Na boca do povo.

Para aqueles que a vida , por um motivo ou outro, trouxe alguma proximidade com o poder judiciário nunca ficou nenhuma dúvida, trata-se de uma intermediação falida, gerida com enfado, nenhuma honra e cercada de interesses obscuros.

Cujo acesso está cercado de todo tipo de falcatruas.

Os ritos ridículos, linguajar e capas serviram para esconder o vazio completo de sentido das decisões que são tomadas a favor sempre do interesse de alguém, nunca no interesse de promover justiça.

Por evidente que das milhões de sentenças muitas delas são verdadeiras, mas da mesma forma que esse constatação é evidente, evidente também são as constatações das incontáveis decisões equivocadas.

Equivocadas por incompetência, desinteresse, falha e dolo, de tudo há nesse roseiral.

Também a culpa presida ser dividida com o legislativo, que zela em promulgar as leis incapazes de alcançar alguma justiça, e por isso assim são elaboradas.

Mas agora toda essa podre existência, relativamente desconhecida, não cabe mais nos esgotos e escuros das decisões interessadas e de pouco alcance, todo o país vai percebendo o pior dos seus institutos e poder.

Aquilo que se move sem nenhum critério, nenhum senso de justiça, nenhuma isenção.

Uma mão de promoção de injustiças e agora alçado à promover o enterro da democracia brasileira.

O consolo é que uma vez alcançado o topo, agora é ladeira abaixo.

Que seja breve.

Que seja rápido.

E que desça bem ao fundo.


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