Quando os patos chamaram os zumbis, e abriram-se as cloacas, os esgotos, os locais de descarte e despejo, e essas criaturas medonhas chegaram, o que esperar?
Em lugar de políticas, a imposição; no lugar do debate, o deboche; da soberania a entrega, da altivez a vergonha, do sentido comum o egoísmo, da fartura a fome, do sorriso a lágrima, do carinho a afronta, da verdade a mentira, as negociatas, as mutretas, os gedeis, os jucás, os felicianos, os malafaias, os gilmares, os fachins, os moros, dellagnois, fascistas, fundamentalistas, idiotas, burros e imbecis.
O temer, o parente.
Queriam colher o quê?
Se nem vento plantaram, mas tempestade?
Ainda não dá, mas daqui a pouco precisaremos olhar à frente, para o futuro.
Ele é nosso e nos compete lutar por ele.
