A paralização do país por 1 dezena de dias, situado num momento já negativo, beirando o abismo, sela o futuro próximo em prognósticos difíceis e de lenta recuperação.
Os incontáveis prejuízos, distribuídos em toda a cadeia produtiva levanta questões práticas e até filosóficas, relativas a fragilidade da vida e das certezas econômicas.
Da filosofia esperemos dias melhores para aprender, questões práticas e urgentes deverão acontecer para seguirmos com esperanças no nosso querido Brasil.
Talvez ainda desconectados da realidade, ministros do STF tramam discutir validade de emendas parlamentaristas a constituição, sem passar por referendo, ignorando continuamente a natureza do poder como prerrogativa exclusiva da vontade do povo.
Teimam em seguir nessa linha de equívocos, a essa altura trágicos, esquecendo-se que o pior pode sempre piorar ainda mais.
Breve estarão falando sozinhos, já quase estão.
Importa preservar a soberania do voto, a escolha na disputa presidencial de modelos e visão da vida, da história, do papel no mundo, no cuidado do povo.
Também de maneira contundente lições duras estão sendo aprendidas, o quanto pagamos por escolhas equivocadas e o quanto dependemos de sempre fazer o melhor para seguir.
Romper o fio da história, ignorar a vontade da maioria, mentir e enganar , todas essas coisas têm vida curta, embora custem mutíssimo.
A saída é firmar o pacto democrático, retornar a plena vigência da constituição de 1988, enquadrar juízes e promotores seletivos e golpistas, libertar o Lula e realizar eleições livres.
Qualquer coisa diferente disso é prolongar a agonia, investir no caos e no imponderável.
Colher tristeza, miséria e morte, tendo ao alcance de nossas mãos a possibilidade de colher alegria, progresso e vida.
É escolher, agora.
