decisão que aguarda confirmação das cortes superiores, como reparar o mal causado por esse impedimento, se no futuro o cidadão é absolvido das acusações?
Como reparar esse mal?
Impossível.
Somente esses beócios, mal comunados, esses mal feitores da lei, delinquentes, podem viver nesse mundo de ilusões e fantasias, onde agem inconsequentemente, distribuindo uma justiça de fancaria imaginando que ficará tudo por isso mesmo.
O poder da ONU para impor a sua decisão é nulo.
Evidente que não pode fazê-lo.
Mas pode somar-se ao nosso coro que diz sem meias palavras e sem medo de errar que eles estão todos nus, nós estamos vendo e, agora, nem sozinhos estamos mais.
Seguimos.
