O jornalista e editor das melhores revistas do Brasil, em todos os tempo, atualmente na Carta Capital, pode ter entre os brasileiros quem o acompanhe desde o seu início na revista Veja, que ele inaugurou,mas não terá nenhum mais do que eu.
Dito isso, faço considerações sobre seu último editorial na Carta Capital que acabei de ler.
Mino crítica o fato do PT ter indicado um vice antes do prazo anterior, dia 14, dizendo isso significar capitulação diante da decisão de impedir a candidatura do Lula.
Me parece, Mino, que isso foi uma imposição do TSE, certamente para tumultuar e atrapalhar.
Critica levemente a indicação de Manoela, embora elogiando a pessoa e a política, diz que melhor seria um nome do Nordeste.
Pode ser, mas a idéia me pareceu tentar somar os votos do Nordeste com nomes do Sudeste -São Paulo, sobretudo- e do sul de Manoela.
O que me parece lógico, embora um nome do Nordeste falte nessa conta.
Por fim credita a Marcos Coimbra artes de um profeta, quando prevê um segundo turno entre Haddad e Bolsonaro, no que concordamos plenamente.
Seguimos.
Agora é esperar a loucura do TSE, impedindo contra a vontade da maioria expressa a candidatura do Lula.
O problema, e nisso Mino acerta tragicamente, desse angu só sai caroço mal cozido e intragavel, mesmo ganhando o Haddad.
E seria muito melhor tentar, enquanto restam esperanças, evitar esse cenário.
